congro-rosa
Genypterus brasiliensis · Ophidiidae · predador
Peixe de fundo alongado e rosado da plataforma do Sudeste e do Sul, com ventrais em forma de barbilhão sob a garganta. Carne nobre.
Também chamado de: congro-rosa, congrio-rosa, jurupari, parupé
- tamanho comum
- 40–60 cm
- máximo
- 69 cm
- peso comum
- 0,4–1,2 kg
- recorde/máx.
- 1,5 kg
- profundidade
- 60–200 m
- água ideal
- 12–18 °C
a hora certa
de estar na água
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
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hora a hora
toque ou arraste no gráfico para ler cada hora · no teclado, setasver tabela hora a hora
por que esse índice às —?
escolha o dia
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
o mês de pesca de relance
qual a melhor janela para a turma?
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
tendência das próximas semanas
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
tudo sobre o congro-rosa
quem é o congro-rosa
O congro-rosa é um ofidiídeo de corpo alongado, sem divisão nítida entre a dorsal, a cauda e a anal, que vive em fundos de lama da plataforma externa, do Rio de Janeiro ao norte da Patagônia argentina, geralmente de 60 a 200 m. Põe ovos que flutuam envoltos numa massa gelatinosa. É capturado pela pesca de arrasto e de linha de fundo e aparece na pesca amadora em pescarias profundas sobre fundo mole. Tem carne branca e firme, apreciada em caldeiradas e ensopados. A situação taxonômica é discutida: alguns autores o consideram uma forma sem manchas do congro-do-sul (Genypterus blacodes).
curiosidades
- As ventrais viraram dois filamentos sob a garganta, que parecem barbilhões.
- Os ovos flutuam numa massa gelatinosa.
identificação
Corpo alongado, que afina até a cauda, rosado a alaranjado, sem manchas marcantes. Dorsal e anal longas, unidas à caudal. Ventrais reduzidas a dois filamentos sob a garganta, que parecem barbilhões. Escamas muito pequenas. Apesar do nome, não é parente dos congros verdadeiros, que são enguias.
onde tem
Do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul, seguindo para o Uruguai e a Argentina.
Habitat: Fundos de lama da plataforma externa e da borda do talude, geralmente de 60 a 200 m.
litoral
estados
Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul
quando pescar
melhor época
Pescado o ano todo; o mar define as janelas de pesca.
melhor horário
Qualquer hora. Em profundidade a luz pesa pouco; morde ao longo do dia.
o que mexe com o congro-rosa
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.
frio e frente fria
Vive em água fria de fundo.
pressão atmosférica
Frente fria traz mar grosso.
lua
Efeito pequeno.
chuva
Sem efeito em profundidade.
nível da água
Não depende de nível de água.
barulho
Pouco sensível.
vento
Vento forte impede manter a linha vertical.
maré
Prefira corrente fraca.
profundidade
De 60 a 200 m.
como pescar
- vara
- 5'6" a 6'6", 30 a 50 lb
- molinete / carretilha
- carretilha de perfil alto ou elétrica
- linha
- multifilamento 40 a 50 lb
- líder
- monofilamento 60 a 80 lb
- anzol
- circle 4/0 a 6/0
iscas naturais
- lula
- filé de peixe
- sardinha
acessórios
- chumbo de 300 a 600 g
dica de quem pesca
Deixe a isca parada no fundo; o congro morde devagar.
regras para o congro-rosa
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Vem de grande profundidade e raramente sobrevive à soltura; pesque só o que for consumir.
na cozinha
Carne branca, firme e saborosa; clássica em caldeirada, ensopado e posta grelhada.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00209, b = 3.18; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
- científica FishBase — Genypterus brasiliensis (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento e referências. Página conferida em 13/10/2026. O comprimento máximo do FishBase (68,8 cm) é comprimento padrão, sem a cauda.
- oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
- oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Genypterus brasiliensis (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2025. DOI conferido no Crossref.
- científica IUCN Red List — busca por Genypterus brasiliensisSegundo o FishBase (versão 2025-2 da Lista Vermelha), a espécie não foi avaliada pela IUCN. Buscar por "Genypterus brasiliensis" no site.
- científica Figueiredo, J. L.; Menezes, N. A. (1978). Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. II. Teleostei (1). São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 110 p.Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
- científica Haimovici, M.; Martins, A. S.; Figueiredo, J. L.; Vieira, P. C. (1994). Demersal bony fish of the outer shelf and upper slope of the southern Brazil Subtropical Convergence Ecosystem. Marine Ecology Progress Series 108: 59–77.Peixes demersais da plataforma externa e do talude do Sul do Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
- científica Menezes, N. A.; Buckup, P. A.; Figueiredo, J. L.; Moura, R. L. (orgs.) (2003). Catálogo das espécies de peixes marinhos do Brasil. São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 160 p.Lista das espécies marinhas registradas no Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
espécies parecidas
de onde vem cada número
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
fontes desta consulta
quanto a previsão acerta
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app: