340 águas que
valem a viagem
Da seca do Rio Negro ao marlim de Vitória, do dourado de Corrientes às trutas da Patagônia e aos flats do Caribe. Cada destino com as espécies, a época certa, como chegar e as regras do lugar.
Abrolhos e Caravelas
Maior banco de corais do Atlântico Sul, com pesca de recife fora do parque e robalo no estuário de Caravelas.
Alto Rio Paraná — Porto Rico
O último trecho livre do Rio Paraná em território brasileiro, com ilhas e várzeas. Bagres e dourado em pesque-e-solte.
Ambergris Caye — San Pedro
A maior ilha de Belize, com flats de bonefish e permit a poucos minutos da vila e o azul logo depois da barreira de corais.
Angra dos Reis e Ilha Grande
Baía abrigada com centenas de ilhas e costões. Robalo nos mangues e garoupa nas pedras.
Aracaju — estuário do Rio Sergipe
A capital entre dois estuários, o do Rio Sergipe e o do Vaza-Barris. Robalo e camurupim perto da cidade.
Archipiélago Los Roques
Parque nacional no Caribe venezuelano e um dos destinos de macabí (bonefish) mais procurados do Caribe. Pesca de visão nos baixios.
Armação dos Búzios
Península de costões e ilhas ao lado de Cabo Frio. Olhete, anchova e garoupa nas ilhas e lajes.
Arraial do Cabo e Cabo Frio
Ressurgência de água fria, costões e ilhas. Olhete, anchova e garoupa perto da costa.
Açude Banabuiú — Banabuiú
Grande açude do DNOCS no sertão central do Ceará, no Rio Banabuiú. Tucunaré nas pontas de pedra, tilápia e traíra.
Açude Castanhão — Jaguaribara
Maior açude do Ceará, no Rio Jaguaribe. Tucunaré e pescada em água quente o ano todo.
Açude Epitácio Pessoa — Boqueirão
Açude do DNOCS no Cariri paraibano, perto de Campina Grande, com tucunaré nas pedras e galhadas, água clara e paisagem de caatinga.
Açude Orós
Um dos maiores açudes do Ceará, no Rio Jaguaribe. Tucunaré e pescada em pesca de lago no sertão.
Açudes Coremas e Mãe d'Água
O maior sistema de açudes da Paraíba, no sertão do Piancó. Tucunaré e pescada em lago de caatinga.
Bahía de la Ascensión — Punta Allen
Flats rasos dentro da Reserva da Biosfera Sian Ka'an. Referência mundial em permit no fly, com bonefish, tarpon e snook.
Bahía del Espíritu Santo — Sian Ka'an
Baía rasa e de margens desertas no sul de Sian Ka'an, vizinha da Ascensión. Permit no fly em flats enormes, com bonefish, tarpon e snook.
Bahía Magdalena — Puerto Adolfo López Mateos
Lagoa costeira no Pacífico da Baja California Sur, fechada por ilhas de areia. Robalo e corvinas nos mangues, marlim-listrado no outono.
Bahía Piña — Tropic Star Lodge
Lodge histórico no Darién, no Pacífico do Panamá, com marlim-negro, atum grande e o famoso recife Zane Grey a poucos quilômetros.
Bahía San Blas — Isla del Jabalí
Vila de pescadores numa ilha da reserva de Bahía San Blas, no extremo sul de Buenos Aires. Corvina, pescadilla e tubarões grandes, sempre soltos.
Bahía Solano — Pacífico do Chocó
Mar azul perto da costa, selva até a praia e peixes de bico. Pesca oceânica numa zona reservada à pesca artesanal.
Baixo Rio Branco — Santa Maria do Boiaçu
Rio de água barrenta com afluentes de água preta. Mistura tucunaré-açu nos lagos e bagres grandes na calha.
Balbina e Rio Uatumã — Presidente Figueiredo
Lago de hidrelétrica com milhares de ilhas e paliteiros, a cerca de 3 horas de Manaus. Tucunaré-açu em quantidade, com acesso por estrada.
Barra del Colorado
Vila na foz do Río Colorado, no Caribe norte da Costa Rica, que ficou famosa no mundo como o reino do tarpon.
Barra do Guaicuí — Várzea da Palma
Vila histórica no encontro do Rio das Velhas com o São Francisco, ponto tradicional de pesca. Dourado, matrinxã e piranha.
Barra do Ribeira — Iguape
A foz do Rio Ribeira de Iguape, na vila caiçara da Barra do Ribeira. Robalo acima de tudo, com pampo, corvina, pescada e xaréu.
Barra do Rio Araranguá — Araranguá
A barra móvel do Rio Araranguá, perto do Morro dos Conventos, e as praias de surfcasting vizinhas, como Arroio do Silva. Robalo, corvina, tainha e papa-terra.
Barra do Rio Mamanguape — Rio Tinto e Marcação
Estuário preservado no litoral norte da Paraíba, área do peixe-boi, com camurupim no rio e na barra. Pesca regrada pela APA.
Barragem Armando Ribeiro Gonçalves — Vale do Açu
O maior reservatório do Rio Grande do Norte, no Vale do Açu. Tucunaré, pescada e tilápia no sertão potiguar.
Barragem de Santa Cruz — Apodi
Grande reservatório do oeste potiguar, inaugurado em 2002, com torneio de pesca de tucunaré autorizado pelo Ministério da Pesca.
Baía da Babitonga — São Francisco do Sul
O maior estuário de Santa Catarina, com dezenas de ilhas e manguezais. Robalo, corvina e sargo perto de Joinville.
Baía de Camamu — Camamu e Maraú
Baía de ilhas, manguezais e recifes no sul da Bahia, entre Camamu e a Península de Maraú. Robalo no mangue, xaréu e carapeba nos canais.
Baía de Sepetiba — Itacuruçá
Baía rasa com ilhas e lajes, fechada pela Restinga da Marambaia, a 85 km do Rio. Corvina, robalo-peva e espada, com saída de barco de Itacuruçá.
Baía de São Marcos — São Luís
Baía de marés gigantes, com pescada-amarela, camurupim e robalo em canais e mangues.
Baías de Paranaguá e Guaratuba
Duas grandes baías do litoral paranaense, com robalo em mangues e pedras e corvina nos canais.
Belize River — Ladyville e Belize City
O rio que chega ao mar ao norte de Belize City. Tarpon e snook nos rios, creeks e lagoas de mangue, a minutos do aeroporto internacional.
Bimini — Alice Town (North Bimini)
Ilha das Bahamas mais perto da Flórida, na beira do Gulf Stream. Pesca oceânica tradicional de marlim, atum e wahoo, com bonefish nos flats.
Black River — St. Elizabeth (Lower Morass)
Foz do Black River e o Lower Morass, sítio Ramsar na costa sul da Jamaica. Snook nos mangues e nas curvas do rio, de barco pequeno.
Boca Chica — Golfo de Chiriquí
Vila de pescadores na entrada do Parque Nacional Marino Golfo de Chiriquí, base para ilhas, cabeços e o azul do Pacífico oeste do Panamá.
Cabo Blanco e Máncora
Onde saiu o maior marlim já pescado no mundo, em 1953. Hoje a pesca de bico é no Banco de Máncora, com pesque-e-solte obrigatório.
Campeche — Los Petenes
Costa rasa de mangue e pasto marinho ao norte da cidade de Campeche, na Reserva da Biosfera Los Petenes. Sábalo (tarpon) juvenil e robalo no fly.
Canal de Bertioga — Bertioga
Canal de mangue entre Bertioga e Guarujá, ligado ao estuário de Santos. Robalo-flecha e robalo-peva nas galhadas e gamboas, com pescadas e corvina.
Cananéia e Ilha Comprida
Lagamar preservado, com robalo, caranha e pescada em canais de mangue. Um dos melhores estuários do Sul e Sudeste.
Canavieiras e Ilhéus
Um dos melhores pontos de marlim-azul do Brasil. Robalo e camurupim no estuário da reserva extrativista.
