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catálogo Carangidae · predador

peixe-galo

Selene vomer

MarEstuário

O prato prateado da costa: corpo altíssimo e finíssimo, filamentos longos e briga de lado.

Também chamado de: galo-de-penacho, galo, peixe-galo

Ilustração científica de Peixe-galo
tamanho comum
20–35 cm
máximo
48 cm
peso comum
0,3–1 kg
recorde/máx.
2,1 kg
profundidade
1–50 m
água ideal
22–28 °C
visão geral

quem é o peixe-galo

O peixe-galo é o prato prateado da costa: corpo altíssimo, finíssimo e espelhado, que quase desaparece quando fica de frente. Vive em toda a costa, perto do fundo de areia e lama, em baías, canais, praias e ao redor de pilares, píeres e naufrágios, quase sempre em pequenos grupos. Come pequenos crustáceos, camarões e peixinhos. Os adultos têm filamentos longos na dorsal e na anal, o 'penacho'. Morde iscas pequenas, micro jigs e camarão, e briga de lado, usando o corpo alto contra a corrente, o que surpreende pelo tamanho. Carne boa, porém pouca: é mais pesca de diversão.

curiosidades

  • Quase invisível de frente: o corpo prateado e fino reflete o ambiente.
  • Nos jovens, os primeiros espinhos da dorsal também formam filamentos longos, que encurtam com o crescimento.
como reconhecer

identificação

Corpo muito alto e extremamente achatado, prateado-metálico, perfil da cabeça quase vertical e boca bem baixa. Adultos com lobos da dorsal e da anal muito longos, em filamentos. Diferença para os pampos: os pampos têm focinho rombudo e arredondado, e o pampo-galhudo tem barras verticais escuras. O galo-de-fundo (outra espécie) tem lobos curtos e mancha escura no pedúnculo.

como está a pesca de peixe-galo

Carregando os próximos 7 dias…

Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Todo o litoral, em baías, canais, praias abrigadas e estruturas, do Amapá ao Rio Grande do Sul.

Habitat: Perto do fundo de areia e lama em baías e canais, ao redor de pilares, píeres, naufrágios e lajes.

litoral

Costa NorteCosta NordesteCosta SudesteCosta Sulcosteiro

estados

Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no anomelhor: nov–abr
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

No Sudeste e Sul aparece mais do fim da primavera ao outono. No Nordeste, o ano todo.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Dia, com picos no amanhecer e entardecer. Morde de dia, com mais atividade no fim da tarde e no amanhecer.

clima, água e comportamento

o que mexe com o peixe-galo
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Água fria reduz a presença no Sul.

pressão atmosférica

Pouco sensível.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Pouco relevante.

nível da água

Água limpa ajuda; ressaca suja as baías e derruba.

barulho

Moderado em píeres e pilares.

vento

Vento forte atrapalha a pesca leve.

maré

Com maré correndo, fica junto às estruturas e bordas de canal comendo o que a corrente traz. No estofo continua por perto, mas morde menos.

profundidade

De 1 a 20 m perto do fundo; até 50 m na plataforma.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
6'0" a 7'0", 6 a 14 lb
molinete / carretilha
molinete 2500 a 3000
linha
multifilamento 10 a 15 lb
líder
fluorocarbono 15 a 20 lb
anzol
anzol nº 1 a 1/0

iscas artificiais

  • micro jig 7 a 20 g
  • jig head 1/8 oz com shrimp pequeno

iscas naturais

  • camarão
  • filé de sardinha pequeno
  • lula em tira fina

acessórios

  • alicate pequeno

dica de quem pesca

Iscas pequenas, perto do fundo e da estrutura. Trabalhe o micro jig com toques curtos e deixe cair: o galo pega na descida.

o que a lei diz

regras para o peixe-galo

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional de ameaçadas.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Corpo fino e muco delicado: mãos molhadas, segure pela cauda e por baixo, e devolva rápido.

na cozinha

Carne branca e saborosa, mas rende pouco filé. Frito inteiro.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01288, b = 2.95; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Selene vomer (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento e referências. Página conferida em 13/10/2026.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Selene vomer (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2023. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — Selene vomer (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 21/08/2012)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
  5. científica Carpenter, K. E. (org.) (2002). The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae). FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes. Roma: FAO.Capítulo Carangidae (Smith-Vaniz, W. F.).
  6. científica Menezes, N. A.; Buckup, P. A.; Figueiredo, J. L.; Moura, R. L. (orgs.) (2003). Catálogo das espécies de peixes marinhos do Brasil. São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 160 p.Lista das espécies marinhas registradas no Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita o catálogo para a espécie.
não confunda

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