Tamanho mínimo: 30 cm
Fonte: Portaria IAT nº 650/2025, Anexo I (bacias interiores do PR, exceto Iguaçu e litoral)
Rhamdia quelen
O bagre de couro dos rios do Sul e Sudeste. Noturno, aguenta água fria e morde bem em minhoca no fundo.
Também chamado de: jundiá, jundiá-cinza, bagre
Bagre sem escamas, de porte pequeno a médio, comum em rios, arroios, lagoas e açudes do Sul e do Sudeste. Aguenta água fria melhor que os bagres do Pantanal, por isso é dos peixes mais pescados no RS, SC e PR. Come de tudo: peixinhos, insetos, minhocas, crustáceos e restos. Sai à noite e fica perto de pedras, troncos e barrancos. É criado em piscicultura no Sul. Briga pouco, mas morde bem com minhoca no fundo, à noite. Tem espinho peitoral que fere a mão: cuidado ao manusear.
Corpo alongado, sem escamas, cinza a marrom-oliva, às vezes mosqueado, ventre claro. Três pares de barbilhões longos; os maxilares chegam perto da cauda. Nadadeira adiposa longa. O mandi é amarelado com fileiras de pintas e tem espinhos mais fortes. O bagre-africano tem cabeça óssea larga, quatro pares de barbilhões e não tem adiposa.
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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Rios, arroios, lagoas e açudes do Sul e do Sudeste, Pantanal e São Francisco; muito comum no RS, SC e PR.
Habitat: Fundos com pedras, troncos e locas; remansos, barrancos e açudes.
nativa nas bacias
estados
Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás
Primavera e verão são os melhores, mas continua mordendo no outono e em dias amenos de inverno.
Noturno. Ativo à noite, principalmente nas primeiras horas após o escurecer. Dias nublados e água turva ajudam de dia.
Tolera frio, mas para nas noites geladas de inverno.
Pouco efeito.
Noites escuras rendem mais.
Água turvando depois de chuva costuma ativar o jundiá.
Rio subindo devagar traz alimento e movimenta o peixe.
Pouco sensível.
Quase sem efeito.
Fundo, 0,5 a 4 m.
iscas naturais
acessórios
À noite, isca no fundo perto de pedra e galhada, com pouca folga na linha. O jundiá engole: ferre logo para não machucar o peixe.
Para quem nunca pescou e quer um kit simples para pesqueiro, lago, represa ou rio calmo, com isca natural.
guiaO que fazer com anzol cravado, ferroada de arraia e de bagre, mordida de piranha, corte de linha, queimadura de sol, calor excessivo e afogamento. Não substitui curso de primeiros socorros nem atendimento médico.
guiaPara quem nunca pescou: licença, onde ir, um kit barato que funciona, como montar a linha com boia, como colocar a isca e o que fazer quando o peixe morder.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Rhamdia quelen é tratado como complexo de espécies.
Fonte: Portaria IAT nº 650/2025, Anexo I (bacias interiores do PR, exceto Iguaçu e litoral)
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 11; IN IBAMA nº 201/2008
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada com linha de mão, vara, molinete ou carretilha, até 5 kg + 1 exemplar. Proibido pescar até 1.000 m de barragens, cachoeiras e corredeiras e até 500 m de confluências. Lagoas marginais têm defeso maior (veja o item seguinte).
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Nenhuma pesca nas lagoas marginais durante o período.
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Pesca amadora desembarcada, ou embarcada em barco sem motor. Só linha de mão ou vara, linha e anzol, um petrecho por pescador, até 5 kg. Proibido pescar em lagoas marginais, até 1.500 m de barragens, até 500 m de confluências e em trechos listados na norma (ex.: rio Turvo).
Fonte: IN IBAMA nº 193/2008
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada, com anzol simples, um petrecho por pescador, até 5 kg.
Fonte: IN IBAMA nº 197/2008
Permitido: Nos rios, só pesca desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Só espécies não nativas, híbridos e camarão-gigante-da-malásia, até 10 kg + 1 exemplar. Proibido em lagoas marginais e até 1.000 m de barragens.
Fonte: IN IBAMA nº 195/2008
Permitido: Mesmas regras das bacias do Sudeste: só espécies não nativas e híbridos, até 10 kg + 1 exemplar; nos rios, só desembarcada.
Fonte: IN IBAMA nº 196/2008
Segure por trás dos espinhos peitorais com pano úmido. Se engoliu, corte a linha perto do anzol.
Carne branca, sem espinhas intramusculares e muito saborosa; frito, ensopado ou na brasa.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00912, b = 3.02; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
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