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previsão de pesca

surubim-listrado

Pseudoplatystoma fasciatum · Pimelodidae · predador

Água doce

Surubim de barras escuras sobre fundo claro, de rios amazônicos, do Orinoco e das Guianas, caçador noturno de peixes e caranguejos. É peixe de pesca esportiva e comercial importante, e o nome P. fasciatum aparece nas normas de vários países.

Também chamado de: surubim, cachara, pintado, surubim-cachara, sorubim

silhueta do formato do corpo · ilustração em breve
tamanho comum
60–90 cm
máximo
105 cm
peso comum
2–8 kg
recorde/máx.
70,0 kg
profundidade
3–20 m
água ideal
24–28 °C
local
período

Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…

a espécie

tudo sobre o surubim-listrado

visão geral

quem é o surubim-listrado

Pseudoplatystoma fasciatum é o nome mais antigo dos surubins listrados. A revisão de Buitrago-Suárez e Burr (2007) restringiu o nome às Guianas e deu outros nomes aos surubins da Amazônia, do Orinoco e do Paraná, mas a FishBase ainda o usa em sentido amplo, e alguns autores o tratam como espécie de identidade incerta. As normas do Brasil, da Colômbia e do Peru seguem usando P. fasciatum, por isso a ficha as reúne. Adultos vivem no leito dos grandes rios e às vezes na floresta alagada, e preferem riachos mais sombreados que o caparari. Caçam à noite loricarídeos, ciclídeos, caracídeos e caranguejos, sempre no leito do rio. É potádromo: sobe os rios para desovar. As fêmeas crescem mais, amadurecem aos 56 cm e os machos aos 45 cm. A carne é amarelada, suculenta e sem espinhas.

curiosidades

  • A FishBase estima 8 milhões de ovos por quilo de fêmea.
  • As fêmeas crescem mais que os machos e amadurecem aos 56 cm, contra 45 cm dos machos.
  • O peso máximo de 70 kg publicado pela FishBase não bate com o comprimento de 105 cm, que dá cerca de 13 kg pela relação peso-comprimento.
  • O nome fasciatum é usado em normas do Brasil, da Colômbia, do Peru e da Argentina para surubins que a taxonomia hoje separa em mais de uma espécie.
como reconhecer

identificação

Cabeça longa, larga e achatada, corpo alongado cinza a oliva no dorso, com barras verticais escuras e estreitas alternadas com faixas claras, e ventre branco. Os surubins listrados da Amazônia e do Orinoco são muito parecidos entre si. O caparari (P. tigrinum) tem as listras curvas, formando alças, e o pintado (P. corruscans) tem pintas em vez de barras. Em campo, a região de pesca é o melhor critério; no Paraná e no Pantanal, o surubim listrado é o cachara.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Rios de água branca e clara da bacia amazônica; a FishBase também cita os rios Corantijn, Essequibo, Orinoco e Paraná. Pela revisão de 2007, o nome fasciatum cabe em sentido estrito às Guianas; as normas brasileiras o usam para o surubim da Amazônia, e as do Paraná e do Pantanal, para o cachara.

Habitat: Leito dos grandes rios, poços e canais de água branca ou clara, às vezes a floresta alagada; prefere trechos sombreados. A água típica tem pH de 6,0 a 8,0 e 24 a 28 °C.

nativa nas bacias

Amazônica
calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no anomelhor: jul–out
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Vazante e seca (julho a outubro na Amazônia central): peixe concentrado em canais e poços, melhor época. Com a enchente ele sobe os rios para desovar; por isso há defeso de 15 de novembro a 15 de março no Amazonas e em Rondônia.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Noturno. Caça à noite, no leito do rio. De dia fica no fundo de poços e canais, e a pesca rende do fim da tarde ao amanhecer.

clima, água e comportamento

o que mexe com o surubim-listrado
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Friagens derrubam a atividade por alguns dias.

pressão atmosférica

Tempo estável favorece; queda brusca antes de temporal costuma dar um pico curto.