Cantão e Rio Araguaia — Caseara
Porta do Cantão, a planície de lagos entre o Araguaia, o Javaés e o Coco. Pesca no entorno; dentro do parque, não.
Cap Cana — Punta Cana
Marina na ponta leste da República Dominicana, de frente para o Canal de la Mona, com marlim-azul e marlim-branco perto da costa.
Casa de Campo — Marina, La Romana
Marina na costa sudeste da República Dominicana, com pesqueiros entre o Parque Nacional del Este, a Isla Catalina e a Saona.
Cayo Guillermo — Marina Marlin e Canal Viejo de Bahamas
Corrico no Canal Viejo de Bahamas, a poucas milhas de Cayo Guillermo e Cayo Coco, com marlim-azul, marlim-branco, agulhão-vela e dourado.
Cayo Largo del Sur — flats dos Canarreos
Flats de areia branca, mangue e recife na ponta leste dos Canarreos, com permit, bonefish e tarpon pescados só com fly.
Cayo Romano e Cayo Cruz — flats de Jardines del Rey
Lagoas, canais e flats de mangue na costa norte de Camagüey, área só de pesca esportiva, com bonefish, permit e tarpon.
Caño Negro — Refugio Nacional de Vida Silvestre
Lagoas e canais do río Frío no norte da Costa Rica, refúgio Ramsar com guapote, sábalo real, robalo e o gaspar, com pesca só na época permitida.
Chaguaramas — The Bocas (Bocas del Dragón)
Península no noroeste de Trinidad, de frente para as Bocas del Dragón. Cardumes de tarpon nos canais entre as ilhas, de junho a novembro.
Chiloé — Lagos Huillinco e Cucao
Lagos e estuários da costa oeste da ilha, ligados ao Pacífico. Truta-marrom, inclusive a que desce ao mar, e salmões escapados de cultivo.
Ciénaga de Zapata — Las Salinas e Río Hatiguanico
O maior pantanal do Caribe, na Península de Zapata, com flats de bonefish em Las Salinas e tarpon e robalo no Río Hatiguanico.
Clube Pescar — Luziânia
Pesqueiro só de pesca esportiva em Luziânia, a menos de 60 km de Brasília, com três tanques principais e pirararas de até 50 kg. Fundado em 1996.
Costões de Bombinhas — Bombinhas
Península de costões e praias de água clara entre as enseadas de Porto Belo e de Tijucas, em frente à Reserva Biológica do Arvoredo. Anchova, garoupa e sargo.
Cozumel — Canal de Cozumel e lagoas do norte
Ilha em frente a Playa del Carmen. Corrico no Canal de Cozumel para agulhão-vela e marlim, e lagoas no norte com bonefish e permit.
Cânion do Xingó — Canindé de São Francisco
Lago encaixado entre paredões de rocha no baixo São Francisco. Tucunaré, corvina e tilápia em água verde e clara.
Delta del Paraná — Zárate
Labirinto de rios e arroios a cerca de 90 km de Buenos Aires. Dourado no inverno, pejerrey, boga e tararira nos canais.
Delta do Parnaíba e Barra Grande
O único delta em mar aberto das Américas, com camurupim, robalo e pescada em mangues, furos e praias.
East Cape — Los Barriles e Buena Vista
Costa do Mar de Cortés ao norte de Los Cabos, com água funda perto da praia. Pez gallo na arrebentação, dourado-do-mar, atuns e marlins no azul.
Embalse de Guri — Bolívar
O maior embalse da Venezuela, de água preta, no rio Caroní. Pavón e payara numa pesca esportiva que já teve fama e sente o peso da captura.
Embalse Hanabanilla — Escambray
Represa de montanha no Escambray, em Villa Clara, com black bass, a trucha dos cubanos, pescado de barco em marcar e soltar.
Enseada de Itaipu — Niterói
Enseada oceânica de Niterói, entre Piratininga e Itacoatiara, com as ilhas do Pai, da Mãe e da Menina. Corvina, espada e betara, dentro de uma reserva extrativista com regras próprias.
Ensenada — Bahía de Todos Santos
Porto do Pacífico na Baja California, com frota de pesca esportiva no malecón. Jurel e peixes de pedra nas ilhas, atuns ao largo no verão.
Esteros del Iberá — Río Corriente
O grande banhado de Corrientes e o rio que o drena. Dourado na mosca, em água clara e fundo de areia branca, sempre com devolução.
Estuário do Caeté e Ajuruteua — Bragança
Estuário de manguezais entre Bragança e a praia de Ajuruteua, dentro de uma reserva extrativista. Pescada-amarela, robalo e camurupim.
Estuário do Rio Paraíba — Cabedelo
Manguezais e canais entre Cabedelo e Lucena. Camurupim rolando na superfície e robalo nas raízes do mangue.
Estuário dos rios Piauí e Real — Indiaroba
Estuário de mangue na divisa de Sergipe com a Bahia, em frente às dunas de Mangue Seco. Robalo nos canais e na foz.
Fajardo — Puerto del Rey e costa leste
Costa leste de Porto Rico, com grandes marinas e saída rápida para Culebra, Vieques e o azul, com marlim, dourado, wahoo e atum.
Fernando de Noronha — pesca oceânica
Água azul a poucos minutos do porto, com cavala-empinge, barracuda e atuns. Pesca só fora do Parque Nacional Marinho.
Florianópolis — baías e costões da ilha
Ilha de baías calmas, lagoas e costões. Robalo nas baías, tainha e anchova no inverno, pesca de praia de norte a sul.
Fortaleza — costa e pesca embarcada
Pesca de fundo e de corrico saindo do Mucuripe, em pedras e parcéis da costa cearense. Cavala, ciobas e guaiuba.
Foz do Rio de Contas — Itacaré
O Rio de Contas chega ao mar em Itacaré entre mangue, praias e mata atlântica. Robalo e camurupim entram com a maré.
Foz do Rio Jaguaribe — Fortim
Onde o Jaguaribe encontra o mar, entre Fortim e Aracati, no litoral leste do Ceará. Robalo no mangue e camurupim na barra.
Foz do São Francisco — Piaçabuçu
Onde o Velho Chico encontra o mar, entre dunas de Alagoas e Sergipe. Robalo e camurupim no estuário.
Fundo da Baía de Guanabara — Guapimirim
Manguezais e canais no fundo da Baía de Guanabara, dentro da APA de Guapimirim. Robalo-peva e robalo-flecha, com bagre, corvina e ubarana.
Galápagos — Reserva Marina (pesca vivencial)
Pesca esportiva comum não é permitida na Reserva Marinha. O turista só pesca no tour de pesca vivencial, com pescador local autorizado pelo Parque Nacional.
Garopaba e Imbituba
Enseadas, costões e lagoas na costa das baleias-francas. Tainha e anchova no inverno, robalo nas lagoas.
Golfito — Golfo Dulce
Golfo profundo e abrigado no sul do Pacífico da Costa Rica, com peixe-vela e marlim no azul e peixe-galo, pargo e robalo perto da costa.
Grand Bahama — East End (McLean's Town e Deep Water Cay)
Ponta leste de Grand Bahama, com vilas de pescadores e um labirinto de flats e mangues. Bonefish residente e flats de fundo duro para caminhar.
Great Exuma — George Town e Elizabeth Harbour
Vila principal de Exuma, de frente para a Elizabeth Harbour. Flats de bonefish e permit ao redor, com um parque nacional fechado à pesca extrativa.
Guarapari — costões e mar aberto
Praias, ilhas e costões ao sul de Vitória, com pesca de costão e saídas para o mar aberto.
Holbox — Yum Balam
Ilha de areia no norte de Quintana Roo, dentro da Área de Proteção de Flora e Fauna Yum Balam. Tarpon no fly e no spinning.
Ilha de Itamaracá e Canal de Santa Cruz
Canal de manguezal entre a ilha e o continente, ao norte do Recife. Robalo e camurupim em pesca de maré.
Ilha de Marajó — Soure
Pesca de estuário na foz do Amazonas, com camurupim, pescada-amarela e robalo em praias, furos e manguezais.
