raia-lixa-austral (raya austral lija)
Bathyraja griseocauda · Arhynchobatidae · predador
Raia de águas profundas do Atlântico Sudoeste e do Oceano Austral, em perigo de extinção. Não ocorre no Brasil e aparece na pesca comercial.
Também chamado de: raia-lixa-austral, raya austral lija, graytail skate, austral ray
- máximo
- 49 cm
- profundidade
- 94–585 m
a hora certa
de estar na água
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
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hora a hora
toque ou arraste no gráfico para ler cada hora · no teclado, setasver tabela hora a hora
por que esse índice às —?
escolha o dia
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
o mês de pesca de relance
qual a melhor janela para a turma?
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
tendência das próximas semanas
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
tudo sobre a raia-lixa-austral (raya austral lija)
quem é a raia-lixa-austral (raya austral lija)
A raia-lixa-austral é uma raia da família Arhynchobatidae, de corpo achatado e disco formado pelas nadadeiras peitorais. Chega a 49 cm. Vive junto ao fundo, em águas profundas, entre 94 e 585 m, do Uruguai à Patagônia, nas Malvinas e no Oceano Austral, do arco de Scotia às ilhas Shetland do Sul e à Península Antártica. É ovípara, e as cápsulas dos ovos têm projeções em forma de chifre na casca. Aparece na pesca comercial e está em perigo de extinção. Não ocorre no Brasil.
Ficha essencial. Identificação, onde ocorre e regras, com dados da FishBase e das normas citadas. Época, horário, técnica e isca entram quando tivermos fonte boa para a raia-lixa-austral (raya austral lija).
identificação
Raia de corpo achatado, disco largo e cauda fina separada do disco, como as outras raias da família. A cauda é acinzentada, e o nome espanhol (austral lija) fala da pele áspera. Vive em profundidades bem maiores que as raias de plataforma da mesma região, de 94 a 585 m, e é preciso pescar fundo para encontrá-la.
onde tem
Pacífico sudeste e Atlântico Sudoeste, do Uruguai à Patagônia da Argentina, incluindo as Malvinas e o Oceano Austral. Não ocorre no Brasil.
Habitat: Fundo do mar, entre 94 e 585 metros de profundidade, do Uruguai ao Oceano Austral.
regras para a raia-lixa-austral (raya austral lija)
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Raia de fundo, de porte grande: se vier na linha, não puxe para fora d'água, tire o anzol com alicate de bico longo ou corte a linha rente e solte com o mínimo de manuseio. Cuidado com os espinhos do dorso e da cauda.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00562, b = 3.13; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa pelo gênero e formato do corpo)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Ficha essencial: tamanho, peso-comprimento, profundidade, países e conservação vêm da FishBase e das normas citadas, e os textos foram escritos a partir dessas fontes. Época, horário, sensibilidades, técnica e iscas ainda não entram, porque não encontramos fonte boa para esta espécie.
- científica FishBase: Bathyraja griseocauda (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026.
- científica FishBase: nomes populares de Bathyraja griseocaudaNomes por país e língua.
de onde vem cada número
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
fontes desta consulta
quanto a previsão acerta
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app: