moré
Labrisomus nuchipinnis
Blênio pequeno dos costões rasos do Caribe e do litoral brasileiro. Vive escondido em buracos e fendas e é pouco procurado por quem pesca.
Também chamado de: moré, guavina, macaco, trambollo peludo, hairy blenny
- máximo
- 23 cm
- profundidade
- 0–5 m
quem é o moré
Peixe da família Labrisomidae, pequeno e robusto, de costões rochosos e fundos de cascalho com algas, recifes e campos de capim-marinho, entre a superfície e 5 m. Chega a 23 cm e é o maior labrisomídeo do Caribe. Fica quase sempre no fundo, escondido em buracos e fendas, e foge rápido para outro esconderijo quando é incomodado. Alimenta-se de crustáceos, caramujos, ouriços, ofiuroides (as estrelas-serpente), vermes poliquetas e outros peixes. Reproduz-se em territórios no fundo, e os machos cuidam dos ovos. Tem uso comercial pequeno e é vendido para aquário.
Ficha essencial. Identificação, onde ocorre e regras, com dados da FishBase e das normas citadas. Época, horário, técnica e isca entram quando tivermos fonte boa para o moré.
identificação
Corpo robusto, com focinho pontudo ou pouco arredondado, e uma fileira diagonal de cirros carnosos na parte de trás da cabeça. Tem quatro faixas irregulares marrom-escuras, uma mancha preta com borda clara na tampa das guelras e, muitas vezes, uma mancha escura na frente da nadadeira dorsal. Os machos adultos têm vermelho na parte de baixo da cabeça, no peito e na barriga. Por viver em buracos e fendas, costuma ser visto só de perto.
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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Ficha essencial: o índice usa o perfil geral dos peixes (tempo, sol, lua e maré), sem época e horário próprios desta espécie.
onde tem
Vive em costões rasos do Caribe, da América Central e do norte da América do Sul, até o Brasil, onde vai do Ceará a Santa Catarina. Ocorre também no Atlântico leste, da Madeira e das Canárias à costa da África Ocidental.
Habitat: Costões rochosos, fundos de cascalho com algas, recifes e campos de capim-marinho, entre a superfície e 5 m.
litoral
quando pescar
melhor horário
Diurno. Espécie diurna, que vive no fundo e costuma ficar escondida em buracos e fendas.
regras para o moré
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional brasileira (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026).
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Tem espinhos na nadadeira dorsal, mas não é perigoso. Como vive escondido, quase não é fisgado; se vier à linha, solte logo.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00933, b = 3.12; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa da própria espécie)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Ficha essencial: tamanho, peso-comprimento, profundidade, países e conservação vêm da FishBase e das normas citadas, e os textos foram escritos a partir dessas fontes. Época, horário, sensibilidades, técnica e iscas ainda não entram, porque não encontramos fonte boa para esta espécie.
- científica FishBase: Labrisomus nuchipinnis (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026.
- científica FishBase: nomes populares de Labrisomus nuchipinnisNomes por país e língua.
- oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026: Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)A espécie não consta da lista. Conferido no DOU de 28/04/2026.