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previsão de pesca

albacora-branca

Thunnus alalunga · Scombridae · predador

Mar

O atum de nadadeiras peitorais longuíssimas, de águas mais frias que as outras albacoras. Alvo do espinhel no Sudeste e no Sul e menos comum na pesca amadora.

Também chamado de: albacora-branca, atum-branco, albacora, albacora-legítima, alvacora

Ilustração científica de Albacora-branca
tamanho comum
70–110 cm
máximo
140 cm
peso comum
8–25 kg
recorde/máx.
60,3 kg
profundidade
0–400 m
água ideal
15–20 °C
local
período

Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…

a espécie

tudo sobre a albacora-branca

visão geral

quem é a albacora-branca

A albacora-branca é um atum oceânico de porte médio, reconhecido pelas peitorais muito longas, que chegam a cerca de 30% do comprimento do corpo nos peixes maiores. Prefere águas mais frias que as outras albacoras: concentra-se em frentes térmicas, e os adultos grandes nadam mais fundo. Forma cardumes mistos com outros atuns e às vezes acompanha objetos à deriva e sargaço. Come peixes, crustáceos e lulas. No Brasil é capturada sobretudo pelo espinhel pelágico, no Sudeste e no Sul, e o estoque do Atlântico Sul é manejado pela ICCAT, com limite total de captura. Na pesca amadora oceânica aparece no corrico e no jigging sobre o talude. Tem carne clara, a mais valorizada do atum em lata.

curiosidades

  • É a 'carne branca' mais valorizada do atum em lata.
  • As peitorais podem passar de 30% do comprimento do peixe.
como reconhecer

identificação

Atum de corpo fusiforme, dorso azul-escuro metálico e ventre prateado, sem faixas ou pintas evidentes. Peitorais muito longas, que passam da segunda dorsal. Borda posterior da cauda branca. Difere da albacora-bandolim jovem, que também tem peitorais longas mas com ponta arredondada, e da albacora-laje pela ausência de nadadeiras amarelo-vivo em foice.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Mar aberto, sobretudo no Sudeste e no Sul, sobre o talude e além; no Nordeste, em águas mais profundas.

Habitat: Mar aberto, sobre o talude e além, em frentes térmicas; cardumes de jovens na superfície e adultos mais fundo.

litoral

Costa NordesteCosta SudesteCosta Suloceanico

estados

Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no ano
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Presente o ano todo no mar aberto; a posição das frentes térmicas manda mais que o mês.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Dia, com picos no amanhecer e entardecer. Caça de dia, com picos no amanhecer e no entardecer.

clima, água e comportamento

o que mexe com a albacora-branca
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Gosta de água mais fria que as outras albacoras.

pressão atmosférica

Frente fria traz mar grosso.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Pouco sensível.

nível da água

Segue frentes térmicas e linhas de corrente.

barulho

Pouco sensível em mar aberto.

vento

Mar grosso impede a saída.

maré

Sem maré relevante no oceano; conta a corrente.

profundidade

Jovens na superfície; adultos de 50 a 300 m.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
corrico 30 a 50 lb; jigging PE 3 a 5
molinete / carretilha
carretilha de corrico 30 a 50 lb ou molinete 8000 a 14000
linha
multifilamento PE 3 a 6 ou monofilamento 30 a 50 lb
líder
fluorocarbono 60 a 100 lb, 2 m
anzol
assist hooks 5/0 a 7/0; circle 7/0 a 9/0

iscas artificiais

  • plugs de barbela de corrico
  • lulas de silicone e saias
  • jigs de 150 a 300 g

iscas naturais

  • sardinha viva
  • lula

acessórios

  • cinto de combate
  • bicheiro
  • termômetro de superfície

dica de quem pesca

Procure a mudança de cor e de temperatura da água (frente térmica) e passe as iscas ao longo dela.

o que a lei diz

regras para a albacora-branca

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). O estoque do Atlântico Sul é manejado pela ICCAT, com limite total de captura. Não localizamos tamanho mínimo federal para a pesca amadora.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Se for soltar, faça briga curta, não tire da água e solte com o barco andando devagar, cabeça para a frente.

na cozinha

Carne clara e macia; excelente grelhada, em conserva e crua, se bem sangrada e gelada.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01698, b = 3.01; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Thunnus alalunga (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento e referências. Página conferida em 13/10/2026.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Thunnus alalunga (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2026. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — Thunnus alalunga (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 15/01/2021)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
  5. científica Collette, B. B.; Nauen, C. E. (1983). FAO species catalogue. Vol. 2. Scombrids of the world. FAO Fisheries Synopsis 125(2). Roma: FAO.
  6. técnica ICCAT Manual, cap. 2.1.4 — Albacore (Thunnus alalunga). International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas.Biologia e pesca da espécie no Atlântico.
  7. científica Carpenter, K. E. (org.) (2002). The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae). FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes. Roma: FAO.Capítulo Scombridae (Collette, B. B.), citado pelo FishBase para a espécie.
  8. científica Figueiredo, J. L.; Menezes, N. A. (2000). Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. VI. Teleostei (5). São Paulo: Museu de Zoologia da USP. 116 p.Obra impressa; a URL é o registro bibliográfico no FishBase, que cita esta obra para a espécie.
não confunda

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