lua

Noites de lua cheia clara deixam o peixe mais arisco; lua nova e crescente dão mais mordidas na isca de fundo.

chuva

Chuva na cabeceira que sobe o rio e turva a água pode ativar o peixe; temporal com raio exige sair da água.

nível da água

Rio baixando é o melhor cenário, com o peixe no canal. Na enchente ele migra e a pesca fica irregular.

barulho

Sensível a batida no casco e a luz forte: pesque no escuro, com lanterna vermelha.

vento

Pouco efeito no fundo.

profundidade

Fundo de poços e canais de 3 a 15 m; à noite sobe às margens mais rasas.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
6'6" a 7', ação pesada, 30 a 50 lb
molinete / carretilha
carretilha de perfil baixo 400 a 500 ou molinete 8000, com fricção forte
linha
multifilamento 50 a 80 lb
líder
monofilamento ou fluorocarbono 0,80 a 1,00 mm, 1 m
anzol
circle hook 6/0 a 10/0, que prende no canto da boca e facilita a soltura

iscas artificiais

  • shad ou paddle tail de 10 a 15 cm
  • jig de 1/2 a 1 oz

iscas naturais

  • lambari vivo
  • tuvira ou sarapó
  • curimatã pequena
  • pedaço de peixe fresco

acessórios

  • luva grossa
  • alicate de bico longo
  • boga-grip
  • lanterna de luz vermelha

dica de quem pesca

Isca viva ou fresca no fundo, na boca de lago ou no barranco, à noite. Deixe o peixe engolir antes de ferrar firme: o circle hook prende sozinho.

o que a lei diz

regras para o surubim-listrado

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional brasileira (Portaria GM/MMA nº 1.667/2026).

Bacia amazônica: tamanho mínimo de 80 cm

80 cm de comprimento totalAmazônica

A Portaria Ibama nº 8/1996, art. 5º, proíbe capturar, transportar e comercializar o surubim (Pseudoplatystoma fasciatum) com menos de 80 cm de comprimento total na bacia amazônica, exceto o Araguaia-Tocantins. Vale a tolerância de até 10% de exemplares menores no total capturado por espécie. O comprimento total vai da ponta do focinho à ponta da nadadeira caudal. A norma cita a espécie pelo nome P. fasciatum, usado até hoje para o surubim da Amazônia.

Fonte: Portaria Ibama nº 8/1996, art. 5º e §§ 1º e 2º

Amazonas: defeso do surubim de 15/11 a 15/03

captura, desembarque, estocagem, transporte e venda proibidos15/11 a 15/03AMAmazônica

A Resolução Cemaam nº 18/2014 proíbe, de 15 de novembro a 15 de março, a captura, o desembarque, a estocagem, o transporte e a venda do surubim (P. fasciatum), do caparari e do jaraqui no Amazonas. Populações ribeirinhas podem pescar e transportar até 5 kg por dia para subsistência. A norma não trata da pesca amadora. O Ipaam, que fiscaliza, divulga o defeso a cada ano e cita como base também a Resolução Cemaam nº 21/2015, com o mesmo período e as mesmas espécies; na dúvida, solte o peixe.

Fonte: Resolução Cemaam (AM) nº 18, de 16/09/2014, arts. 1º e 2º (e nº 21/2015, citada pelo Ipaam)

Rondônia (rio Madeira): defeso do surubim de 15/11 a 15/03

captura proibida; linha de mão ou vara ficam de fora, com limite de 5 kg + 1 exemplar15/11 a 15/03ROAmazônica

O Anexo II da Portaria Ibama nº 48/2007 proíbe, na bacia do rio Madeira, em Rondônia, a captura do surubim (P. fasciatum), do caparari, da pescada, da pirapitinga e da jatuarana de 15 de novembro a 15 de março. O art. 2º, II, deixa de fora os pescadores artesanais e amadores que usam linha de mão ou vara, linha e anzol, onde não houver norma estadual mais restritiva, e o art. 3º limita o amador a 5 kg + 1 exemplar no período. Campeonatos são proibidos no defeso.

