tubarão-martelo-coronado (cornuda coronada)
Sphyrna corona · Sphyrnidae · predador
Provavelmente o menor dos tubarões-martelo do Pacífico Leste, que vive junto à costa, do sul do México ao norte do Peru. Está criticamente em perigo no mundo.
Também chamado de: tubarão-martelo-coronado, cornuda coronada, cornuda, Scalloped bonnethead
- máximo
- 92 cm
- profundidade
- 0–100 m
a hora certa
de estar na água
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
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hora a hora
toque ou arraste no gráfico para ler cada hora · no teclado, setasver tabela hora a hora
por que esse índice às —?
escolha o dia
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
o mês de pesca de relance
qual a melhor janela para a turma?
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
tendência das próximas semanas
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
tudo sobre o tubarão-martelo-coronado (cornuda coronada)
quem é o tubarão-martelo-coronado (cornuda coronada)
O tubarão-martelo-coronado pertence à família Sphyrnidae e chega a 92 cm. Provavelmente é o menor dos martelos. Vive na plataforma continental, junto à costa, em águas de 0 a 100 m de profundidade. Ocorre no Pacífico Leste, do sul do México ao norte do Peru, provavelmente incluindo o golfo da Califórnia. É vivíparo, com placenta, e provavelmente tem duas crias por ninhada. É pescado para subsistência, e a espécie está criticamente em perigo.
Ficha essencial. Identificação, onde ocorre e regras, com dados da FishBase e das normas citadas. Época, horário, técnica e isca entram quando tivermos fonte boa para o tubarão-martelo-coronado (cornuda coronada); enquanto isso, veja as espécies parecidas.
curiosidades
- É provavelmente o menor dos tubarões-martelo.
- É vivíparo, com placenta, e provavelmente tem duas crias por ninhada.
identificação
Tubarão com a cabeça achatada e expandida para os lados, em forma de martelo, com os olhos nas pontas. Por ser provavelmente o menor da família, o porte pequeno já ajuda a separá-lo dos outros martelos da costa do Pacífico. Vive junto à costa, na plataforma, em águas rasas de até 100 m.
onde tem
Ocorre no Pacífico Leste, do sul do México ao norte do Peru, na plataforma, junto à costa.
Habitat: Plataforma continental, junto à costa, de 0 a 100 m de profundidade.
regras para o tubarão-martelo-coronado (cornuda coronada)
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Tubarão de porte pequeno, mas criticamente em perigo no mundo. Mantenha as mãos longe da boca e solte na hora, com o mínimo de manuseio.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00347, b = 3.12; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Ficha essencial: tamanho, peso-comprimento, profundidade, países e conservação vêm da FishBase e das normas citadas, e os textos foram escritos a partir dessas fontes. Época, horário, sensibilidades, técnica e iscas ainda não entram, porque não encontramos fonte boa para esta espécie.
- científica FishBase: Sphyrna corona (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026.
- científica FishBase: nomes populares de Sphyrna coronaNomes por país e língua.
espécies parecidas
de onde vem cada número
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
fontes desta consulta
quanto a previsão acerta
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app: