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previsão de pesca

namorado

Pseudopercis numida · Pinguipedidae · predador

Mar

Peixe nobre de fundo do Sudeste e do Sul, de carne branca muito valorizada. Vive em parcéis e fundos de cascalho da plataforma.

Também chamado de: namorado

Ilustração científica de Namorado
tamanho comum
40–70 cm
máximo
120 cm
peso comum
1–5 kg
recorde/máx.
20,2 kg
profundidade
15–300 m
água ideal
14–20 °C
local
período

Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…

a espécie

tudo sobre o namorado

visão geral

quem é o namorado

O namorado é um pinguipedídeo de grande porte, que passa de 1 m e 20 kg, do Atlântico sul-ocidental: vai do Rio de Janeiro a Santa Catarina e tem registros até o golfo Nuevo, na Argentina. Vive junto ao fundo, de águas rasas até 300 m, mais comum entre 100 e 300 m, em fundos de areia, cascalho e pedra e em recifes rochosos. É um dos peixes mais valorizados da pesca de linha de fundo e de espinhel no Sudeste, com carne branca e firme, e muito procurado pela pesca amadora em parcéis profundos e naufrágios, com iscas de lula e peixe. Pescado de grande profundidade, sofre com o barotrauma ao ser trazido à superfície.

curiosidades

  • É endêmico do Atlântico sul-ocidental.
  • Registros no Uruguai provavelmente são do parente Pseudopercis semifasciata.
como reconhecer

identificação

Corpo alongado e quase cilíndrico, cabeça grande, boca larga com maxila inferior saliente e lábios grossos. Dorso pardo-acinzentado e ventre claro. Uma dorsal longa, com sete espinhos curtos seguidos de 26 a 28 raios moles, e anal longa. Lembra a abrótea à distância, mas não tem barbilhão nem ventrais em filamento.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Do Rio de Janeiro a Santa Catarina, com registros até a Argentina; mais comum na plataforma do Sudeste.

Habitat: Fundos de areia, cascalho e pedra e recifes rochosos da plataforma média e externa; parcéis e naufrágios profundos.

litoral

Costa SudesteCosta Sulplataforma

estados

Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no ano
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Pescado o ano todo; as janelas de mar calmo definem a temporada.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Qualquer hora. Em profundidade, a luz pesa pouco; a mordida depende mais da corrente e da deriva.

clima, água e comportamento

o que mexe com o namorado
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Vive em água fria de fundo; o frio de superfície pouco o afeta.

pressão atmosférica

Pouco sensível, mas frente fria traz mar grosso.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Sem efeito em profundidade.

nível da água

Não depende de nível de água.

barulho

Pouco sensível a 100 m de profundidade.

vento

Vento forte impede ficar sobre o ponto e manter a linha vertical.

maré

Corrente forte exige chumbo muito pesado; procure corrente fraca.

profundidade

De 80 a 250 m na maioria das pescarias.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
5'6" a 6'6", 30 a 60 lb
molinete / carretilha
carretilha de perfil alto ou elétrica, ou molinete 10000
linha
multifilamento 40 a 65 lb
líder
monofilamento 80 a 100 lb
anzol
circle 6/0 a 9/0

iscas artificiais

  • jigs slow pitch de 200 a 400 g

iscas naturais

  • lula inteira
  • filé de bonito ou cavalinha
  • sardinha

acessórios

  • chumbo de 300 a 800 g
  • descompressor
  • boia sinalizadora

dica de quem pesca

Use chicote com anzóis grandes e lula inteira; quando o namorado pegar, recolha constante, sem dar folga.

o que a lei diz

regras para o namorado

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Vindo de mais de 100 m, quase sempre sofre barotrauma; se for soltar, use descompressor para devolvê-lo ao fundo.

na cozinha

Carne branca, firme e muito valorizada; ótima em postas grelhadas, assada e em moqueca.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00955, b = 3.01; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Pseudopercis numida (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento e referências. Página conferida em 13/10/2026.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Pseudopercis numida (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2024. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — Pseudopercis numida (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 04/02/2009)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
  5. científica Menezes, N. A.; Figueiredo, J. L. (1985). Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. V. Teleostei (4). São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 105 p.Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
  6. científica Haimovici, M.; Velasco, G. (2000). Length-weight relationships of marine fishes from southern Brazil. Naga, ICLARM Quarterly 23(1): 19–23.Relações peso-comprimento medidas no Sul do Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
  7. científica Menezes, N. A.; Buckup, P. A.; Figueiredo, J. L.; Moura, R. L. (orgs.) (2003). Catálogo das espécies de peixes marinhos do Brasil. São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 160 p.Lista das espécies marinhas registradas no Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
não confunda

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