Fonte: Portaria Ibama nº 48/2007, Anexos I e II e arts. 2º a 4º

Mato Grosso: surubim e cachara no Transporte Zero

pesque e solte; transporte, armazenamento e venda proibidos até 31/12/2028MT

O art. 19-B da Lei 9.096/2009 (redação da Lei 12.434/2024) veda por cinco anos, desde 1º/01/2024, transportar, armazenar e comercializar o cachara (Pseudoplatystoma fasciatum) e o pintado/surubim (P. corruscans, P. fasciatum e Pseudoplatystoma sp.) pescados em rios de MT. O amador só pratica pesque e solte; o consumo no local (até 2 kg ou 1 exemplar, a no máximo 500 m do rio) vale só para espécies fora da lista (art. 19-C, §4º).

Fonte: Lei estadual MT nº 9.096/2009, arts. 19-B e 19-C (incluídos pela Lei nº 12.434/2024) - Sema-MT

Mato Grosso (Amazônia e Araguaia-Tocantins): mínimo de 80 cm

80 cmMTAmazônicaTocantins-Araguaia

O Anexo II da lei de pesca de MT fixa 80 cm para o pintado (Pseudoplatystoma sp.) nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Com o Transporte Zero em vigor, o peixe volta à água, e a medida serve de referência para a fiscalização.

Fonte: Lei estadual MT nº 9.096/2009, art. 28 e Anexo II - Sema-MT

Colômbia: bagre rayado com no mínimo 80 cm

80 cm de comprimento padrão com cabeça (60 cm sem cabeça)confirme no órgão

A tabela de tamanhos mínimos vigentes da AUNAP (atualizada em agosto de 2018) lista o 'bagre rayado del Orinoco' (Pseudoplatystoma metaense e P. orinocoense, este tratado como P. fasciatum) com 80 cm de comprimento padrão com cabeça, ou 60 cm sem cabeça. A linha aparece na seção da bacia do Caquetá e do Amazonas (Acuerdo INDERENA 075/1989). A tabela da AUNAP pode ter sido alterada depois; confirme com a autoridade.

Fonte: Tabela 'Normatividad tallas mínimas vigentes' da AUNAP (Colômbia), atualizada em 08/08/2018

Colômbia: veda da Orinoquia, da Páscoa a 31/05

da primeira segunda-feira depois da Semana Santa até 31/05: sem armazenar, transportar ou vender peixe de consumo para fora do município

A Resolução AUNAP nº 2663/2022 cria, nos departamentos de Meta, Vichada, Casanare, Arauca, Guaviare e Guainía, uma veda que começa na primeira segunda-feira depois da Semana Santa e vai até 31 de maio de cada ano. Nesse período fica proibido armazenar, transportar e comercializar peixe de consumo retirado do ambiente natural para fora do município ou do departamento; a venda só pode ocorrer no próprio município, direto pelo pescador de subsistência. A norma trata de armazenamento, transporte e comércio; confirme na AUNAP as regras para a pesca esportiva no período.

Fonte: Resolução AUNAP nº 2663, de 09/11/2022, arts. 1º e 2º

Peru: doncella com tamanho mínimo de captura (86 cm de comprimento furcal)

86 cm de comprimento furcal (cerca de 82 cm de comprimento padrão)confirme no órgão

Os considerandos do Regulamento de Ordenamento Pesqueiro da Amazônia Peruana (DS 015-2009-PRODUCE) lembram que a regra anterior (RM 147-2001-PE) fixava tamanhos mínimos de captura para a doncella, citada como Pseudoplatystoma fasciatum, entre outras espécies. A pesca esportiva individual não exige permissão de pesca. Um estudo científico de 2022 informa que o regulamento da Amazônia peruana fixa 86 cm de comprimento furcal (cerca de 82 cm de comprimento padrão), citando a RM 147-2001-PE e o DS 015-2009. O número não foi conferido no texto das normas.