Ilha do Bananal — Rio Javaés
A maior ilha fluvial do mundo, entre o Araguaia e o Javaés. Lagos isolados com tucunaré, pirarucu e aruanã.
Ilha do Mel
Ilha sem carros na entrada da Baía de Paranaguá. Pesca de praia e de costão fora das áreas protegidas.
Ilha Solteira e Três Irmãos
Dois lagos ligados pelo Canal de Pereira Barreto. Referência paulista em tucunaré e corvina.
Ilhabela e Canal de São Sebastião
Canal fundo e ilhas oceânicas perto da costa. Olhete e anchova no inverno, dourado-do-mar no verão.
Isla Coiba — Parque Nacional Coiba
Parque nacional marinho e Patrimônio Mundial da Unesco no Pacífico do Panamá, com peixe-galo, pargo, atum e marlim em águas muito protegidas.
Isla Mujeres — Caribe Mexicano
Ilha em frente a Cancún, base clássica da pesca de agulhão-vela no Caribe mexicano. Corrida de veleiros no inverno e na primavera.
Itajaí e Balneário Camboriú
O maior porto pesqueiro do país e a orla de Balneário Camboriú. Molhes, ilhas e parcéis com anchova e olhete.
Iwokrama — Rio Essequibo (Kurupukari)
Floresta protegida de 371 mil hectares no coração da Guiana, com corredeiras do Essequibo, bagres grandes e tucunaré num pacote de pesca sazonal.
Ixtapa-Zihuatanejo — Costa Grande de Guerrero
Baía de pescadores na Costa Grande de Guerrero, com água azul perto da costa. Agulhão-vela quase o ano todo, marlins no fim do inverno, pez gallo nas praias.
Iztapa e Puerto San José
A costa do Pacífico da Guatemala é conhecida pelo número de peixes-vela levantados por dia, sempre em pesque-e-solte.
Jardines de la Reina
Arquipélago remoto no sul de Cuba, parque nacional com flats intocados, bonefish, permit e tarpon, só em pesque-e-solte.
Jericoacoara e Camocim
Vila de dunas no litoral oeste do Ceará, dentro de um parque nacional. Corrico de cavala no mar e robalo nos rios de Camocim.
Joulter Cays — North Andros (Lowe Sound)
Bancos de areia branca ao norte de Andros, parque nacional desde 2015. Cardumes grandes de bonefish, pescados a pé com guias de Lowe Sound.
João Pessoa — litoral e parrachos
Recifes costeiros, parrachos e a ponta mais oriental das Américas. Pesca embarcada de fundo e corrico perto da cidade.
Karanambu — Rio Rupununi
Lodge na beira do Rupununi, fundado pela conservacionista Diane McTurk, com arapaima (pirarucu) em pesque-e-solte e payara e tucunaré no rio.
La Paloma — costa de Rocha
Praias abertas, pontas de pedra e porto no Atlântico uruguaio. Corvina negra, anchova e pesca de praia.
La Paz — Mar de Cortés
Capital da Baja California Sur, no Mar de Cortés. Pez gallo nas praias, dourado-do-mar no aberto e pargos nas pedras.
Lago Arenal
O maior lago da Costa Rica, aos pés do vulcão Arenal, com guapote (rainbow bass) nativo e machaca.
Lago Baccarac — Presa Bacurato (Gustavo Díaz Ordaz)
Represa do río Sinaloa que aparece em inglês como Lake Baccarac. Lobina (black bass) pescada de barco, com lodge, num lago de nível que varia muito.
Lago Cocibolca — San Carlos y Solentiname
Saída do Río San Juan no sudeste do Cocibolca, com o arquipélago de Solentiname ao lado: sábalo real, guapote e robalo em água doce.
Lago de Atitlán — Sololá
Lago vulcânico de 130 km² no altiplano, cercado por três vulcões. Black bass introduzido, pescado de lancha ou de cayuco nas margens.
Lago de Cachoeira Dourada — Cachoeira Dourada
Lago estreito do Rio Paranaíba entre Goiás e Minas, logo abaixo da represa de Itumbiara. Praias, águas termais e etapa do circuito goiano de pesca esportiva.
Lago de Corumbá IV — Alexânia
Represa do Rio Corumbá entre Brasília e Goiânia, com braços de cerrado alagado e tucunaré. Já recebeu etapas do circuito goiano de pesca esportiva.
Lago de Corumbá — Caldas Novas
Lago da usina de Corumbá I, ao lado das águas termais de Caldas Novas. Tucunaré nas galhadas e pedras, traíra e tilápia nas margens.
Lago de Emborcação — Três Ranchos
Represa do Rio Paranaíba entre Goiás e Minas, de água clara, com tucunaré nos paliteiros. Três Ranchos recebe etapas do circuito goiano de pesca esportiva.
Lago de Foz do Areia — Bituruna
Lago da usina de Foz do Areia, no médio Iguaçu, com pesca esportiva do dourado e campeonato anual em Bituruna.
Lago de Furnas — Capitólio
O mar de Minas, entre cânions e serras. Tucunaré, traíra e tilápia em água clara.
Lago de Itaipu — Santa Helena
Braços e prainhas do lago de Itaipu, com tucunaré, corvina e peixes nativos do Paraná. Muitos torneios.
Lago de Itaparica — Petrolândia
Lago da usina Luiz Gonzaga, entre Pernambuco e Bahia, com a torre da igreja submersa de Petrolândia. Pescada e tilápia.
Lago de Itá — Rio Uruguai
Lago de hidrelétrica no Rio Uruguai, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Traíra, jundiá e piava, com dourado no rio.
Lago de Lajeado — Palmas
Lago da hidrelétrica do Tocantins na porta da capital. Tucunaré e corvina com logística de cidade grande.
Lago de Manso — Chapada dos Guimarães
O maior lago artificial de Mato Grosso, no Rio Manso, afluente do Cuiabá. Marinas, praias e pesca embarcada perto de Cuiabá e Chapada dos Guimarães.
Lago de Pedra do Cavalo — Cachoeira
Represa do Rio Paraguaçu junto a Cachoeira e São Félix, que abastece Salvador. Tucunaré nas galhadas e traíra nas enseadas.
Lago de Peixe Angical — Peixe
Lago da usina de Peixe Angical, no sul do Tocantins. Tucunaré-azul e amarelo no lago e corredeiras com ilhas rio abaixo.
Lago de Samuel — Candeias do Jamari
Lago da usina de Samuel, no Rio Jamari, perto de Porto Velho. Parte do lago fica numa estação ecológica, onde não se pesca.
Lago de Serra da Mesa — Uruaçu
Lago enorme no alto Tocantins, de água clara e tucunaré de bom tamanho. Base em Uruaçu.
Lago de Sobradinho
Um dos maiores lagos artificiais do mundo em área, no sertão baiano. Tucunaré, corvina e tilápia em água quente.
Lago de São Simão — Rio Paranaíba
Represa grande do Paranaíba na divisa de Goiás com Minas. Tucunaré e corvina nos braços, piau e curimbatá na ceva.
Lago de Tucuruí
Um dos maiores lagos de hidrelétrica do país, com mais de mil ilhas. Referência para tucunaré-azul grande.
Lago de Yojoa — Cortés, Comayagua e Santa Bárbara
O maior lago natural de Honduras, entre montanhas e cafezais. Foi destino de black bass; hoje a pesca é modesta e o lago é sítio Ramsar.
Lago de Água Vermelha — Paulo de Faria
O alto do lago de Água Vermelha, no Rio Grande, a montante de Cardoso. Corvina, tucunaré e traíra no barranco e de barco.
Lago do Jatapu — Caroebe
Lago de hidrelétrica no sul de Roraima, com festival de pesca esportiva do tucunaré e recorde brasileiro de tucunaré-vazzoleri.
Lago Dos Bocas — Utuado e Arecibo
Represa de 1942 no centro-norte de Porto Rico, com tucunaré e black bass introduzidos e cotas diárias definidas pelo DRNA.
