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todas as técnicas técnica de pesca

corrico

Iscas puxadas pelo barco em movimento para cobrir muita água e achar peixe pelágico ou de canal, do dourado no rio ao marlim na quebra da plataforma.

quando usar

Peixe espalhado e em movimento. Em mar aberto: marlins, agulhão-vela, dourado-do-mar, atum e wahoo, procurados em linha de corrente, mudança de cor e de temperatura da água, sargaço e aves trabalhando. Na costa: cavala, sororoca, anchova e xaréu. Em rio largo e represa: dourado e cachorra, onde a norma permite. Nas águas interiores do Paraná o corrico é proibido.

onde procurar

  • quebra da plataforma e talude
  • linha de corrente e mudança de cor da água
  • parcéis, ilhas e lajes (cavala, olho-de-boi, sororoca)
  • boias e plataformas, por fora da zona de segurança
  • sargaço e objetos flutuantes (dourado-do-mar)
  • canal de rio e beira de represa, onde permitido

equipamento

Costa e rio: vara de 6'6" a 7'0", 15-30 lb, molinete 4000 a 6000 ou carretilha de corrico de 20 a 30 lb, multifilamento de 30 a 50 lb ou mono de 20 a 30 lb, líder de fluorocarbono de 40 a 80 lb ou aço fino para peixe de dente. Oceânico: varas e carretilhas de fricção de alavanca na classe da linha (20-30 lb para agulhão e dourado-do-mar, 30-50 lb para atum e wahoo, 50-80 lb para marlim-azul), mono da classe com 500 m ou mais, líder de mono de 80 a 400 lb crimpado, cabo de aço para wahoo e circle hook na isca natural.

iscas

  • saias e cabeças de resina de 6 a 14 polegadas
  • plugs de barbela de corrico (raso e profundo)
  • lulas de silicone e daisy chain como teaser
  • isca natural montada (agulhinha, lula, bonito)
  • isca viva em corrico lento (sardinha, xixarro, bonito)
  • colheres e plugs de barbela para costa e rio
  • chumbo de corrico (bullet) com saia para wahoo
passo a passo

como fazer

  1. Ache a água: quebra de temperatura, linha de corrente com sujeira, mudança de cor, sargaço, troncos e aves. O sonar com temperatura de superfície e a carta náutica mostram a quebra da plataforma.
  2. Monte o spread: iscas a distâncias diferentes, posicionadas nas ondas da esteira do barco, de 2 a 6 linhas conforme o barco, com teasers perto da popa quando o alvo é peixe de bico.
  3. Ajuste a velocidade à isca: cerca de 2 a 4 nós com isca viva, 6 a 9 nós com saias e plugs para marlim e dourado-do-mar, 12 a 16 nós com iscas de chumbo para wahoo.
  4. Deixe a fricção no ponto de strike, em torno de um terço da resistência da linha, com a alavanca marcada nessa posição.
  5. Com circle hook, não fisgue: deixe a linha esticar com o barco andando. Peixe de bico em isca natural: solte linha de 3 a 5 segundos (drop-back) antes de fechar a fricção.
  6. Fisgado, recolha as outras linhas, manobre para deixar o peixe na popa ou a meia-nau e brigue com a vara baixa.
  7. Peixe de bico: briga curta, líder na mão e soltura com o peixe na água e o barco andando devagar.

erros comuns

  • Passar com o barco em cima do cardume ou dos pássaros: corra pela borda.
  • Velocidade errada para a isca: ela gira ou pula fora d'água.
  • Fricção apertada demais no strike: arrebenta a linha ou rasga a boca.
  • Anzol J em isca natural para marlim: aumenta o anzol engolido e a mortalidade na soltura.
  • Tirar peixe de bico da água para foto.
  • Entrar na zona de segurança de 500 m de plataforma de petróleo.
para quais peixes

espécies

kits prontos

guias para treinar

fontes e referências

  1. técnica IGFA — International Angling RulesClasses de linha, limites de líder e linha dupla, regras de anzol, medição e pesagem de recordes.
  2. científica Horodysky, A.Z.; Graves, J.E. (2005). Application of pop-up satellite archival tag technology to estimate postrelease survival of white marlin caught on circle and straight-shank (J) hooks in the western North Atlantic recreational fishery. Fishery Bulletin 103: 84–96
  3. técnica The Billfish Foundation — programa de marcação e soltura de peixes de bico
  4. científica Cooke, S.J.; Suski, C.D. (2004). Are circle hooks an effective tool for conserving marine and freshwater recreational catch-and-release fisheries? Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems 14: 299–326
  5. oficial Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, art. 60 (zonas de segurança de até 500 m em torno de instalações no mar), promulgada no Brasil pelo Decreto nº 99.165/1990
  6. oficial Portaria IAT nº 650/2025 (PR) — pesca nas águas interiores do ParanáAté 3 equipamentos na água por pescador, corrico proibido, garatéia só montada de fábrica em isca artificial, conforme regras.json do app.