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catálogo Carangidae · predador

xerelete-amarelo

Caranx bartholomaei

Mar

Xerelete grande de reflexos dourados dos recifes e parcéis afastados. Anda sozinho ou em grupos pequenos e ataca jig e isca de meia-água.

Também chamado de: xerelete-amarelo, guarajuba, garajuba, yellow jack

Ilustração científica de Xerelete-amarelo
tamanho comum
35–60 cm
máximo
100 cm
peso comum
1–4 kg
recorde/máx.
14,0 kg
profundidade
0–50 m
água ideal
24–29 °C
visão geral

quem é o xerelete-amarelo

O xerelete-amarelo vive no Atlântico ocidental, de Massachusetts e das Bermudas, pelo Golfo do México e o Caribe, até São Paulo, e também no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Os adultos preferem recifes afastados e águas abertas; os jovens ficam perto da costa, em pradarias de capim-marinho, ou acompanham águas-vivas e sargaço à deriva. Em geral anda sozinho ou em grupos pequenos e come peixes pequenos. Desova longe da costa, de fevereiro a outubro. Na pesca esportiva sai no jigging, no arremesso de iscas de meia-água e no corrico perto de recifes. Alguns autores o chamam de Carangoides bartholomaei.

curiosidades

  • Os jovens costumam nadar junto a águas-vivas e sargaço à deriva.
  • Alguns autores o colocam no gênero Carangoides.
como reconhecer

identificação

Corpo alongado e comprimido, azul-esverdeado a prateado com reflexos dourados; nadadeiras amareladas. A maxila superior não chega à margem da frente do olho. Não tem mancha escura no opérculo nem na peitoral. Jovens com cerca de 5 barras escuras. O xerelete-azul tem uma faixa preta no dorso que segue até o lobo de baixo da cauda; o xerelete comum tem mancha preta no opérculo.

como está a pesca de xerelete-amarelo

Carregando os próximos 7 dias…

Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

No Brasil, do Norte a São Paulo, em recifes e parcéis, e no Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

Habitat: Recifes afastados e águas abertas sobre a plataforma; jovens em capim-marinho, junto a águas-vivas e sargaço à deriva.

litoral

Costa NorteCosta NordesteCosta Sudestecosteiroplataforma

estados

Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no anomelhor: mar–abr
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Sai o ano todo nas águas quentes; a desova vai de fevereiro a outubro, longe da costa.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Diurno. Ativo de dia, com mais ataques nas trocas de maré e nas primeiras horas da manhã.

clima, água e comportamento

o que mexe com o xerelete-amarelo
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Água fria afasta o peixe dos parcéis rasos.

pressão atmosférica

Mar grosso depois de frente fria derruba a pesca.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Pouco efeito no mar aberto.

nível da água

Não se aplica no mar.

barulho

Peixe de água clara: motor em cima do parcel espanta.

vento

Vento forte acelera a deriva e tira o jig da vertical.

maré

Corrente moderada sobre o parcel concentra a isca.

profundidade

Da superfície a uns 50 m.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
jigging PE 2 a 3; arremesso 7', 15 a 30 lb
molinete / carretilha
molinete 4000 a 6000
linha
multifilamento 20 a 40 lb
líder
fluorocarbono 30 a 50 lb, 1,5 m
anzol
assist hooks 2/0 a 4/0; circle 3/0 a 5/0

iscas artificiais

  • jig de 40 a 120 g
  • meia-água de 9 a 12 cm
  • pena de corrico

iscas naturais

  • peixe pequeno vivo
  • lula

acessórios

  • alicate

dica de quem pesca

Nos parcéis, jig com toques rápidos na meia-água costuma achar o xerelete-amarelo que anda sozinho em volta da pedra.

o que a lei diz

regras para o xerelete-amarelo

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Segure pelo pedúnculo e pela barriga, tire o anzol com alicate e solte de cabeça na água.

na cozinha

Sabor de regular a bom; melhor fresco, grelhado ou frito. Há registros de ciguatera em peixes de recife.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.0195, b = 2.9; FishBase (estimativa bayesiana para o gênero e o formato do corpo, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Caranx bartholomaei (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento, lista de países e referências. Página conferida em 13/10/2026.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026). Busca feita também pelo sinônimo Carangoides bartholomaei.
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Carangoides bartholomaei (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2023. DOI conferido no Crossref. A ficha usa o nome Carangoides bartholomaei.
  4. científica IUCN Red List — Caranx bartholomaei (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 20/08/2012)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
  5. científica Carpenter, K. E. (org.) (2002). The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae). FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes. Roma: FAO.Capítulo Carangidae (Smith-Vaniz, W. F.).
não confunda

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