Fonte: DS nº 015-2009-PRODUCE (Reglamento de Ordenamiento Pesquero de la Amazonía Peruana) e RM nº 147-2001-PE, conforme Armas et al. (2022)

Santa Fe (AR): o surubí atigrado da lei é o 'P. fasciatum' do Paraná, com 78 cm

78 cm de comprimento total (tabela da pesca comercial)confirme no órgão

A Ley provincial 12.212 de Santa Fe, art. 10, lista o 'surubí atigrado (Pseudoplatystoma fasciatum)' com 78 cm na tabela da pesca comercial no vale aluvial do Paraná. O surubí atigrado do Paraná e do Prata corresponde hoje ao cachara (P. reticulatum), e não à espécie desta ficha; o valor entra aqui só porque a norma usa o nome. Para a pesca esportiva em ambientes e espécies não listados, as medidas ficam a cargo da autoridade de aplicação.

Fonte: Ley provincial de Santa Fe nº 12.212, art. 10 (cópia publicada pela imprensa)

piracemas das bacias onde a espécie vive

Piracema em Mato Grosso (todas as bacias)

01/10 a 31/01MT

Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.

Fonte: IN Interministerial MAPA/MMA nº 10/2017; Resolução Cepesca-MT nº 1/2026; Lei estadual MT nº 9.096/2009, arts. 19-A e 27 (Leis 12.434/2024 e 13.159/2025)

Defeso nos rios da Ilha de Marajó (PA)

01/01 a 30/04PA

Permitido: Mesmas exceções do amador previstas na Portaria 48/2007 (linha de mão ou vara, 5 kg + 1 exemplar), salvo norma estadual mais restritiva.

Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007

Defeso da bacia Amazônica no Amapá

15/11 a 15/03AP

Permitido: Amador com linha de mão ou vara, linha e anzol fica fora das proibições do Anexo II, com cota de 5 kg + 1 exemplar, salvo norma estadual mais restritiva.

Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007

Rios de divisa MT/RO e MT/PA

05/11 a 28/02MTROPA

Permitido: Veja as exceções da Portaria 48/2007 e as regras estaduais de cada margem.

Fonte: Portaria IBAMA nº 48/2007

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Segure o surubim pela boca com luva grossa e apoie o corpo com a outra mão; não o pendure na vertical. Cuidado com os ferrões das peitorais e da dorsal. Tire o anzol com alicate longo, devolva logo e solte de frente para a correnteza. Em Mato Grosso, onde só vale o pesque e solte, e nos períodos de defeso, cuide ainda mais da soltura.

