baiacu-cabeça-chata (botete chato)
Sphoeroides pachygaster
Baiacu de cabeça chata e corpo sem espinhos, que vive de 50 a 250 m na plataforma e aparece em pescarias comerciais.
Também chamado de: baiacu-cabeça-chata, baiacu, botete chato, blunthead puffer
- máximo
- 40 cm
- profundidade
- 50–250 m
quem é o baiacu-cabeça-chata (botete chato)
Baiacu da família Tetraodontidae, que chega a 40,5 cm. Vive em fundos de areia, lama e rocha, na plataforma continental, em geral entre 50 e 250 m. Os jovens são pelágicos, e os adultos se alimentam sobretudo de lulas. No sudeste do Brasil, a espécie foi capturada entre 50 e 145 m. Ocorre em mares tropicais e temperados de todo o mundo; na América Latina, no litoral brasileiro, no Uruguai, na Argentina, no Chile e nas Guianas. Aparece em pescarias comerciais e não é alvo da pesca esportiva.
Ficha essencial. Identificação, onde ocorre e regras, com dados da FishBase e das normas citadas. Época, horário, técnica e isca entram quando tivermos fonte boa para o baiacu-cabeça-chata (botete chato); enquanto isso, veja as espécies parecidas.
identificação
Corpo curto e alto, pardo no dorso e branco na barriga, às vezes com manchas escuras nos flancos. A pele é lisa, sem espinhos, e a ponta da nadadeira caudal, ou toda a parte de baixo dela, é branca. A pele lisa e a ponta branca da cauda são as marcas que mais ajudam a reconhecê-lo entre os baiacus de fundo.
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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Ficha essencial: o índice usa o perfil geral dos peixes (tempo, sol, lua e maré), sem época e horário próprios desta espécie.
onde tem
Na América Latina, ocorre no litoral brasileiro, no Uruguai, na Argentina, no Chile e nas Guianas, em fundos de areia, lama e rocha.
Habitat: Fundos de areia, lama e rocha da plataforma, em geral de 50 a 250 m.
litoral
regras para o baiacu-cabeça-chata (botete chato)
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional brasileira (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026).
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Não oferece perigo ao pescador. Como os demais baiacus, tem dentes fortes fundidos em placas; tire o anzol com cuidado. Vindo de fundos de até 250 m, pode sofrer barotrauma, então solte-o com cuidado. Não o leve para comer: baiacus em geral podem ter toxina.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.02754, b = 2.84; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa da própria espécie)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Ficha essencial: tamanho, peso-comprimento, profundidade, países e conservação vêm da FishBase e das normas citadas, e os textos foram escritos a partir dessas fontes. Época, horário, sensibilidades, técnica e iscas ainda não entram, porque não encontramos fonte boa para esta espécie.
- científica FishBase: Sphoeroides pachygaster (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026.
- científica FishBase: nomes populares de Sphoeroides pachygasterNomes por país e língua.
- oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026: Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)A espécie não consta da lista. Conferido no DOU de 28/04/2026.