silhueta do formato do corpo · ilustração em breve
máximo
23 cm
previsão de pesca
a hora certa de estar na água
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
local
Local de exemplo: escolha o seu para ver a previsão de onde você pesca.
período
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
0—
índice Nota de 0 a 100 para as condições de pesca de cada hora. Lê tempo, sol, lua, maré e o jeito da espécie. Não promete peixe: diz quando a água está a favor. 0–24 fraca · 25–44 regular · 45–64 boa · 65–84 muito boa · 85–100 excelente.
hoje
—
confiança —
confiança O quanto dá para acreditar no tempo previsto para o dia. Cai com a distância e quando os modelos discordam. Não é a chance de pegar peixe.
modelos e tendência Até 16 dias, três modelos globais de tempo (o europeu ECMWF, o americano GFS e uma seleção de alta resolução) lidos hora a hora; quando discordam, a faixa clara do gráfico abre. Depois disso é tendência: 31 simulações do modelo americano GEFS. Confirme quando faltar 1 semana.
janela Horas seguidas com o índice perto do pico do dia e sem alerta de perigo. É a hora de estar com a isca na água.
hora a hora
toque ou arraste no gráfico para ler cada hora · no teclado, setas
ver tabela hora a hora
por que esse índice às —?
próximos 7 dias
escolha o dia
gráfico: altura da barra = índice do dia · traço = variação entre modelos · listrado = tendência · mais apagado = menos confiança
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
calendário de 4 semanas
o mês de pesca de relance
planejar viagem
qual a melhor janela para a turma?
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
tendência das próximas semanas
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
a espécie
tudo sobre o cascudo-de-dentes-em-colher
visão geral
quem é o cascudo-de-dentes-em-colher
O cascudo-de-dentes-em-colher pertence à família Loricariidae, a dos cascudos: corpo alongado, coberto de placas ósseas, com a boca em ventosa na parte de baixo. Chega a 23 centímetros de comprimento padrão. Vive no fundo de rios de água doce, em águas de 21 a 24 graus, com pH entre 6,3 e 7,2. Ocorre nas bacias do Paraguai e do médio Paraná, no Brasil, na Argentina e no Paraguai. Tem uso comercial e no aquário, mas quase não é alvo da pesca esportiva.
Ficha essencial. Identificação, onde ocorre e regras, com dados da FishBase e das normas citadas. Época, horário, técnica e isca entram quando tivermos fonte boa para o cascudo-de-dentes-em-colher; enquanto isso, veja as espécies parecidas.
como reconhecer
identificação
Cascudo de corpo alongado e coberto de placas, com boca em ventosa e dentes grandes em forma de colher, característica do grupo da espécie que dá o nome científico (cochliodon). Chega a 23 centímetros, menos da metade do cascudo-panaque (Hypostomus commersoni), que chega a 60,5 e vive na mesma região. O porte é o que ajuda a separar os dois.
Ocorre na Argentina, no Brasil e no Paraguai, nas bacias do Paraguai e do médio Paraná.
Habitat: Fundo de rios de água doce tropicais, com pH entre 6,3 e 7,2.
nativa nas bacias
Paraguai (Pantanal)Paraná
o que a lei diz
regras para o cascudo-de-dentes-em-colher
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado. Conservação: Não consta da lista nacional brasileira (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026).
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
piracemas das bacias onde a espécie vive
Piracema da bacia do rio Paraná
01/11 a 28/02SPPRMGGOMSDF
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Não é perigoso. Tem placas e espinhos no corpo, que podem ferir a mão; segure pelo tronco, com cuidado.
calculadora
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01585, b = 2.95; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa pelo gênero e formato do corpo)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
—
fontes e referências
Ficha essencial: tamanho, peso-comprimento, profundidade, países e conservação vêm da FishBase e das normas citadas, e os textos foram escritos a partir dessas fontes. Época, horário, sensibilidades, técnica e iscas ainda não entram, porque não encontramos fonte boa para esta espécie.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
onde você vai pescar?
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.