GO (Araguaia-Tocantins): entre 15 e 20 cm
Em Goiás o mandi-prata (Pimelodus blochii) só pode ser abatido entre 15 e 20 cm, e só para consumo no local.
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I (vigor 28/05/2026; só consumo no local, transporte zero)
Pimelodus blochii · Pimelodidae · onívoro
O mandi da Amazônia e do Araguaia-Tocantins. Anda em cardume, come de tudo e ferroa quem pega sem cuidado.
Também chamado de: mandi, mandi-prata, mandi-cabeça-de-ferro, mandi-pintado, mandijuba
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Bagre pequeno e gregário, comum na parte baixa dos rios grandes da Amazônia e no Tocantins-Araguaia. Come frutas, sementes, insetos, peixinhos e detritos, e ajuda a espalhar sementes da mata alagada. Fica ativo de dia e à noite e se abriga sob troncos. Sobe os rios para desovar, e a fêmea solta dezenas de milhares de ovos. É vendido em quantidade nos mercados da região e é a alegria de quem pesca de caniço no barranco. Os espinhos serrilhados da dorsal e das peitorais causam ferroada dolorida.
Corpo prateado a acinzentado, às vezes com pintas escuras no flanco. Três pares de barbilhões compridos. Espinhos fortes e serrilhados na dorsal e nas peitorais. Cauda bifurcada. O mandi-amarelo (Pimelodus maculatus), do Sul e do São Francisco, é amarelado com pintas grandes.
Bacia amazônica e Tocantins-Araguaia, sobretudo nos trechos baixos dos rios grandes.
Habitat: Barrancos, remansos, troncos submersos e praias; fundo de areia e lama.
nativa nas bacias
estados
Amazonas, Pará, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Maranhão
O ano todo; melhor na vazante e na seca, com o cardume concentrado nos barrancos.
Noite e crepúsculo. Come de dia e de noite; rende mais no fim da tarde e no começo da noite.
Friagens reduzem a mordida.
Pouco efeito.
Noites escuras rendem um pouco mais.
Água começando a turvar costuma ativar o cardume.
Rio baixando concentra o mandi nos barrancos.
Pouco sensível.
Pouco efeito.
Fundo, de 1 a 5 m.
iscas naturais
acessórios
Isca no fundo do barranco no fim da tarde. Segure por trás dos espinhos, com pano ou alicate.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026).
Em Goiás o mandi-prata (Pimelodus blochii) só pode ser abatido entre 15 e 20 cm, e só para consumo no local.
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I (vigor 28/05/2026; só consumo no local, transporte zero)
Acima de 20 cm o mandi-prata deve ser devolvido à água em Goiás.
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I (vigor 28/05/2026; só consumo no local, transporte zero)
No Tocantins o mandi-cabeça-de-ferro (Pimelodus blochii) só pode ser retido entre 15 e 35 cm. No TO o amador não transporta pescado até 28/02/2029, salvo 1 exemplar nativo; pode consumir até 3 kg no local (Portaria Naturatins 44/2026).
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Acima de 35 cm o mandi deve ser devolvido à água no Tocantins.
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com linha de mão, vara ou molinete/carretilha. O pescado só pode ser consumido no local, sem transporte. Competições proibidas. Subsistência: 3 kg + 1 exemplar. Regras estaduais (GO e TO) podem ser mais restritivas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com consumo no local. Subsistência: 5 kg + 1 exemplar. Regras estaduais podem ser mais restritivas.
Permitido: Em 2025/26: pesque-e-solte com anzol sem fisga e carteira de pesca amadora; subsistência a pé ou em barco a remo, com caniço simples ou linha de mão.
Fonte: Portaria Naturatins nº 244/2025 (temporada 2025/26); INIs MPA/MMA nº 12 e 13/2011
Permitido: Mesmas exceções do amador previstas na Portaria 48/2007 (linha de mão ou vara, 5 kg + 1 exemplar), salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Amador com linha de mão ou vara, linha e anzol fica fora das proibições do Anexo II, com cota de 5 kg + 1 exemplar, salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Só pesca de subsistência.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Veja as exceções da Portaria 48/2007 e as regras estaduais de cada margem.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Segure por trás dos espinhos, com pano ou alicate, e solte rápido.
Carne branca e saborosa; frito inteiro ou em caldo.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00912, b = 3.03; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
—
Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.