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catálogo Rhinopteridae · predador

arraia-gaveta

Rhinoptera bonasus

EstuárioMarIUCN global: VU · vulnerável

Raia grande de focinho com dois lobos, que forma cardumes enormes perto da costa e come moluscos do fundo. É Vulnerável no mundo; a raia-ticonha, parecida, é Criticamente em Perigo no Brasil. Se fisgar, solte na água.

Também chamado de: arraia-gaveta, arraia-boca-de-gaveta, arraia

silhueta do formato do corpo · ilustração em breve
tamanho comum
—
máximo
120 cm
peso comum
—
recorde/máx.
— kg
profundidade
0–22 m
água ideal
22–30 °C
visão geral

quem é a arraia-gaveta

A arraia-gaveta é uma raia grande e gregária das águas rasas do Atlântico ocidental, do litoral dos Estados Unidos ao norte da Argentina. Vive em plataformas continentais e insulares, entra em baías e estuários e forma cardumes enormes: no Golfo do México, a FishBase cita grupos de até 10 mil animais que saem da Flórida rumo a Iucatã no outono. Come moluscos e crustáceos do fundo, que tritura com placas dentárias, e às vezes salta da água e cai com um estalo. Amadurece tarde, tem poucos filhotes e é Vulnerável no mundo (IUCN, 2019). No Brasil, a espécie parecida listada como Criticamente em Perigo é a raia-ticonha (Rhinoptera brasiliensis). Não é alvo da pesca esportiva e costuma vir por acidente a quem pesca de fundo.

curiosidades

  • Salta da água de vez em quando e cai com um estalo alto, provavelmente como exibição de território (FishBase).
  • No Golfo do México a população migra no sentido horário: cardumes de até 10 mil raias saem da costa oeste da Flórida para Iucatã no outono (FishBase).
  • Revira o fundo atrás de moluscos e é apontada como causadora de danos a capinzais marinhos (FishBase).
  • Atinge a maturidade com cerca de 65 cm de largura de disco (FishBase).
como reconhecer

identificação

Disco em losango largo, marrom a oliva por cima, sem pintas, e branco ou amarelado por baixo, com asas longas e pontudas. A marca do grupo está na cabeça: um sulco fundo abaixo dos olhos deixa o focinho com dois lobos bem separados, como um nariz de vaca (o 'cara de vaca' de Cuba; cownose, em inglês). A cauda é um chicote longo, com um ou dois ferrões serrilhados perto da base. A raia-ticonha (Rhinoptera brasiliensis), do Atlântico Sul, é muito parecida e é Criticamente em Perigo no Brasil; a diferença segura exige exame dos dentes. No Brasil, trate toda raia de focinho bilobado como protegida.

como está a pesca de arraia-gaveta

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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

No Atlântico ocidental, de Nova Inglaterra à Flórida e por todo o Golfo do México, com migração até Trinidad, Venezuela, Brasil e Uruguai e ocorrência até o norte da Argentina (FishBase); no Atlântico oriental, da Mauritânia à Guiné (Museu da Flórida). No Brasil, a distribuição por latitude da FishBase cobre toda a costa, mas os registros do Atlântico Sul merecem cautela: a raia-ticonha (R. brasiliensis) é muito parecida e vive na mesma região, e as duas se confundem em registros antigos.

Habitat: Plataformas continentais e insulares, baías e estuários, em água rasa. Nada perto da superfície em cardumes e desce ao fundo para revirar o sedimento atrás de moluscos e crustáceos.

litoral

Costa NorteCosta NordesteCosta SudesteCosta Sulcosteiroplataforma
calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no ano
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Estimativa: sem época marcada para o Brasil. A FishBase descreve migração em massa no Golfo do México (cardumes de até 10 mil raias saem da costa oeste da Flórida para Iucatã no outono) e o Museu da Flórida diz que os cardumes seguem para o norte no fim da primavera e para o sul no fim do outono. Não é espécie-alvo.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Qualquer hora. O ritmo diário não está bem documentado. Os cardumes nadam perto da superfície, e a espécie salta da água de vez em quando.

clima, água e comportamento

o que mexe com a arraia-gaveta
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

A queda de temperatura da água dispara a migração para o sul (Museu da Flórida); no Atlântico Sul o efeito é pouco documentado.

pressão atmosférica

Pouco conhecido.

lua

Pouco conhecido.

chuva

Pouco relevante.

nível da água

Não se aplica no mar.

barulho

Pouco conhecido.

vento

Mar grosso impede a pesca de praia e a de barco pequeno.

maré

Entra em baías e estuários; a maré enchente leva os cardumes ao raso (estimativa).