Lago dos Tigres — Britânia
Lago natural de águas calmas no vale do Araguaia, com praia na cidade. Pesca de lago e base para o Araguaia.
Lago e Río Traful — Villa Traful
Lago de água cristalina no Parque Nacional Nahuel Huapi, conhecido pelo salmão-de-lago. O río Traful, de mosca e devolução, sai dele rumo ao Limay.
Lago Gatún — Gamboa
Represa do Canal do Panamá com o sargento, tucunaré introduzido nos anos 1960, e tarpon que atravessa as eclusas, perto da capital.
Lago General Carrera — Puerto Guadal
Lago binacional enorme e azul, que na Argentina se chama Lago Buenos Aires. Trutas no corrico e nas bocas de rio.
Lago Guaíba — Itapuã, Viamão
Onde o Guaíba encontra a Laguna dos Patos, ao lado do Parque Estadual de Itapuã. Traíra, jundiá, peixe-rei, piava e corvina.
Lago Paranoá — Brasília
O lago no meio da capital. Tucunaré em pesca de fim de tarde, com lei própria e áreas proibidas.
Lago Rincón del Bonete — San Gregorio de Polanco
Cidade-praia numa península do lago de Rincón del Bonete, no río Negro, com uma enseada reservada à pesca esportiva. A tararira (traíra) é o alvo.
Lago Strobel (Jurassic Lake) — Río Barrancoso
Lago remoto na meseta de Santa Cruz, famoso pelas arco-íris gigantes. Só pesque-e-solte, no lago e no rio Barrancoso.
Lago Titicaca — Puno
Lago de altitude, a 3.810 m, entre Peru e Bolívia. Truta e peixe-rei, ambos introduzidos, dividem a água com carachis e ispi nativos.
Lago Yelcho e Río Yelcho — Puerto Cárdenas
Lago glacial verde-esmeralda na Carretera Austral, ao sul de Chaitén, de onde nasce o Río Yelcho. Trutas e salmões de bote e de margem.
Lagoa dos Patos — Rio Grande
Estuário da maior lagoa do Brasil, com corvina, tainha e linguado. Os Molhes da Barra são ponto clássico.
Lagoa Juparanã — Linhares
A maior das lagoas do baixo Rio Doce, com mais de 60 km² de água doce em Linhares. Tucunaré, traíra e robalo, com torneio de pesque-e-solte em agosto.
Lagoa Manguaba — Marechal Deodoro e Pilar
Lagoa de cerca de 42 km² entre Pilar e Marechal Deodoro, ligada ao mar pelos canais do complexo Mundaú-Manguaba. Robalo perto dos canais.
Laguna Cáceres e Canal Tamengo — Puerto Quijarro
A porta boliviana do Pantanal, ao lado de Corumbá. Lagoa e canal ligados ao rio Paraguai, entre duas grandes áreas protegidas.
Laguna de Alvarado — Río Papaloapan
Sistema de lagoas e rios na foz do Papaloapan, sítio Ramsar no sul de Veracruz. Robalo e chucumite nos canais de mangue, sábalo na boca da lagoa.
Laguna e Florianópolis — tainha e robalo
Safra da tainha no outono e robalo nas lagoas e baías no verão. Pesca cooperativa com botos em Laguna.
Laguna Yarinacocha e río Ucayali — Pucallpa
Antigo braço do Ucayali colado a Pucallpa, com pesca esportiva, barcos de aluguel e comunidades shipibo. Grandes bagres no rio e paiche com regras.
Loreto — Parque Nacional Bahía de Loreto
Cidade das missões no Mar de Cortés, dentro de um parque nacional marinho com cinco ilhas. Jurel nas pontas, dourado-do-mar no verão.
Los Cabos — Cabo San Lucas
Onde o Pacífico encontra o Mar de Cortés. Uma das capitais mundiais do marlim, com frota grande e pesqueiros perto do porto.
Los Sueños — Herradura
A marina mais estruturada do Pacífico central da Costa Rica, base para peixe-vela e marlim a menos de duas horas de San José.
Maceió — litoral alagoano
Mar quente e recifes perto da costa, com cavala, guaiúba e dourado-do-mar. Robalo e camurupim nas lagoas.
Manta — Manabí
O maior porto pesqueiro do Equador e casa da frota atuneira. Saídas de corrico atrás de marlim, atum-amarelo e dourado-do-mar.
Manzanillo — Bahías de Manzanillo y Santiago
Porto de Colima que se apresenta como capital mundial do pez vela. Agulhão-vela, marlins, dourado-do-mar e atum, com torneio há sete décadas.
Marina Hemingway — La Habana
Corrico de picudos no Estreito da Flórida, na saída de Havana, na marina que sedia o torneio de pesca da aguja criado em 1950.
Mazatlán — Sinaloa
Porto tradicional da pesca de bico no Pacífico mexicano, na entrada do Golfo da Califórnia. Agulhão-vela, marlins e dourado-do-mar.
Natal — litoral potiguar
Pesca embarcada em parcéis e mar aberto, com cavala, dourado-do-mar, atum e peixes de recife.
Nuquí — Golfo de Tribugá
Golfo de Tribugá, no Pacífico do Chocó: pedras, bocas de rio e mar azul perto da costa, num distrito de manejo com pesca artesanal e baleias.
Orinoco, Bita e Tomo — Puerto Carreño
Pavón e payara no encontro do Meta com o Orinoco, na fronteira com a Venezuela. Destino de pesca de turismo à espera de regulamentação.
Paraty — baía e ilhas
Baía abrigada com dezenas de ilhas, costões e manguezais. Robalo, garoupa e olhete a poucos minutos da cidade histórica.
Parismina — Barra del Parismina
Vila sem estrada na barra do Parismina, no Caribe da Costa Rica, na divisa sul do Parque Tortuguero: tarpon e robalo na barra, canais e mar.
Parque Maeda — Itu
Complexo de lazer em Itu com três áreas de pesca esportiva em tanques, todas no sistema pesque-e-solte, do tanque de iniciantes ao Tancão de mais de 50 mil m².
Parque Nacional Los Alerces — ríos Arrayanes e Rivadavia
Rios curtos de água transparente entre lagos e bosques de alerces, na cordilheira do Chubut. Trutas no fly, com regras de parque nacional.
Pedasí — Isla Iguana y Los Frailes
Ponta sudeste da península de Azuero, com saída para a Isla Iguana, Los Frailes e o azul do golfo de Panamá: atum-amarelo, peixe-galo e pargos.
Pesque Pague Gabardo — Montenegro
Pesqueiro a cerca de 40 minutos de Porto Alegre, com um lago de 66 mil m² e dourados de mais de 18 kg já pescados e soltos, segundo a casa.
Pesqueiro Matsumura — São Paulo
Pesqueiro aberto em 1993 no extremo sul da capital paulista, com seis lagos em duas unidades, tambacus de mais de 38 kg e pirararas de mais de 25 kg, segundo a casa.
Pesqueiro Valle Verde — Mandirituba
Pesqueiro a cerca de 50 km de Curitiba com nove lagos de pesque-e-solte, três para pesca noturna e cinco de pesque-pague. Sede da etapa paranaense do CBP.
Placencia — Stann Creek
Península estreita no sul de Belize, entre uma lagoa e o mar. Flats nos cayos a leste com permit, tarpon e snook; recife e azul perto.
Plataforma de Pesca de Mongaguá
Píer de concreto de cerca de 400 m mar adentro, em T, para pescar além da arrebentação sem barco.
Plataforma de Pesca — Cidreira
Píer de concreto com cerca de 500 m mar adentro no litoral norte gaúcho, aberto o ano todo com ingresso. Corvina, anchova, tainha e linguado.
Playa Flamingo — Guanacaste
Praia do norte de Guanacaste com tradição de pesca esportiva desde os anos 1980, perto das ilhas Catalinas e do mar aberto do Pacífico norte.
Playas del Coco — Golfo de Papagayo
Vila de praia no golfo de Papagayo, ponto de saída para pesca costeira de peixe-galo e pargos e para o azul do Pacífico norte da Costa Rica.
