MS: mínimo 60 cm
Tamanho mínimo do barbado em MS.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
Pinirampus pirinampu
Bagre prateado de barbilhões em fita. Frequente na pesca de fundo noturna do Pantanal e do Paraná. Brigador e bom de mesa.
Também chamado de: barbado, barba-chata, mandi-alumínio, piranambu
Bagre de couro prateado, comum nos grandes rios do Pantanal e do Paraná. Caça peixes pequenos à noite, no canal e nos poços, e aparece muito na pesca de fundo para pintado. Briga com corridas rápidas e é mais ágil que os outros bagres do mesmo tamanho. Exemplares de 2 a 5 kg são comuns em bons rios. O pescador reconhece de longe pelos barbilhões longos e achatados como fita. Em MS e MT o mínimo é 60 cm; na bacia do Paraná, 50 cm.
Corpo alongado prateado a cinza-azulado, sem pintas. Barbilhões maxilares muito longos e achatados, como fita, passando das nadadeiras ventrais. Nadadeira adiposa muito longa e baixa. Cauda bem bifurcada. O mandi é amarelado e pintado. O jaú é grosso e escuro. O pintado tem pintas e cabeça em pá.
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Rio Paraguai e afluentes do Pantanal, rio Paraná e grandes afluentes, rio Uruguai; também na Amazônia.
Habitat: Canal do rio, poços e remansos de grandes rios; caça na meia-água e no fundo à noite.
nativa nas bacias
estados
Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pará, Tocantins
Seca e vazante, como o pintado. Agosto a outubro é o melhor período no Pantanal.
Noite e crepúsculo. Ativo do entardecer até a madrugada.
Friagem reduz a atividade.
Tempo abafado favorece.
Noites escuras rendem mais.
Pouco efeito.
Rio baixando concentra o barbado no canal.
Barco ancorado em silêncio.
Pouco efeito.
Fundo e meia-água, 3 a 12 m.
iscas naturais
acessórios
Isca de peixe no fundo do canal à noite. A puxada é rápida: ferre logo depois do primeiro tranco.
Pesca de pintado, cachara e jaú no Pantanal e em rios da bacia do Paraguai, com isca natural, descendo o rio de barco (rodada) ou parado no barranco e no poção.
guiaComo montar o equipamento, escolher a isca, sentir o fundo, decidir entre ancorar e rodar, os melhores horários e o respeito a piloteiros e ribeirinhos.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Tamanho mínimo do barbado em MS.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
Tamanho mínimo na bacia do Paraguai em MT.
Fonte: Lei estadual MT nº 9.096/2009, art. 28 e Anexo I (Bacia do Paraguai) - Sema-MT
Tamanho mínimo federal do barbado na bacia do Paraná. Em MG a Portaria IEF 111/2003 também fixa 50 cm.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 9º (redação do Decreto nº 15.375/2020)
Fonte: IN IBAMA nº 26/2009, Anexo (bacia do rio Paraná; normas estaduais mais restritivas prevalecem)
Fonte: Portaria IAT nº 650/2025, Anexo I (bacias interiores do PR, exceto Iguaçu e litoral)
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia Araguaia-Tocantins (só consumo no local; transporte zero)
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia do Paranaíba (só consumo no local; transporte zero)
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Fonte: INIs MPA/MMA nº 12/2011 (Araguaia) e 13/2011 (Tocantins), anexos de tamanhos mínimos
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 11; IN IBAMA nº 201/2008
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com linha de mão, vara ou molinete/carretilha. O pescado só pode ser consumido no local, sem transporte. Competições proibidas. Subsistência: 3 kg + 1 exemplar. Regras estaduais (GO e TO) podem ser mais restritivas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com consumo no local. Subsistência: 5 kg + 1 exemplar. Regras estaduais podem ser mais restritivas.
Permitido: Em 2025/26: pesque-e-solte com anzol sem fisga e carteira de pesca amadora; subsistência a pé ou em barco a remo, com caniço simples ou linha de mão.
Fonte: Portaria Naturatins nº 244/2025 (temporada 2025/26); INIs MPA/MMA nº 12 e 13/2011
Permitido: Pesca amadora desembarcada, ou embarcada em barco sem motor. Só linha de mão ou vara, linha e anzol, um petrecho por pescador, até 5 kg. Proibido pescar em lagoas marginais, até 1.500 m de barragens, até 500 m de confluências e em trechos listados na norma (ex.: rio Turvo).
Fonte: IN IBAMA nº 193/2008
Permitido: Mesmas exceções do amador previstas na Portaria 48/2007 (linha de mão ou vara, 5 kg + 1 exemplar), salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Amador com linha de mão ou vara, linha e anzol fica fora das proibições do Anexo II, com cota de 5 kg + 1 exemplar, salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Só pesca de subsistência.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Veja as exceções da Portaria 48/2007 e as regras estaduais de cada margem.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Cuidado com o espinho dorsal e os peitorais. Segure por baixo da barriga e solte de frente para a correnteza.
Carne branca, sem espinhas e saborosa; postas fritas ou ensopado.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00289615, b = 3.09; FishBase; coeficiente a ajustado ao porte máximo registrado). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.