profundidade

De 0 a 22 m (FishBase), perto da superfície ou rente ao fundo.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
Não é espécie-alvo; a captura é rara e acidental.
molinete / carretilha
Não se aplica.
linha
Não se aplica.
líder
Não se aplica.
anzol
Circular sem farpa (ou com a farpa amassada) em pescarias de fundo: sai com mais facilidade e machuca menos.

acessórios

  • alicate de corte
  • desanzolador de cabo longo
  • luvas grossas

dica de quem pesca

Se uma raia grande pegar, não a puxe para o barco nem para a areia: ela pesa, e o ferrão da cauda fere. Mantenha-a na água, corte a linha rente ao anzol e deixe-a ir.

o que a lei diz

regras para a arraia-gaveta

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional brasileira (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026). Global: Vulnerável (VU, A2bd), avaliada em 21/06/2019 (IUCN, via FishBase). A espécie parecida Rhinoptera brasiliensis consta da lista nacional como Criticamente em Perigo.

Brasil: a arraia-gaveta não está na lista, mas a raia-ticonha, parecida, está (CR)

soltar toda raia-ticonha; R. brasiliensis é protegida

A arraia-gaveta (Rhinoptera bonasus) não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026). A raia-ticonha (Rhinoptera brasiliensis, 'raia-morcego' no cartaz da Fiperj), muito parecida e do mesmo grupo, consta como Criticamente em Perigo (item 361 do Anexo I), com captura, transporte e comércio proibidos (Portaria GM/MMA nº 1.666/2026, art. 3º). Como a separação das duas espécies em campo é difícil, solte na água toda raia de focinho bilobado fisgada no Brasil. A captura incidental com soltura imediata do animal vivo não é infração (art. 3º, § 4º).

Fonte: Portaria GM/MMA nº 1.667/2026 (item 361 do Anexo I, R. brasiliensis, CR) e Portaria GM/MMA nº 1.666/2026, art. 3º

Finning proibido: raias e tubarões só inteiros, com as nadadeiras

nadadeiras naturalmente aderidas ao corpo

No Brasil é proibido o finning (capturar tubarões e raias e aproveitar só as barbatanas, descartando o resto do corpo). A norma trata de desembarque, transporte e comércio por embarcações de pesca: todo tubarão ou raia deve chegar com as nadadeiras naturalmente aderidas ao corpo (o corte parcial para dobrá-las contra o corpo é permitido); é proibido transportar a bordo animal sem nadadeiras ou nadadeiras soltas e transferir tubarões e raias entre embarcações. Nas raias é autorizado remover e descartar a cauda a bordo (art. 3º, § 6º, acrescentado pela IN Interministerial 6/2013).

Fonte: Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 14, de 26/11/2012, art. 3º (Ministério da Pesca e Aquicultura e Ministério do Meio Ambiente)

Buenos Aires (AR): raias em geral, até 2 por dia com sacrifício

até 2 por pescador por dia, o resto devolvidoconfirme no órgão

Na pesca esportiva marítima da província de Buenos Aires, 'chuchos' (Myliobatis) e 'rayas en general' entram na 'pesca variada com reserva': só até 2 exemplares por pescador por dia podem ser retidos e sacrificados, e o excedente deve ser devolvido na hora (arts. 4º e 10 e Anexo 1); o que se retém conta dentro das 40 peças da pesca variada. Completado o cupo, pode-se continuar pescando com devolução, mantendo o animal o menos possível fora da água e sem tocar as guelras (art. 18). A norma não cita Rhinoptera pelo nome; a arraia-gaveta entra aqui por ser uma raia (interpretação nossa). A venda do pescado da pesca esportiva é proibida (art. 24).

Fonte: Disposição nº 217/2007, arts. 4º, 10, 18 e 24 e Anexo 1 (Direção de Desenvolvimento Pesqueiro, Ministério de Assuntos Agrários da Província de Buenos Aires)

México: até 10 peixes por dia e no máximo 5 da mesma espécie

10 peixes por dia, no máximo 5 da mesma espécie

A NOM-017 não cita raias à parte: na pesca esportivo-recreativa em águas marinhas mexicanas valem o limite geral de dez exemplares por pescador por dia e o máximo de cinco da mesma espécie (item 4.9.1 a). Exemplares além da cota só podem ser devolvidos vivos, em boas condições de sobrevivência (item 4.9.5), e o pescado da pesca esportiva não pode ser vendido (item 4.11). A pesca esportiva também não pode ser feita em zonas e épocas de veda nem em áreas naturais protegidas sem as autorizações próprias (item 4.10). A arraia-gaveta é Vulnerável no mundo: prefira soltar.