Port Antonio — Portland (West Harbour)
Cidade portuária do nordeste da Jamaica, sede do Port Antonio International Marlin Tournament. Corrico de marlim-azul, dourado e wahoo.
Porto de Galinhas e litoral sul de Pernambuco
Recifes, piscinas naturais e pesca de fundo na costa sul de Pernambuco, até Tamandaré e a Costa dos Corais.
Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália
Costa do Descobrimento, com recifes, rios e pesca de fundo. Ciobas e dentões fora dos parques marinhos.
Praia do Cassino ao Chuí — surfcasting
Cerca de 220 km de praia contínua até a Barra do Chuí. Surfcasting de corvina, papa-terra e pampo.
Presa El Cuchillo — Cuchillo-Solidaridad
Grande represa do río San Juan, no município de China, a leste de Monterrey. A lobina é reservada à pesca esportiva, com cota de 1 peixe e desova protegida.
Presa El Salto — Ing. Aurelio Benassini Vizcaíno
Represa do río Elota, em Sinaloa, conhecida pela lobina (black bass) grande. Pesca de barco com guia entre árvores submersas, com regra de tamanho.
Presa Vicente Guerrero — Las Adjuntas
Grande represa de Tamaulipas, a nordeste de Ciudad Victoria, com regra de lobina feita para formar troféus. Ficou muito baixa em 2024 e voltou a encher.
Puerto López — Parque Nacional Machalilla
Vila de pescadores na porta do Parque Nacional Machalilla e da Isla de la Plata. Pesca costeira de fundo e de corrico, só fora das zonas protegidas.
Puerto Vallarta — Bahía de Banderas
Grande baía do Pacífico entre Jalisco e Nayarit. Agulhão-vela, marlins e atum-amarelo nos bancos de fora; pez gallo e dourado-do-mar mais perto.
Punta del Este — Isla Gorriti e Isla de Lobos
Pedras, molhes e praias na ponta da península, com saídas de barco para a Isla Gorriti e o parcel da Isla de Lobos. Corvina, pescadilla e burriqueta.
Punta Gorda — Port Honduras Marine Reserve
A cidade mais ao sul de Belize, diante da Port Honduras Marine Reserve: cayos de mangue, rios e lagoas com permit, tarpon e snook.
Quepos — Marina Pez Vela
Marina do Pacífico central da Costa Rica, base de frota de pesca oceânica para peixe-vela e marlim, ao lado do Parque Nacional Manuel Antonio.
Recife — naufrágios e costa pernambucana
Naufrágios e parcéis perto da costa, com cioba, dentão, guaiúba e olho-de-boi. Camurupim nos rios.
Reentrâncias de Cururupu — Resex de Cururupu
Arquipélagos de mangue nas Reentrâncias Maranhenses, protegidos por uma reserva extrativista. Pescada-amarela, robalo e serra com pescadores locais.
Represa de Boa Esperança — Guadalupe
Lago do Rio Parnaíba na divisa do Piauí com o Maranhão. Tucunaré e pescada-do-piauí em casa.
Represa de Capivara — Alvorada do Sul
Lago da usina de Capivara no médio Paranapanema, na divisa com São Paulo. Tucunaré e corvina são os alvos principais, com traíra, mandi e piaus.
Represa de Chavantes — Carlópolis
O lago da usina de Chavantes, cheio de baías e ilhas, na divisa com São Paulo. Tucunaré-azul, corvina e pacu.
Represa de Itumbiara — Rio Paranaíba
Represa do Paranaíba entre Goiás e Minas, perto da BR-153. Tucunaré e corvina em fim de semana de pesca.
Represa de Itupararanga — Ibiúna
Represa centenária do Rio Sorocaba, a cerca de 100 km de São Paulo. Traíra, curimbatá, lambari e mandi em pesca de fim de semana.
Represa de Jurumirim — Avaré
A primeira grande represa do Paranapanema, com braços longos e água limpa. Tucunaré, corvina e traíra.
Represa de Miranda — Indianópolis
Lago do Rio Araguari entre Uberlândia e Indianópolis, cercado de ranchos e tablados. Tucunaré-amarelo e azul, traíra e pesca de ceva.
Represa de Nova Ponte — Rio Araguari
Represa do Triângulo Mineiro famosa pelo tucunaré, com braços longos e água clara.
Represa de Promissão — Borborema
O alto do lago de Promissão, no Tietê, com mais de 30 km de margens em Borborema. Corvina, tilápia e tucunaré, com ranchos e guias de pesca.
Represa de Volta Grande — Miguelópolis
Lago do Rio Grande na divisa com Minas, com prainha e casas de veraneio em Miguelópolis. Tucunaré-azul e amarelo em pesca de arremesso.
Represa e Rio São Francisco — Três Marias
Lago grande e rio abaixo da barragem. Dourado e surubim no São Francisco, tucunaré e corvina no lago.
Reserva Nacional Pacaya-Samiria
A "selva dos espelhos": 2 milhões de hectares de rios e lagos de água preta entre o Marañón e o Ucayali. Pesca esportiva só onde o plano mestre permite.
Rio Abacaxis — Borba e Nova Olinda do Norte
Rio de floresta entre o Madeira e o Tapajós, com pesca esportiva comunitária em fase de regularização. Só com operador ligado às comunidades.
Rio Acre — Rio Branco
Pescaria de barranco e de voadeira na capital do Acre. Bagres de couro na seca, com o rio baixo e encaixado.
Rio Amapá Grande — Amapá
Rios e lagos costeiros do norte do Amapá, com camurupim rolando em água escura. Destino remoto e pouco pescado.
Rio Apa — Bela Vista
Rio de fronteira com o Paraguai no sudoeste de MS, com ranchos e pousadas de pesca. Pacu, piraputanga e dourado.
Rio Aquidauana — Aquidauana
Portão leste do Pantanal sul, a duas horas de Campo Grande. Rio de barrancos com pintado, pacu e piraputanga.
Rio Aquidauana — Piraputanga e Camisão (serra)
O Aquidauana na Serra de Maracaju, nos distritos de Piraputanga, Camisão e Palmeiras, com ranchos e pousadas. Piraputanga, pacu e dourado.
Rio Araguaia — Araguacema
Araguaia largo, com ilhas e praias, na margem tocantinense em frente ao Pará. Tucunaré nos lagos, cachorra e bicuda na correnteza.
Rio Araguaia — Aruanã
A cidade mais tradicional do Araguaia goiano. Praias, ranchos e barcos-hotéis, com tucunaré nos lagos e bagres no rio.
Rio Araguaia — Bandeirantes (Nova Crixás)
Distrito de Nova Crixás na margem goiana do médio Araguaia, entre Aruanã e Luiz Alves. Praias na seca, lagos marginais e etapa do circuito Gigantes do Araguaia.
Rio Araguaia — Cocalinho
Praias e lagos do médio Araguaia no lado mato-grossense. Temporada de julho com acampamentos e tucunaré nos lagos.
Rio Araguaia — Conceição do Araguaia
O Araguaia paraense, com praias na seca e lagos de tucunaré nas margens. Divisa com o Tocantins.
Rio Araguaia — Luiz Alves (São Miguel do Araguaia)
O Araguaia clássico: praias brancas, acampamentos e lagos com tucunaré. Pirarara e pirarucu completam a pescaria.
Rio Araguaia — São Félix do Araguaia
O Araguaia em frente à Ilha do Bananal. Lagos de tucunaré, praias e bagres na calha, no norte de Mato Grosso.
Rio Araguari — Porto Grande
Grande rio do Amapá, de corredeiras e lajes, com trairão e tucunaré. Pesca esportiva permitida no trecho da Flona do Amapá.
Rio Arinos — Porto dos Gaúchos
Rio amazônico do norte de Mato Grosso, afluente do Juruena, com festival de pesca esportiva no pesque-e-solte em agosto.
Rio Aripuanã — Novo Aripuanã
Afluente de água clara do Madeira, com tucunaré nos lagos e bagres e matrinxã na correnteza.
