MG: mínimo 35 cm
Tamanho mínimo de captura da tabarana nas águas de MG.
Fonte: Portaria IEF-MG nº 111/2003 (tamanhos mínimos de captura em MG) - IEF/Semad-MG
Salminus hilarii · Bryconidae · predador
O primo prateado do dourado. Menor, mas igualmente agressivo em rios de água clara e corredeira. Ótima no equipamento leve e no fly.
Também chamado de: tabarana, tubarana, dourado-branco
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Predador de rios menores e de água mais limpa que o dourado, comum em cabeceiras e afluentes do alto Paraná e do São Francisco. Vive em cardumes pequenos nas corredeiras e poços abaixo de cachoeira, caçando lambaris e insetos. Ataca iscas pequenas com velocidade e salta como o dourado. Raramente passa de 2 kg, por isso pede equipamento leve. Sofre com barragens, desmatamento das margens e poluição; em vários rios do interior paulista e mineiro ficou rara. É peixe para pesque e solte.
Formato de dourado, porém mais fino e menor. Corpo prateado com dorso oliva e reflexo dourado fraco. Cauda avermelhada com faixa preta central. O dourado é amarelo-ouro intenso e bem mais alto. A piraputanga tem boca pequena e mancha preta no pedúnculo, sem dentes cônicos à mostra.
Afluentes do alto Paraná (Grande, Pardo, Mogi-Guaçu, Piracicaba, Paranapanema, Paranaíba) e do São Francisco em MG. Mais comum em trechos de corredeira ainda livres de barragem.
Habitat: Corredeiras e poços de rios médios e pequenos, água clara, pedra e cascalho, mata ciliar preservada.
nativa nas bacias
estados
São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná
Água baixa e limpa do outono à primavera. Setembro e outubro, antes da piracema, costumam ser os melhores.
Dia, com picos no amanhecer e entardecer. Ativa de dia, com picos cedo e no fim da tarde.
Água abaixo de 18 °C deixa a tabarana lenta.
Tempo estável é melhor.
Efeito pequeno.
Rio pequeno suja rápido com chuva; espere limpar.
Rio baixo e transparente concentra o peixe nas corredeiras.
Muito arisca em água clara. Ande devagar na margem e evite sombra sobre o poço.
Pouco efeito em rio pequeno.
Raso, de 0,3 a 2 m na corredeira; poço no calor.
iscas artificiais
iscas naturais
acessórios
Arremesse rio acima e recolha um pouco mais rápido que a correnteza. Spinner prateado é a isca mais constante.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Rara em muitos rios do interior de SP e MG por barragens e degradação de mata ciliar.
Tamanho mínimo de captura da tabarana nas águas de MG.
Fonte: Portaria IEF-MG nº 111/2003 (tamanhos mínimos de captura em MG) - IEF/Semad-MG
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia Araguaia-Tocantins (só consumo no local; transporte zero)
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia do Paranaíba (só consumo no local; transporte zero)
Fonte: Portaria Naturatins nº 47/2026, Anexo I, redação da Portaria nº 105/2026
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada com linha de mão, vara, molinete ou carretilha, até 5 kg + 1 exemplar. Proibido pescar até 1.000 m de barragens, cachoeiras e corredeiras e até 500 m de confluências. Lagoas marginais têm defeso maior (veja o item seguinte).
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Nenhuma pesca nas lagoas marginais durante o período.
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Peixe delicado. Use passaguá de borracha, tire o anzol na água e solte em seguida.
Carne boa, mas peixe pequeno e raro; prefira soltar.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00813, b = 3.12; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
—
Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.