Fonte: NOM-017-PESC-1994 (pesca deportivo-recreativa), modificação publicada no DOF, itens 4.9.1 a, 4.9.5, 4.10 e 4.11 (Sagarpa/Conapesca)

México: NOM-029-PESC-2006 regula a pesca comercial de tubarões e raias

A NOM-029 é a norma da pesca de tubarões e raias em escala comercial: vale para os titulares de permissões de pesca dirigida a esses animais e para quem os captura por acaso (item 1.2) e trata de embarcações de pesca comercial (item 4.2.1); a pesca esportiva tem a norma própria, a NOM-017. Proíbe aproveitar só as barbatanas de tubarões (item 4.2.1) e prevê vedas e zonas vedadas, fixadas por aviso no DOF, para a pesca dirigida (itens 4.2.3 e 4.3.4: nada de pesca dirigida em veda, a 5 km de recifes de coral, diante de bocas de rios e lagunas, em frente a praias de desova de tartarugas e perto de colônias de leões-marinhos). O texto cita o gênero Rhinoptera entre as raias cujas populações sofrem mais com a pesca (considerando 0.11), e a espécie consta do Apêndice Normativo A, como 'gavilán, cabeza de vaca, tecolotillos' no Golfo do México e Mar do Caribe.

Fonte: NOM-029-PESC-2006, Pesca responsable de tiburones y rayas (DOF de 14/02/2007), itens 1.2, 4.2.1, 4.2.3, 4.3.4 e Apêndice Normativo A (Sagarpa)

México: vedas anuais de tubarões e raias (confira as datas do ano)

confirme no órgão

A NOM-017 (item 4.10 a) proíbe a pesca esportiva em zonas e épocas de veda, e a NOM-029 (item 4.2.3) manda a autoridade fixar vedas para tubarões e raias por aviso no DOF; as datas mudam e variam por litoral. Em 01/08/2025 a Secretaría de Agricultura e a Conapesca anunciaram, para o litoral do Pacífico, o aproveitamento de tubarões e raias de 1º de agosto a 30 de abril (os meses de maio a julho ficam de fora, interpretação nossa a partir do anúncio) e, em Tabasco, Campeche e Yucatán, veda de 1 a 29 de agosto. Não encontramos o aviso oficial vigente em 2026: confirme as datas com a Conapesca antes de pescar.

Fonte: NOM-017-PESC-1994, item 4.10 a; NOM-029-PESC-2006, item 4.2.3; nota da Crónica sobre o anúncio da Agricultura e da Conapesca de 01/08/2025

Colômbia: tubarões e raias marinhas não são recurso pesqueiro

extração comercial ou esportiva não permitidaconfirme no órgão

Em 2021 a Colômbia deixou de considerar tubarões e raias marinhas recursos pesqueiros e passou a tratá-los como recurso hidrobiológico; os considerandos do Decreto 281/2021 dizem que eles não podem ser extraídos com fins comerciais ou esportivos, e o decreto criou um plano ambiental de proteção. Normas posteriores da AUNAP trataram da captura incidental na pesca artesanal; não conferimos o texto consolidado. Na dúvida, solte na água.

Fonte: Decreto nº 281, de 18/03/2021 (Ministério de Ambiente y Desarrollo Sostenible), que acrescenta a Seção 27 ao Decreto 1076/2015; Resolução AUNAP nº 0380/2021

Panamá: tubarões e raias não podem ser capturados na pesca esportiva

captura, retenção e desembarque proibidos (a partir de cerca de 10/12/2026)

O Decreto Executivo 9/2026 (art. 19) proíbe, em todo o território nacional e na pesca esportiva, recreativa ou turística, a captura, a retenção, o manejo com fins lúdicos, o aproveitamento e o desembarque de tubarões e raias (subclasse Elasmobranchii). Se um deles for fisgado sem querer, deve ser solto de imediato, sem tirá-lo por completo da água e sem manuseio desnecessário. Também é proibido promovê-los como alvo em torneios (art. 19) e vender o pescado (art. 20). O decreto entra em vigor seis meses depois de promulgado em 10/06/2026 (art. 40), por volta de 10/12/2026, e revoga o Resuelto ADM/ARAP 002/2012 (art. 39). Confirme a data com a ARAP.

Fonte: Decreto Ejecutivo nº 9, de 10/06/2026, arts. 19, 20, 39 e 40 (Ministerio de Desarrollo Agropecuario / Autoridad de los Recursos Acuáticos de Panamá, Gaceta Oficial nº 30543-E)

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Raia pesada, com ferrões serrilhados e levemente venenosos perto da base da cauda (FishBase: espécie traumatogênica). Mantenha-a na água, corte a linha o mais perto possível do anzol e deixe-a ir. Não a suspenda pela cauda, pelo focinho ou pelas guelras e não a arraste na areia.

