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todas as técnicas técnica de pesca

fly fishing

Arremesso do peso da própria linha para apresentar moscas leves e volumosas que nenhuma outra técnica põe na água do mesmo jeito.

quando usar

Peixe no raso e à vista, cardume na superfície, peixe que recusa isca pesada ou barulhenta, água clara. No Brasil rende com tucunaré na beira de praia e na pauzada, dourado e piraputanga em rio de água limpa, robalo na beira do mangue, bonitos em fervedouro e truta em rio de serra. Com vento forte, ou com peixe fundo em correnteza pesada, perde para o arremesso convencional.

onde procurar

  • beira de praia e pauzada rasa (tucunaré)
  • cabeceira e saída de corredeira (dourado)
  • sombra de árvore frutífera (piraputanga)
  • raiz de mangue e boca de gamboa (robalo)
  • fervedouro de isca no mar
  • poço e corredeira de rio de serra (truta)

equipamento

Vara, carretilha e linha do mesmo número. #4 a #5 para truta e lambari; #6 a #7 para tucunaré-amarelo, traíra, piraputanga e robalo-peva; #8 a #9 para tucunaré-azul e popoca, dourado e robalo-flecha; #9 a #10 para tucunaré-açu com moscas grandes e vento; #10 a #12 para camurupim, dourado-do-mar e atum. Linha WF flutuante tropical como base; intermediária ou sink tip para rio e poço. Backing de 100 a 200 m de dacron de 20 a 30 lb. Leader de 1,5 a 2,7 m: fluorocarbono de 30 a 50 lb para tucunaré, ponta de aço fino ou titânio de 15 a 25 cm para dourado, fluorocarbono de 30 a 40 lb para robalo e tippet 4X a 6X para truta.

iscas

  • streamers de 6 a 15 cm (Deceiver, Clouser Minnow, bucktail)
  • poppers e gurglers
  • imitações de camarão
  • moscas de fruta e semente (pacu, piraputanga, pirapitinga)
  • ninfas, moscas secas e woolly bugger (truta)
  • moscas de epóxi e de fibra sintética para bonitos
passo a passo

como fazer

  1. Monte na ordem: backing com nó de carretel, linha de fly (alça com alça ou Albright), leader (alça com alça ou nail knot) e tippet.
  2. Comece com 8 a 10 m de linha esticada na água e a ponta da vara baixa.
  3. Levante acelerando e pare seco perto de 1 hora: é a parada que forma a laçada. Espere a linha estender atrás.
  4. Acelere para a frente e pare seco perto de 10 horas. Use poucos falsos arremessos e solte a linha da mão logo depois da parada (shoot).
  5. Recolha em strips com a mão livre, ponta da vara baixa e apontada para a mosca, variando comprimento e ritmo.
  6. Fisgue com o strip set: puxe a linha com a mão, sem levantar a vara. Depois recolha a linha solta para a carretilha e brigue pela fricção.
  7. Para mosca pesada e vento, aprenda a puxada dupla (double haul) antes da viagem.
  8. Em leader grosso (30 a 60 lb), amarre a mosca com nó de alça (non-slip loop ou Rapala loop) ou Uni; o clinch melhorado serve para tippet fino.

erros comuns

  • Equipamento de número desencontrado (vara #8 com linha #6).
  • Força em vez de parada seca.
  • Começar o arremesso para a frente antes de a linha estender atrás.
  • Levantar a vara para fisgar predador.
  • Pisar na linha solta no piso do barco na hora da corrida.
  • Clinch melhorado em leader de 40 a 50 lb: não assenta e escorrega.
para quais peixes

espécies

kits prontos

guias para treinar

fontes e referências

  1. técnica Kreh, L. (2008). Casting with Lefty Kreh. Stackpole Books
  2. técnica Wulff, J. (1987). Joan Wulff's Fly Casting Techniques
  3. técnica AFFTA (American Fly Fishing Trade Association) — padrão de numeração de linhas de fly pelo peso dos primeiros 30 pésPadrão herdado da antiga AFTMA; é o que define o número (#) de linha, vara e carretilha.
  4. técnica IGFA — International Angling RulesClasses de linha, limites de líder e linha dupla, regras de anzol, medição e pesagem de recordes.