Bacia do Paraná: mínimo 40 cm
Tamanho mínimo federal da piapara/piau-verdadeiro na bacia do Paraná.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
Megaleporinus obtusidens · Anostomidae · onívoro
A rainha da ceva no rio Grande e no Paranaíba. Belisca fino, exige ferrada rápida e briga forte para o tamanho.
Também chamado de: piapara, piau-verdadeiro, boga, piau
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Piau grande e prateado dos rios do Prata e do São Francisco. Vive em cardumes perto do fundo e come sementes, grãos, algas, moluscos e insetos. Nas represas do rio Grande e do Paranaíba virou a estrela da pesca de ceva com milho. A mordida é delicada e rápida: a piapara belisca a isca e solta. Quem pesca com linha frouxa não fisga. Depois de ferrada, corre para o fundo com força. Em 2 a 3 kg já é um peixe muito respeitado. Na bacia do Paraná o mínimo é 40 cm.
Corpo alongado e prateado, dorso cinza-esverdeado, com três manchas escuras arredondadas ao longo da linha lateral. Boca pequena, quase inferior, com dentes incisivos fortes. O piavuçu tem cabeça bem maior e corpo esverdeado. O piau-três-pintas é menor, com pintas mais marcadas e corpo mais amarelado.
Represas e rios do alto Paraná (Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema, Paraná), Pantanal, rio Uruguai e São Francisco.
Habitat: Fundos de areia e cascalho em remansos, canais de represa, pontas de ilha e barrancos; concentra em pontos cevados.
nativa nas bacias
estados
São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina
Março a maio e setembro a outubro são os melhores. Inverno frio exige ceva mais longa.
Dia, com picos no amanhecer e entardecer. Melhor de manhã cedo e no fim da tarde; em ceva bem montada, come o dia todo.
Água abaixo de 20 °C reduz muito a atividade.
Depois de frente fria a piapara some da ceva por 1 a 2 dias.
Efeito pequeno.
Chuva fina não atrapalha.
Em represa, nível estável. Descida rápida do nível espalha o cardume.
Arisca. Ancore longe da ceva e evite bater no barco.
Vento forte faz barriga na linha e esconde a beliscada.
Fundo, de 3 a 8 m, no ponto cevado.
iscas naturais
acessórios
Linha sempre esticada e vara na mão. A beliscada é rápida: ferre curto no primeiro toque firme.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Tamanho mínimo federal da piapara/piau-verdadeiro na bacia do Paraná.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
A portaria mineira fixa 40 cm para a piapara (Leporinus elongatus) e 25 cm para o 'piau' L. obtusidens. Como a identificação é difícil, respeite 40 cm.
Fonte: Portaria IEF-MG nº 111/2003 (tamanhos mínimos de captura em MG) - IEF/Semad-MG
Fonte: IN IBAMA nº 26/2009, Anexo (bacia do rio Paraná; normas estaduais mais restritivas prevalecem)
Fonte: Portaria IAT nº 650/2025, Anexo I (bacias interiores do PR, exceto Iguaçu e litoral)
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia do Paranaíba (só consumo no local; transporte zero)
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 11; IN IBAMA nº 201/2008
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada com linha de mão, vara, molinete ou carretilha, até 5 kg + 1 exemplar. Proibido pescar até 1.000 m de barragens, cachoeiras e corredeiras e até 500 m de confluências. Lagoas marginais têm defeso maior (veja o item seguinte).
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Nenhuma pesca nas lagoas marginais durante o período.
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Pesca amadora desembarcada, ou embarcada em barco sem motor. Só linha de mão ou vara, linha e anzol, um petrecho por pescador, até 5 kg. Proibido pescar em lagoas marginais, até 1.500 m de barragens, até 500 m de confluências e em trechos listados na norma (ex.: rio Turvo).
Fonte: IN IBAMA nº 193/2008
Tire o anzol com alicate, segure na horizontal e devolva rápido.
Carne branca e saborosa, com espinhas; frita em postas finas ou assada na brasa.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01175, b = 3.08; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.