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catálogo Ophidiidae · predador

congro-rosa

Genypterus brasiliensis

Mar

Peixe de fundo alongado e rosado da plataforma do Sudeste e do Sul, com ventrais em forma de barbilhão sob a garganta. Carne nobre.

Também chamado de: congro-rosa, congrio-rosa, jurupari, parupé

Ilustração científica de Congro-rosa
tamanho comum
40–60 cm
máximo
69 cm
peso comum
0,4–1,2 kg
recorde/máx.
1,5 kg
profundidade
60–200 m
água ideal
12–18 °C
visão geral

quem é o congro-rosa

O congro-rosa é um ofidiídeo de corpo alongado, sem divisão nítida entre a dorsal, a cauda e a anal, que vive em fundos de lama da plataforma externa, do Rio de Janeiro ao norte da Patagônia argentina, geralmente de 60 a 200 m. Põe ovos que flutuam envoltos numa massa gelatinosa. É capturado pela pesca de arrasto e de linha de fundo e aparece na pesca amadora em pescarias profundas sobre fundo mole. Tem carne branca e firme, apreciada em caldeiradas e ensopados. A situação taxonômica é discutida: alguns autores o consideram uma forma sem manchas do congro-do-sul (Genypterus blacodes).

curiosidades

  • As ventrais viraram dois filamentos sob a garganta, que parecem barbilhões.
  • Os ovos flutuam numa massa gelatinosa.
como reconhecer

identificação

Corpo alongado, que afina até a cauda, rosado a alaranjado, sem manchas marcantes. Dorsal e anal longas, unidas à caudal. Ventrais reduzidas a dois filamentos sob a garganta, que parecem barbilhões. Escamas muito pequenas. Apesar do nome, não é parente dos congros verdadeiros, que são enguias.

como está a pesca de congro-rosa

Carregando os próximos 7 dias…

Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul, seguindo para o Uruguai e a Argentina.

Habitat: Fundos de lama da plataforma externa e da borda do talude, geralmente de 60 a 200 m.

litoral

Costa SudesteCosta Sulplataforma

estados

Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no ano
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Pescado o ano todo; o mar define as janelas de pesca.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Qualquer hora. Em profundidade a luz pesa pouco; morde ao longo do dia.

clima, água e comportamento

o que mexe com o congro-rosa
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Vive em água fria de fundo.

pressão atmosférica

Frente fria traz mar grosso.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Sem efeito em profundidade.

nível da água

Não depende de nível de água.

barulho

Pouco sensível.

vento

Vento forte impede manter a linha vertical.

maré

Prefira corrente fraca.

profundidade

De 60 a 200 m.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
5'6" a 6'6", 30 a 50 lb
molinete / carretilha
carretilha de perfil alto ou elétrica
linha
multifilamento 40 a 50 lb
líder
monofilamento 60 a 80 lb
anzol
circle 4/0 a 6/0

iscas naturais

  • lula
  • filé de peixe
  • sardinha

acessórios

  • chumbo de 300 a 600 g

dica de quem pesca

Deixe a isca parada no fundo; o congro morde devagar.

o que a lei diz

regras para o congro-rosa

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Vem de grande profundidade e raramente sobrevive à soltura; pesque só o que for consumir.

na cozinha

Carne branca, firme e saborosa; clássica em caldeirada, ensopado e posta grelhada.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00209, b = 3.18; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Genypterus brasiliensis (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento e referências. Página conferida em 13/10/2026. O comprimento máximo do FishBase (68,8 cm) é comprimento padrão, sem a cauda.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Genypterus brasiliensis (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2025. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — busca por Genypterus brasiliensisSegundo o FishBase (versão 2025-2 da Lista Vermelha), a espécie não foi avaliada pela IUCN. Buscar por "Genypterus brasiliensis" no site.
  5. científica Figueiredo, J. L.; Menezes, N. A. (1978). Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. II. Teleostei (1). São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 110 p.Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
  6. científica Haimovici, M.; Martins, A. S.; Figueiredo, J. L.; Vieira, P. C. (1994). Demersal bony fish of the outer shelf and upper slope of the southern Brazil Subtropical Convergence Ecosystem. Marine Ecology Progress Series 108: 59–77.Peixes demersais da plataforma externa e do talude do Sul do Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
  7. científica Menezes, N. A.; Buckup, P. A.; Figueiredo, J. L.; Moura, R. L. (orgs.) (2003). Catálogo das espécies de peixes marinhos do Brasil. São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 160 p.Lista das espécies marinhas registradas no Brasil. Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
não confunda

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