carta de rio
A linguagem visual do Cardumi nasce dos rios do Brasil: a noite no rio, a areia da praia na seca, o urucum, o azul-turquesa do Tapajós e as cartas náuticas. Nada aqui é padrão de mercado: fonte, cor, botão, espaçamento e jeito de escrever foram desenhados para este produto.
o cardume e a palavra
símbolo
Três peixes em formação, do maior ao menor, nadando para cima e para a frente: o cardume. Urucum na frente, turquesa no meio, areia (ou tinta, no fundo claro) atrás. O olho é vazado. Conceito vetorial gerado no Higgsfield e redesenhado para funcionar em 16 px.
palavra
"cardumi" em Anybody 850, largura 110%, caixa baixa. Vem de "cardume" (e "cardumen", em espanhol): muitos peixes juntos, como a comunidade de quem pesca no Brasil e na América Latina.
uso
Sobre noite ou areia. Nunca em caixa alta, nunca contornada, nunca sobre foto clara sem a máscara escura. Área livre mínima: a altura do peixe da frente.
cores com nome de coisa de pesca
rampa do índice
Do azul frio ao ouro, passando por turquesa e verde: uma escala que daltônicos também leem. Vermelho nunca entra na rampa: é só para perigo e proibição. Urucum é só para ação (botões).
duas famílias, quatro papéis
títulos · Anybody (variável, largura 50–150)
pesca boa não é sorte
Caixa baixa, peso 800–900, largura 118–130%, entrelinha 0,9. Larga como horizonte de rio. O slogan completo, "pesca boa não é sorte. é leitura, preparo e habilidade.", usa a segunda frase na cor da isca e na metade do tamanho.
texto · Atkinson Hyperlegible Next
Desenhada para máxima legibilidade. No barco, com sol forte e tela suja de água, cada letra continua inconfundível.
interface · Atkinson Hyperlegible Next
menurótulosbotões
Menu, rótulos, botões, chips e tabelas usam a mesma família do texto: limpa, legível e sem ruído. Rótulos em caixa alta pequena com espaçamento.
números · Anybody com algarismos tabulares
78 · 1.009 hPa · 05:23
Número de destaque (índice, resultado, estatística) na fonte dos títulos, com algarismos de largura fixa para não "dançar" quando o valor muda. Todo número vem com unidade.
a escala do equipamento
Do fio de linha ao mar aberto. Componentes pequenos usam linha a boia; seções usam barco a mar.
isca, ficha, anilha, visor
Botão "boia": pílula inteira. O primário é urucum, com a seta numa boia redonda na ponta, que avança quando o dedo chega; o secundário tem contorno fino e acende em turquesa; o fantasma é só texto. Sem sombra dura: o botão sobe um pouco e ganha brilho.
Anilha: a argola do girador, para rótulos e filtros.
ficha
Cartão de catálogo com o canto superior direito cortado, como etiqueta de embalagem de isca. Número de ficha na fonte de interface, pequeno.
barra de meses
Proibido: defeso sempre em laranja-boia, sem eufemismo.
Atenção: frente fria, calor, chuva forte.
traço de 1,75 px, cantos redondos
voz de beira de rio
- Títulos em caixa baixa, sem ponto final, curtos: "o que pescar hoje".
- Frases curtas, verbo no imperativo nos passos: "Regule a fricção a 25% da linha."
- Número sempre com unidade e no formato brasileiro: 1.009 hPa, 12,4 kg, 05:23.
- Regra com fonte, sempre: norma, órgão e link. Dúvida vira "confirme no órgão do seu estado".
- Previsão é probabilidade: dizer a confiança e o que o modelo não sabe.
- Termo de pescador é bem-vindo (rodada, batida, estofo); o glossário explica.
- Slogan: "pesca boa não é sorte. é leitura, preparo e habilidade." Só no herói, no rodapé, no compartilhamento e na descrição. Nunca como título de seção.
- Nada de "incrível", "fantástico", emoji ou ponto de exclamação.
- Nada de prometer peixe: o índice lê condições.
- Nada de eufemismo para proibição: "proibido" é "proibido".
- Nada de estilo inline: toda cor e forma vêm dos tokens em pesca.css.