Rio Cuiabá — Barão de Melgaço
Pantanal norte perto de Cuiabá, com o Rio Cuiabá e as baías de Chacororé e Siá Mariana.
Rio Cuiabá — Porto Jofre
Fim da Transpantaneira, perto do encontro dos rios Cuiabá, Piquiri e São Lourenço. Pescaria de rio grande com onça na margem.
Rio Curimataú — Barra do Cunhaú
Estuário de mangue no litoral sul potiguar, conhecido pelos camurupins adultos que rolam no rio. Robalo e peva nos galhos do mangue.
Rio das Mortes — Nova Xavantina
Afluente de água clara do Araguaia, com pedrais, praias e corredeiras. Cachorra, bicuda e bagres em pesca esportiva.
Rio Grande — lago de Água Vermelha (Cardoso)
Lago da usina de Água Vermelha, no Rio Grande, na divisa de São Paulo com Minas. Tucunaré e corvina.
Rio Guaporé — Costa Marques
O Guaporé na fronteira com a Bolívia, perto do Real Forte Príncipe da Beira. Bagres e pirapitinga em rio de várzea.
Rio Guaporé — Pimenteiras do Oeste
Rio de fronteira com a Bolívia, de várzeas enormes e baías. Surubins e pirarara no rio, tucunaré nas baías.
Rio Guaporé — Vila Bela da Santíssima Trindade
Alto Guaporé na antiga capital de Mato Grosso, perto da Bolívia. Orla, praias na seca e festival de pesca em setembro.
Rio Iaco — Sena Madureira
Afluente do Purus que banha Sena Madureira, no Acre. Bagres nos poços da calha e peixes de escama nos lagos de várzea.
Rio Itanhaém — Itanhaém
Estuário de mangue a uma hora e meia de São Paulo. Robalo-flecha e peva nos braços do Rio Itanhaém.
Rio Itapará — Rorainópolis
Afluente de água preta do baixo Rio Branco, perto de Santa Maria do Boiaçu. Tucunaré-açu com número limitado de pescadores.
Rio Ivinhema — Ivinhema
Rio de várzea da bacia do Paraná, no sul de MS, com ranchos e pousadas. Dourado e pintado no pesque-e-solte; o baixo curso é parque estadual.
Rio Jufari — divisa AM/RR
Afluente de água preta do Rio Negro, na divisa entre Amazonas e Roraima. Tucunaré-açu em lagos pouco pescados.
Rio Juruena — Cotriguaçu
Rio remoto do noroeste de MT, de água clara e corredeiras. Trairão, cachorra e matrinxã em ambiente quase intocado.
Rio Juruá — Cruzeiro do Sul
O grande rio do oeste acreano. Bagres de couro nos poços da seca e tucunaré e aruanã nos lagos de várzea.
Rio Madeira — Borba
Rio de bagres gigantes. Piraíba, dourada e pirarara na calha; tucunaré e tambaqui nos lagos e afluentes.
Rio Madeira — Porto Velho
O rio dos grandes bagres migradores. Dourada, piraíba e pirarara na calha forte do Madeira, ao lado da capital.
Rio Mamoré — Guajará-Mirim
Rio barrento de fronteira com a Bolívia, terra de bagres grandes. Afluentes de água clara guardam tucunaré e peixes de escama.
Rio Marié — alto Rio Negro
O rio dos tucunarés gigantes, em terra indígena. Pesca esportiva de base comunitária, só pesque-e-solte e com vagas limitadas.
Rio Matupiri — Borba
Afluente do Igapó-Açu, na bacia do Madeira, protegido por uma RDS e um parque estadual. Tucunaré em rio remoto, só com operador regularizado.
Rio Miranda — Passo do Lontra
Pantanal de estrada parque, com pousadas na beira do Miranda. Pintado, pacu e piraputanga perto de tudo.
Rio Miranda — Águas do Miranda (Bonito)
Trecho serrano do Rio Miranda, entre Bonito e o Pantanal, com hotéis, pousadas e ranchos de pesca. Pacu, piraputanga, dourado e peixes de couro.
Rio Mogi Guaçu — Cachoeira de Emas
Corredeira clássica do interior paulista, ponto de passagem dos peixes de piracema. Dourado, curimbatá, piapara e mandi.
Rio Negro — Barcelos
A capital do tucunaré-açu. Água preta, milhares de lagos e a melhor chance do país de pegar um peixe acima de 10 kg.
Rio Negro — Novo Airão
Água preta a três horas de Manaus, ao lado do arquipélago de Anavilhanas. Tucunaré nos lagos e igarapés fora do parque.
Rio Negro — Santa Isabel do Rio Negro
Alto Rio Negro, água preta e terras indígenas. Tucunaré-açu em lagos e afluentes, só com operação autorizada.
Rio Nhamundá — Nhamundá
Rio de água escura na divisa do Amazonas com o Pará, com praias na seca e uma festa tradicional da pesca do tucunaré.
Rio Oiapoque — Oiapoque
O extremo norte do Brasil, na fronteira com a Guiana Francesa. Robalo e pescada no estuário, trairão rio acima.
Rio Paraguai — Corumbá
Porta de entrada do Pantanal sul pelo Rio Paraguai. Barcos-hotéis, pintado, pacu e dourado no pesque-e-solte.
Rio Paraguai — Cáceres
Alto Paraguai, com barcos-hotéis e um dos maiores festivais de pesca do país. Pintado, pacu e dourado.
Rio Paraguai — Forte Coimbra (Corumbá)
Baixo Paraguai ao sul de Corumbá, no estreito do Forte Coimbra. Pintado, jaú e pacu no rio e tucunaré-azul nas baías.
Rio Paraguai — Porto da Manga (Corumbá)
Travessia da Estrada Parque Pantanal sobre o Rio Paraguai, no Pantanal de Corumbá. Pousadas pantaneiras e pesca de pintado, pacu e dourado.
Rio Paraguai — Porto Murtinho
Baixo Pantanal na fronteira com o Paraguai. Rio largo, jaú grande e pintado nos barrancos.
Rio Paranapanema — Rosana
Encontro do Paranapanema com o Paraná, na divisa de SP, PR e MS. Dourado e pintado na correnteza.
Rio Paranaíba — Ipiaçu
O Paranaíba sinuoso e cheio de ilhas na divisa de Minas com Goiás, no alto do lago de São Simão. Ranchos de pesca, tucunaré, traíra e curimbatá.
Rio Paranaíba — Paranaíba (MS)
O Paranaíba na divisa com Minas Gerais, no extremo leste de MS, com ranchos e pousadas de pesca. Tucunaré-azul, piapara, dourado e pintado.
Rio Paraná — Aparecida do Taboado
Lago de Ilha Solteira no encontro do Paranaíba com o Grande, onde nasce o Rio Paraná. Tucunaré-azul, piapara, dourado e pintado.
Rio Paraná — Foz do Iguaçu
O Rio Paraná abaixo de Itaipu, entre a barragem e o Marco das Três Fronteiras. Dourado, pintado, jaú e piapara em água funda e correnteza.
Rio Paraná — Guaíra
Onde ficavam as Sete Quedas, hoje início do lago de Itaipu. Tucunaré e corvina, com o arquipélago de Ilha Grande rio acima.
Rio Paraná — Panorama e Paulicéia
O Rio Paraná na cabeceira do lago de Porto Primavera, na divisa com Mato Grosso do Sul. Cidade de tradição pesqueira, com barbado, mandi e pintado.
Rio Paraná — Presidente Epitácio
Lago de Porto Primavera, largo como mar. Pintado, jaú e piapara na calha; corvina e tucunaré nos braços.
Rio Paraná — Três Lagoas (Jupiá)
Lago de Jupiá e correnteza abaixo da barragem, com tucunaré nos braços e pintado e jaú no rio.
Rio Parnaíba — Floriano
O Parnaíba na divisa com o Maranhão, abaixo da barragem de Boa Esperança. Pesca de barranco e de canoa na orla de Floriano.
