Tamanho mínimo federal (30 cm) no Sudeste e Sul
Proibido pescar, manter a bordo ou desembarcar robalo-peva menor que 30 cm de comprimento total no litoral de ES, RJ, SP, PR, SC e RS.
Centropomus parallelus · Centropomidae · predador
O robalo mais comum dos estuários. Clássico da pesca noturna com camarão vivo e ótimo no shrimp e no jig head.
Também chamado de: robalo-peva, robalo-peba, camurim (Nordeste), robalo-gordo (Centropomus mexicanus, sinônimo)
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
O peva é o robalo mais comum dos estuários e o mais pescado por amadores. Menor e mais encorpado que o flecha, vive em manguezais, rios costeiros, canais, marinas e debaixo de pontes, entrando bastante em água doce. Forma cardumes soltos em pontos de corrente e sombra e come camarão, pequenos peixes e caranguejos. É a pesca clássica da noite com camarão vivo na boia, mas também responde muito bem a shrimp e jig head arrastados devagar. Exemplares de 1 a 2 kg já são bons; acima de 3 kg são raros. A briga é curta e forte, com cabeçadas, e ele procura raízes e pilares para cortar a linha.
Corpo mais alto e compacto que o do flecha, cabeça menor e olho grande. Mesma linha lateral preta até a cauda. Dorso cinza-oliva a acastanhado, flancos prateados com reflexo dourado, escamas pequenas. Diferença para o flecha: o peva é mais 'barrigudo', de focinho curto, e raramente passa de 60 cm e 3 kg; o flecha é comprido e fino e passa de 1 m.
Todo o litoral do Amapá a Santa Catarina, com grande abundância nos estuários do Sudeste e do Paraná (Cananéia-Iguape, Santos, Paranaguá, Guaratuba). Sobe rios costeiros e vive bem em água doce.
Habitat: Gamboas e canais de mangue, rios costeiros, marinas, pilares de pontes e píeres, beira de pedras com sombra.
nativa nas bacias
litoral
estados
Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina
No Sudeste e Sul, a melhor fase vai da primavera ao outono. No inverno ele se concentra em canais mais fundos e rios, e a pesca fica lenta mas possível em dias estáveis. No Nordeste, o ano todo. Paraná tem defeso em novembro e dezembro.
Noite e crepúsculo. Rende muito à noite, principalmente em pontos com luz sobre a água, e no amanhecer e entardecer. De dia, pesque na sombra de pontes, raízes e pedras, com maré correndo.
Frente fria derruba por 2 a 3 dias; procure canais fundos e rio acima, onde a água esquenta menos rápido e mais estável.
Pressão estável favorece. Queda antes da frente dá janela curta de bom ataque.
Luas de grande maré movimentam mais camarão. Lua cheia clara deixa o peixe arisco em água rasa; prefira pontos com sombra.
Chuva leve não atrapalha e até ajuda. Enxurrada com água muito barrenta derruba.
Rio cheio empurra o peva para baixo, em direção à barra; na estiagem ele sobe o rio.
Muito sensível a lanterna na água e barulho de casco. Chegue em silêncio e pesque de longe.
Vento atrapalha a deriva da boia e a leitura da beliscada; procure margens abrigadas.
Pesque com a maré correndo. Na enchente ele entra no mangue e nas gamboas; na vazante espera camarão na boca dos canais e nos pilares. O começo da vazante costuma ser o melhor momento. No estofo a mordida cai muito.
Raso de 0,5 a 3 m na beira; 4 a 8 m em canais e poços no frio e no sol forte.
iscas artificiais
iscas naturais
acessórios
Ajuste a boia para a isca ficar a um palmo do fundo e deixe correr com a maré rente ao pilar ou à raiz. No shrimp, trabalhe devagar, quase parado: o peva pega na queda.
Pesca de barco ou caiaque em mangues, canais, rios de água salobra e pontes, com artificiais e camarão vivo, seguindo a maré.
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Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional de ameaçadas (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026).
Proibido pescar, manter a bordo ou desembarcar robalo-peva menor que 30 cm de comprimento total no litoral de ES, RJ, SP, PR, SC e RS.
No litoral e águas interiores do Paraná é proibido abater e manter robalo-flecha e robalo-peva em novembro e dezembro. Fora do defeso, o robalo-peva só pode ser retido entre 40 e 50 cm (amador) e a cota amadora é de 7 exemplares por espécie. Profissional: mínimo de 40 cm.
Fonte: Resolução CEMA nº 91/2013 (Conselho Estadual do Meio Ambiente do Paraná)
Pesca do robalo proibida no litoral e nas águas interiores do Espírito Santo de 1º de maio a 30 de junho. Datas extraídas de resumo do texto; confirme no Ibama-ES antes de pescar.
O governo da Bahia divulga defeso do robalo que vai até 31 de julho. Não foi possível confirmar a data de início nem o número da norma: confirme no órgão competente (SEMA/INEMA-BA).
Fonte: Governo da Bahia (comunicado oficial; norma não confirmada)
Nas águas de jurisdição federal do litoral de Tamaulipas, Veracruz, Tabasco e Campeche, a captura do robalo-prieto, do robalo-flecha (robalo blanco) e do robalo-peva (chucumite) é proibida de 1º de julho a 15 de agosto de cada ano, na desova. A norma da pesca esportiva proíbe pescar em zona e época de veda, por isso a regra vale também para o pescador amador.
Proibidos a captura, o transporte e a comercialização de robalos na Bahia.
Fonte: Portaria IBAMA nº 49-N/1992; calendário de defesos 2026 da Sema-BA
Defeso dos robalos no ES para qualquer petrecho. Torneios com o robalo como alvo ficam proibidos de 01/05 a 31/08. Em abril, julho e agosto, só podem ser usados os petrechos listados na IN.
Fonte: IN IBAMA nº 10/2009
Fonte: IN MMA nº 53/2005 (litoral ES a RS; comprimento total)
Boga no lábio, mão por baixo da barriga e nada de dedo no opérculo serrilhado. Solte rápido, de frente para a correnteza.
Carne branca, macia e muito saborosa. Filé frito, grelhado ou moqueca.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00813, b = 3.05; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.