Janela de tamanho no Tocantins
No Tocantins o oscar/apaiari só pode ser retido entre 12 e 40 cm.
Fonte: Portaria NATURATINS/GABIN nº 47/2026 (anexos alterados pela Portaria nº 105/2026)
Astronotus ocellatus · Cichlidae · predador
Ciclídeo robusto de lagos amazônicos, com ocelo na cauda e manchas laranja. Famoso no aquarismo como oscar.
Também chamado de: acará-açu, oscar, apaiari, cará-pirosca
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
O acará-açu é um ciclídeo grande e robusto de lagos de várzea, igapós e remansos de água parada. Come insetos, camarões, caranguejos e peixes pequenos, que suga com a boca grande. Vive em água morna e com pouco oxigênio, perto de galhadas, capim e raízes. Forma casais na reprodução, desova em superfície limpa e os pais cuidam dos filhotes. É muito conhecido no aquarismo mundial como oscar. Foi solto em açudes do Nordeste e em outras bacias, onde se estabeleceu. Na pesca é alvo divertido no equipamento ultraleve e no fly, e é peixe de consumo comum nas comunidades.
Corpo oval e grosso, cor oliva-escura a preta com manchas e bordas laranja-avermelhadas. Ocelo preto com aro laranja na parte de cima da base da cauda. Lábios grossos e escamas pequenas que dão aspecto aveludado. O tucunaré também tem ocelo na cauda, mas tem corpo alongado e barras verticais. A tilápia não tem ocelo e tem listras finas na cauda.
Lagos de várzea, igapós e remansos da Amazônia e do Araguaia-Tocantins. Introduzido em açudes do Nordeste, no São Francisco e em lagos e represas do Sudeste.
Habitat: Lagos de várzea, igapós, remansos e açudes de água parada, com galhada, raízes e capim.
nativa nas bacias
introduzida em
estados
Amazonas, Pará, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo
destinos famosos
Pega o ano todo; na Amazônia a seca concentra nos lagos. Em açude do Nordeste, rende o ano inteiro.
Diurno. Ativo de dia, mais no começo da manhã e no fim da tarde.
Muito sensível a água fria; abaixo de 20 °C quase para.
Efeito moderado.
Pouco efeito.
Pouco efeito.
Lago baixando concentra.
Desconfiado em água rasa.
Pouco efeito.
Raso, junto da vegetação.
iscas artificiais
iscas naturais
acessórios
Isca natural pequena na boia, rente à galhada, e paciência: ele cheira e testa antes de engolir.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Exótico em açudes do Nordeste e no Sudeste.
No Tocantins o oscar/apaiari só pode ser retido entre 12 e 40 cm.
Fonte: Portaria NATURATINS/GABIN nº 47/2026 (anexos alterados pela Portaria nº 105/2026)
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com linha de mão, vara ou molinete/carretilha. O pescado só pode ser consumido no local, sem transporte. Competições proibidas. Subsistência: 3 kg + 1 exemplar. Regras estaduais (GO e TO) podem ser mais restritivas.
Permitido: Pesca amadora só em reservatórios, com consumo no local. Subsistência: 5 kg + 1 exemplar. Regras estaduais podem ser mais restritivas.
Permitido: Em 2025/26: pesque-e-solte com anzol sem fisga e carteira de pesca amadora; subsistência a pé ou em barco a remo, com caniço simples ou linha de mão.
Fonte: Portaria Naturatins nº 244/2025 (temporada 2025/26); INIs MPA/MMA nº 12 e 13/2011
Permitido: Mesmas exceções do amador previstas na Portaria 48/2007 (linha de mão ou vara, 5 kg + 1 exemplar), salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Amador com linha de mão ou vara, linha e anzol fica fora das proibições do Anexo II, com cota de 5 kg + 1 exemplar, salvo norma estadual mais restritiva.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Só pesca de subsistência.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Permitido: Veja as exceções da Portaria 48/2007 e as regras estaduais de cada margem.
Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007
Fácil de manusear: segure pela boca com o polegar e devolva rápido.
Carne branca e saborosa, frita inteira ou assada. Popular em comunidades ribeirinhas e no Nordeste.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.0155301, b = 3.02; FishBase (bayesiano, espécie + forma do corpo da família); coeficiente a ajustado ao porte máximo registrado). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.