Rio Piraquê-Açu — Santa Cruz (Aracruz)
Estuário de mangue dos rios Piraquê-Açu e Piraquê-Mirim, na vila de Santa Cruz. Robalo no mangue e corvina, roncador e peroá na saída para o mar.
Rio Preguiças — Barreirinhas e Atins
O rio que corta os Lençóis Maranhenses até o mar em Atins. Robalo e camurupim no estuário, entre dunas e manguezais.
Rio Sucunduri — Borba
Rio de corredeiras e saltos no sul do Amazonas, formador do Canumã. Tucunaré-pinima de quase 80 cm registrado como recorde em 2024.
Rio São Francisco — Ibotirama
Médio São Francisco no oeste baiano, com ilhas, coroas de areia e quase 300 lagoas marginais. Surubim no fim do dia, dourado e corvina.
Rio São Francisco — Januária
O São Francisco do norte de Minas, de praias e barrancas, perto das cavernas do Peruaçu. Dourado e surubim.
Rio São Francisco — Petrolina e Juazeiro
O Velho Chico entre duas cidades, com ilhas e corredeiras abaixo de Sobradinho. Pescada e pintado no sertão irrigado.
Rio São Francisco — Pirapora
Corredeiras do São Francisco na frente da cidade. Dourado e surubim na tradição do Velho Chico.
Rio São Francisco — Piumhi
O São Francisco ainda jovem, perto da Serra da Canastra, com rota municipal de pesca esportiva. Piapara, piau, piranha e mandi.
Rio São Mateus (Cricaré) — Conceição da Barra
A foz do Rio São Mateus, o Cricaré, com manguezal e praias de pesca no extremo norte do ES. Robalo, pescadas, corvina e linguado.
Rio Tapajós — Alter do Chão
Praias de rio, água verde e tucunaré nos lagos e igarapés do baixo Tapajós, perto de Santarém.
Rio Tapajós — Itaituba
Rio de água clara e pedrais, com tucunaré, trairão e cachorra. Base em Itaituba, na Transamazônica.
Rio Taquari — Bom Retiro do Sul
Trecho navegável do Taquari junto à barragem e eclusa de Bom Retiro do Sul, com rampa e marina. Pintado, jundiá, traíra e piava.
Rio Taquari — Pedro Gomes
Trecho serrano do Taquari, acima de Coxim, com ranchos e pousadas de pesca. Pacu, piraputanga, dourado e peixes de couro.
Rio Teles Pires — Alta Floresta e Paranaíta
Rio de corredeiras famoso pela cachorra grande e pelo trairão. Logística boa a partir de Alta Floresta.
Rio Tietê — Barra Bonita
Represa do Tietê com eclusa e orla turística, no centro do estado. Corvina, tucunaré e tilápia em pesca de fim de semana.
Rio Tocantins — Carolina
O Tocantins represado pela usina de Estreito, entre chapadas e cachoeiras. Tucunaré-azul e cachorra no lago.
Rio Tocantins — Imperatriz
O Tocantins na divisa do Maranhão com o Tocantins, com praias de areia na seca. Tucunaré, pescada, cachorra e bicuda.
Rio Trombetas — Oriximiná
Rio de água clara do oeste do Pará, com lagos de tucunaré e corredeiras acima da Cachoeira Porteira.
Rio Uatumã — São Sebastião do Uatumã
Baixo Uatumã, rio abaixo de Balbina, com a RDS do Uatumã e pesca esportiva de base comunitária. Tucunaré-açu e vazzoleri.
Rio Unini — Barcelos
Afluente de água preta do Rio Negro, isolado e pouco pescado. Tucunaré-açu grande em lagos e beiradas.
Rio Uruguai — Barra do Quaraí e Uruguaiana
Tríplice fronteira com Argentina e Uruguai, no encontro do Quaraí com o Rio Uruguai. Dourado grande e pintado.
Rio Uruguai — Itapiranga
O Rio Uruguai no extremo oeste catarinense, na divisa com o Rio Grande do Sul. Dourado, piava, jundiá e pati em rio corrido.
Rio Uruguai — Porto Xavier
Ilhas, corredeiras e pequenas cachoeiras do Rio Uruguai na fronteira com a Argentina, nas Missões. Dourado, surubim e piava.
Rio Xeruini — Caracaraí
Afluente de água preta do baixo Rio Branco, dentro de uma RDS estadual. Tucunaré-açu só no pesque-e-solte, com operador licenciado.
Rio Xingu e Iriri — Altamira
Xingu de pedrais e corredeiras, lago de Belo Monte e o Iriri rumo à Terra do Meio. Trairão, cachorra e bagres.
Rio Xingu — São Félix do Xingu
Médio Xingu de pedrais e corredeiras. Trairão, cachorra e tucunaré em água clara.
Rio Água Boa do Univini — Caracaraí
Rio de areia branca e água clara no sul de Roraima, famoso pelo fly fishing de tucunaré. Pesca só com empresa licenciada.
Rios Araguaia e das Garças — Barra do Garças
Encontro do Rio das Garças com o alto Araguaia, na divisa com Goiás. Cidade com aeroporto, praias de temporada e pesca de bagres e cachorra.
Rios Poti e Parnaíba — Teresina
Pescaria urbana no encontro do Poti com o Parnaíba, na capital do Piauí. Pescada-do-piauí e traíra.
Rios Taquari e Coxim — Coxim
Encontro do Taquari com o Coxim, na entrada do Pantanal. Pacu, piraputanga e dourado em pesque-e-solte.
Rios Tocantins e Itacaiúnas — Marabá
O encontro do Itacaiúnas com o Tocantins, no sudeste do Pará. Praias na seca e pesca de tucunaré-azul, cachorra e pescada.
Roatán e Guanaja — Islas de la Bahía
Ilhas hondurenhas na ponta sul da barreira de corais mesoamericana, com flats de bonefish e permit e pesca no azul a poucos minutos.
Rupununi e Rewa — Rewa Eco-Lodge
Arapaima (pirarucu) com mosca, só pesque-e-solte, num lodge construído e administrado pela aldeia indígena de Rewa.
Río Aluminé — Aluminé
Rio de montanha que sai do lago Aluminé e desce pelo vale dos pehuenes até o Collón Curá. Trutas arco-íris e marrons, sempre com devolução.
Río Amazonas e cochas — Iquitos
A capital da Amazônia peruana, sem estrada para o resto do país. Tucunaré e aruanã nas cochas; paiche com temporada e tamanho mínimo.
Río Baker — Puerto Bertrand
O rio de maior vazão do Chile, azul-turquesa, nasce no Lago Bertrand. Trutas grandes em água fria e rápida.
Río Beni — Riberalta
O porto do paiche na Amazônia boliviana. Aqui o pirarucu é espécie introduzida, pescada em lagoas de várzea do Beni e do Madre de Dios.
Río Chimehuín — Boca del Chimehuín
A saída do lago Huechulafquen, ponto clássico da pesca de truta na Patagônia. Só mosca, devolução total e permissão adicional.
Río Cinaruco — Parque Nacional Santos Luzardo
Rio de água preta dos Llanos venezuelanos, limite sul do parque Santos Luzardo, com três espécies de pavón, entre elas o pavón-real.
Río Cisnes — Puerto Cisnes e Villa Amengual
Rio de 160 km que cruza Aysén de leste a oeste, dos vales abertos da fronteira ao canal Puyuhuapi. Trutas em planícies e floresta.
Río Collón Curá
Rio grande de estepe, nascido do encontro do Aluminé com o Chimehuín. Pesca de barco à deriva para trutas grandes.
Río Dulce e Lago de Izabal — Izabal
O rio que liga o Lago de Izabal ao Caribe, com cânion, El Golfete e manguezais. Tarpon e robalo em água salobra, de lancha.
Río Futaleufú — Futaleufú
Rio binacional de água azul que desce da Argentina até o Lago Yelcho. Trutas a pé e de bote; no trecho alto, só pesque-e-solte.
Río Grande — Tierra del Fuego
O rio das trutas marrons que vão ao mar. Peixes que podem passar de 10 kg na estepe fueguina, só com devolução.