na cozinha

A FishBase descreve a carne amarelada como suculenta e sem espinhas. Postas fritas, moqueca, caldeirada e assado na brasa; é peixe de mercado muito valorizado.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00794, b = 3.07; FishBase (relação peso-comprimento bayesiana, estimativa da própria espécie)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase: Pseudoplatystoma fasciatum (ficha da espécie)Tamanho, peso-comprimento, profundidade, ambiente, distribuição, biologia e status da IUCN. Página conferida em 13/10/2026. O peso máximo de 70 kg é o publicado, mas não bate com o comprimento de 105 cm pela relação peso-comprimento (cerca de 13 kg); mantivemos os dois como na FishBase. O tamanho e o peso comuns e a faixa de profundidade são estimativas editoriais para peixes de pesca. A FishBase trata P. fasciatum em sentido amplo, com distribuição na Amazônia, no Corantijn, no Essequibo, no Orinoco e no Paraná; a ficha lista só a bacia amazônica e remete o Paraná ao cachara.
  2. científica FishBase: nomes populares de Pseudoplatystoma fasciatumNomes por país e língua.
  3. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026: Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)A espécie não consta da lista. Conferido no DOU de 28/04/2026.
  4. científica Buitrago-Suárez, U. A.; Burr, B. M. (2007). Taxonomy of the catfish genus Pseudoplatystoma Bleeker (Siluriformes: Pimelodidae) with recognition of eight species. Zootaxa 1512: 1-38.O resumo coloca P. fasciatum nas Guianas e reconhece outras espécies para a Amazônia, o Orinoco e o Paraná. A FishBase ainda usa o nome em sentido amplo. Conferido em 13/10/2026.
  5. oficial Portaria Ibama nº 8, de 2 de fevereiro de 1996 (normas de pesca na bacia do rio Amazonas)Art. 5º: tamanho mínimo de 80 cm para o surubim (Pseudoplatystoma fasciatum), com tolerância de 10%. Texto digitalizado conferido em 13/10/2026.
  6. oficial Portaria Ibama nº 48, de 5 de novembro de 2007 (defeso na bacia amazônica)Anexo II: o surubim (P. fasciatum) aparece só na bacia do rio Madeira, em Rondônia; não consta das listas do Acre, do Amazonas, do Amapá e do Pará. Texto conferido em 13/10/2026.
  7. oficial Resolução Cemaam (AM) nº 18, de 16 de setembro de 2014 (defeso do jaraqui, do caparari e do surubim)Defeso de 15/11 a 15/03 e exceção de 5 kg por dia para subsistência ribeirinha. Texto conferido em 13/10/2026.
  8. imprensa Portal Amazônia: Ipaam alerta para início do período defeso do caparari e surubimAviso do Ipaam de 13/11/2017 sobre o defeso do caparari e do surubim (15/11/2017 a 15/03/2018), que cita a Resolução Cemaam nº 21, de 27/10/2015, como base e trata da declaração de estoques. Não traz tamanho mínimo nem exceção para a pesca amadora. Conferida em 13/10/2026.
  9. oficial Lei estadual nº 9.096/2009 (consolidada) - Política da Pesca de Mato GrossoArts. 19-B e 19-C (Transporte Zero, com o cachara e o pintado/surubim citados como P. fasciatum) e Anexo II (80 cm para o pintado nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins). Texto consolidado conferido em 13/10/2026.
  10. oficial AUNAP (Colômbia): normatividad de tallas mínimas vigentes (atualizada em 08/08/2018)Tamanho mínimo do 'bagre rayado' (P. metaense e P. orinocoense, este citado como P. fasciatum). Documento conferido em 13/10/2026; a tabela é anterior à Resolução 2663/2022 e pode ter mudado.
  11. oficial AUNAP: Resolução nº 2663, de 9 de novembro de 2022 (veda da Orinoquia colombiana)Veda anual de peixes de consumo e ornamentais em seis departamentos da Orinoquia; a norma revogou o Acuerdo INPA 008/1997 que aparece na tabela antiga de vedas. Texto conferido em 13/10/2026.
  12. oficial Decreto Supremo nº 015-2009-PRODUCE (Reglamento de Ordenamiento Pesquero de la Amazonía Peruana)Os considerandos citam a doncella (Pseudoplatystoma fasciatum) entre as espécies com tamanho mínimo de captura da regra anterior; o texto do decreto não traz a medida. Documento conferido em 13/10/2026.
  13. científica Armas, M.; Ortega, H.; Garcia-Vasquez, A.; et al. (2022). Age validation and contrasted growth performances of Pseudoplatystoma punctifer in two river systems of the Western Amazon. Neotropical Ichthyology 20(1): e210099.Informa o tamanho mínimo de captura de 86 cm de comprimento furcal (cerca de 82 cm de comprimento padrão) no regulamento da Amazônia peruana, citando a RM 147-2001-PE e o DS 015-2009-PRODUCE. Conferido em 13/10/2026.
  14. imprensa Ley provincial de Santa Fe nº 12.212 (pesca)Art. 10: tabela de tamanhos mínimos que cita o surubí atigrado como Pseudoplatystoma fasciatum (78 cm). Cópia do texto publicada por um jornal. Conferida em 13/10/2026.
não confunda

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