na cozinha

A FishBase registra pesca comercial pequena, e o Museu da Flórida diz que não há mercado estabelecido. No Brasil, a identificação em campo é incerta e a espécie parecida é protegida: a boa prática é soltar. Onde a retenção é permitida, valem as cotas da seção de regras.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01202, b = 2.98; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa da própria espécie)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário, as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) e a faixa de temperatura da água são estimativas editoriais do app, apoiadas na FishBase e na literatura citada abaixo, sem medição própria para esta espécie. Os meses indicam a época em que o pescador pode encontrar a espécie perto da costa, não uma temporada de captura. Não são dado oficial e podem variar por região e ano. As regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase: Rhinoptera bonasus (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026. O peso máximo publicado (953 g) não bate com a própria relação peso-comprimento da espécie, que dá cerca de 19 kg para 120 cm de largura de disco; por isso esta ficha não mostra peso máximo.
  2. científica FishBase: nomes populares de Rhinoptera bonasusNomes por país e língua.
  3. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026: Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)A espécie não consta da lista. Conferido no DOU de 28/04/2026.
  4. oficial Portaria GM/MMA nº 1.666, de 27 de abril de 2026: regras e restrições para as espécies ameaçadas da lista nacionalArt. 3º: proteção integral das espécies EW, CR, EN e VU (proibidos captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização); § 4º: a restrição não se aplica à captura incidental quando o animal é liberado vivo; art. 12: para espécies que passaram a compor a lista por nova portaria, as proibições do art. 3º começam 180 dias depois da publicação. Texto conferido no DOU em 13/10/2026.
  5. oficial Fiperj: Peixes cartilaginosos marinhos ameaçados de extinção (Portarias GM/MMA 1.666 e 1.667/2026), atualizado em 11/05/2026Cartaz da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro, com nomes populares e categorias das espécies de peixes cartilaginosos da lista; informa que as alterações se aplicam a partir de 27/10/2026. Conferido em 13/10/2026.
  6. oficial Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 14, de 26 de novembro de 2012: desembarque, transporte, armazenamento e comércio de tubarões e raias (proibição do finning)Texto do Sislegis/MAPA (DOU de 28/11/2012), conferido em 13/10/2026. O § 6º do art. 3º (autoriza descartar a cauda das raias a bordo) foi acrescentado pela IN Interministerial 6/2013.
  7. oficial México: Modificación a la NOM-017-PESC-1994 (pesca deportivo-recreativa), DOFTexto oficial no Diário Oficial da Federação; itens 4.9.1, 4.9.5, 4.10 e 4.11 conferidos em 13/10/2026.
  8. oficial México: NOM-029-PESC-2006, pesca responsável de tubarões e raias (DOF de 14/02/2007)Cópia do texto publicado no DOF, na plataforma de normalização da Secretaría de Economía. Itens 1.2, 4.2.1, 4.2.3 e 4.3.4 e o Apêndice Normativo A conferidos em 13/10/2026. A norma foi escrita para a pesca comercial; a pesca esportiva tem a norma própria, a NOM-017.
  9. imprensa Crónica: Anuncian periodos de veda y aprovechamiento de especies marinas (Agricultura e Conapesca, 01/08/2025)Nota de imprensa que reproduz o anúncio da Secretaría de Agricultura e da Conapesca para tubarões e raias no Pacífico e em Tabasco, Campeche e Yucatán. O aviso oficial vigente em 2026 não foi localizado; confirme as datas com a Conapesca.
  10. oficial Colômbia: Decreto 281 de 2021 (proteção e conservação de tubarões, raias marinhas e quimeras), Gestor Normativo da Função PúblicaConsiderandos e regras do decreto sobre tubarões e raias marinhas. Mudanças posteriores da AUNAP sobre captura incidental não foram conferidas.
  11. oficial Panamá: Decreto Ejecutivo nº 9, de 10 de junho de 2026 (pesca deportiva), Gaceta Oficial Digital nº 30543-EArt. 19 (proibição de captura, retenção e desembarque de tubarões e raias na pesca esportiva), art. 20 (proibição de venda), art. 39 (revoga o Resuelto ADM/ARAP 002/2012) e art. 40 (vigência em seis meses). Art. 19 conferido no texto em 13/10/2026.
  12. oficial Província de Buenos Aires: Disposição nº 217/2007 (regulamento da pesca esportiva marítima)Texto oficial no site da Direção de Pesca bonaerense (La Plata, 06/12/2007), conferido em 13/10/2026: arts. 4º, 6º, 7º, 9º a 11, 14, 15, 18, 19, 21 e 24 e Anexos 1 e 2.
  13. científica Museu de História Natural da Flórida: Rhinoptera bonasus (perfil da espécie)Dieta (moluscos bivalves, crustáceos), cardumes, migração, ferrões da cauda, gestação de 11 a 12 meses e avaliação da IUCN. O museu cita 213 cm de largura de disco como recorde, valor que não adotamos: seguimos os 120 cm da FishBase.
não confunda

espécies parecidas