Río Guaviare — San José del Guaviare
O Guaviare em San José, entre os Llanos e a selva: rio de bagres grandes e de payara, com campeonato de pesca nas praias do verão.
Río Inírida e Atabapo — Inírida
Água preta na Estrela Fluvial do Inírida, onde Inírida, Guaviare e Atabapo encontram o Orinoco. Pavón-açu em território indígena.
Río Limay Superior — Dina Huapi
O rio que nasce no lago Nahuel Huapi, ao lado de Bariloche. Água azul, correnteza forte e trutas grandes, com mosca e devolução no trecho alto.
Río Madre de Dios e Tambopata — Puerto Maldonado
No encontro do Tambopata com o Madre de Dios, porta da Amazônia sul do Peru. Grandes bagres no rio e tucunaré nas quebradas da Reserva Tambopata.
Río Malleo
Rio de vale aberto com vista do vulcão Lanín. Pesca de mosca seca em água clara, vadeando, com devolução.
Río Palena — La Junta
Rio grande e transparente que vem da Argentina e cruza a Carretera Austral em La Junta. Trutas de bote e a pé, com muitos afluentes.
Río Paraguay — Bahía Negra
O porto mais ao norte do Paraguai, no rio Paraguai, de frente para o Pantanal. Surubí, pacu e dourado em baías, poços e barrancos.
Río Paraguay — Concepción
O principal porto do norte paraguaio no rio Paraguai. Surubí e dourado nas bocas do Ypané, do Aquidabán e do Apa.
Río Paraguay — Pilar
Capital do Ñeembucú, na margem do río Paraguay em frente à Argentina. Surubí, dourado e pacu com guias locais e torneio tradicional na Semana Santa.
Río Paraná — Ayolas (Yacyretá)
A cidade paraguaia da represa de Yacyretá, no Paraná. Dourado, surubí e pacu, com tradição de torneio e estrutura de cidade.
Río Paraná — Goya
A cidade da Fiesta Nacional del Surubí. Paraná com riachos, ilhas e banhados, e um grande concurso de pesca com devolução.
Río Paraná — Ituzaingó
Dourado grande no Paraná abaixo da represa de Yacyretá, entre ilhas, canais e pedrais. Ponto clássico de dourado em Corrientes.
Río Paraná — Itá Ibaté
Vila do Paraná médio entre Corrientes e Ituzaingó, com barrancas altas e correntezas. Boga, pacu, dourado e surubí perto das ilhas.
Río Paraná — La Paz
Barrancas altas sobre o Paraná médio, com dourado e surubí. Base de pesca no norte de Entre Ríos.
Río Paraná — Paso de la Patria
Vila tradicional do dourado no alto Paraná, sede da Fiesta Nacional de la Pesca del Dorado. Rio largo, ilhas e correnteza perto da confluência com o rio Paraguai.
Río Petrohué — Ralún e Ensenada
Rio caudaloso que liga o Lago Todos los Santos ao estuário de Reloncaví. Pesca de bote a remo, com trutas e salmão-chinook.
Río San Juan — El Castillo
Tarpon em água doce, nas corredeiras do Río San Juan, entre o Lago Cocibolca e o Caribe, ao lado da Reserva Indio Maíz.
Río Santa Cruz — Comandante Luis Piedra Buena
O grande rio glacial do sul da Argentina, com a steelhead que vai ao mar. Pesca de margem em Piedra Buena, junto à Isla Pavón.
Río Serrano e Lago del Toro — Torres del Paine
O rio que leva as águas do Lago del Toro ao fiorde de Última Esperanza, em Torres del Paine. Trutas e chinook, com soltura no parque.
Río Simpson e Río Mañihuales — Coyhaique
A capital da pesca com mosca em Aysén. O Simpson corre ao lado da cidade e o Mañihuales fica ao norte, pela Carretera Austral.
Río Sécure — TIPNIS
Dourado de água clara no pé dos Andes, em território indígena. Pesca com mosca, a pé, em operação comunitária com devolução obrigatória.
Río Uruguay — Nuevo Berlín
Vila de pescadores no baixo rio Uruguai, entre ilhas e esteros. Terra da boga, ao lado do Parque Nacional Esteros de Farrapos.
Río Uruguay — Salto Grande (Salto)
Dourado grande na correnteza abaixo da represa de Salto Grande. Trecho reservado à pesca esportiva até o porto de Salto.
Río Ventuari — Amazonas venezuelano
Afluente do alto Orinoco com fama de pavón gigante. Destino remoto, em região de povos indígenas.
Ríos Corriente e Paraná — Esquina
Cidade do sul de Corrientes onde o río Corriente encontra o Paraná. Terra da Fiesta Nacional del Pacú, com surubí, boga e dourado entre ilhas e riachos.
Ríos Trancura e Liucura — Pucón
Dois rios de montanha a leste de Pucón que descem para o Lago Villarrica. Trutas de bote e a pé, e o chinook da bacia do Toltén.
Salinas — Santa Elena
Ponta mais a oeste do Equador continental, com água funda perto da costa. Marlins, atum-amarelo e dourado-do-mar.
Salinópolis — litoral paraense
As praias de Belém, com maré grande e água barrenta. Pescada-amarela, robalo e camurupim nos canais e igarapés.
Salvador e Baía de Todos-os-Santos
A maior baía do Brasil, com ilhas, naufrágios e manguezais. Xaréu, cavala e robalo a minutos do centro.
San Juan de Nicaragua — Greytown
Vila isolada no delta do Río San Juan, no Caribe da Nicarágua, entre a Reserva Indio Maíz e o mar: tarpon e robalo nos canais, lagoas e barra.
San Juan del Sur — Rivas
Baía de pescadores no Pacífico sul da Nicarágua, base para corrico de peixe-vela e dourado e para pesca de pedra com peixe-galo e pargos.
San Juan — lagoas e Club Náutico
Tarpon no meio da cidade, nas lagoas de San Juan, e marlim-azul no azul a poucos quilômetros do Club Náutico.
Santos e Guarujá
Estuário, canais e praias a uma hora de São Paulo. Robalo nas estruturas, corvina no fundo, betara e pampo na praia.
South Andros — Deep Creek e West Side National Park
Creeks e flats de South Andros com acesso ao West Side National Park, um dos maiores parques marinhos do Atlântico ocidental. Bonefish grande.
Tampico — Río Pánuco y laguna del Chairel
A foz do Pánuco e as lagoas do Tamesí, na divisa de Tamaulipas com Veracruz. Robalo no rio, sábalo (tarpon) de passagem e lobina nas lagoas.
Tecolutla — Río Tecolutla y barra
Vila de praia na foz do río Tecolutla, no norte de Veracruz. Robalo no rio, nos esteros de mangue e na barra, com competição de pesca em maio.
The Marls — Great Abaco (Marsh Harbour)
Labirinto raso de flats, mangues e cayos no lado oeste de Great Abaco. Água abrigada do vento e muitos bonefish, de skiff ou a pé.
Torres — falésias e Ilha dos Lobos
Os únicos costões de pedra do litoral gaúcho, com molhes e a Ilha dos Lobos em frente. Anchova e sargo nas pedras.
Tramandaí — litoral norte gaúcho
Praias de surfcasting e a barra da lagoa de Tramandaí. Anchova, corvina e papa-terra perto de Porto Alegre.
Turneffe Atoll
Atol de corais em frente a Belize City, com flats isolados, lodges no próprio atol e uma das reservas marinhas mais importantes do país.
Ubatuba — litoral norte paulista
Dezenas de praias, ilhas e costões entre a serra e o mar. Robalo nos rios e costões, olhete e anchova nas ilhas.
Vitória — marlim-azul
Capital brasileira do marlim-azul. Temporada de verão com peixes grandes e saídas longas para o mar azul.
Xcalak — Parque Nacional Arrecifes de Xcalak
Vila no extremo sul de Quintana Roo, quase em Belize. Flats da Bahía de Chetumal com bonefish, permit e tarpon, sempre com soltura.