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catálogo Sparidae · predador

peixe-pena

Calamus pennatula

Mar

Esparídeo de corpo alto e prateado, com reflexos azuis, dos fundos de pedra e areia do Caribe ao Brasil. Come caranguejos e conchas e pega bem em isca natural pequena.

Também chamado de: peixe-pena, pluma porgy, West Indian porgy

Ilustração científica de Peixe-pena
tamanho comum
20–30 cm
máximo
37 cm
peso comum
0,2–0,5 kg
recorde/máx.
0,8 kg
profundidade
0–85 m
água ideal
24–28 °C
visão geral

quem é o peixe-pena

O peixe-pena é um esparídeo, da família dos sargos e do pargo-rosa, que vive no Atlântico ocidental, das Bahamas ao Brasil, no sul do Golfo do México e em todo o Caribe, onde é a espécie mais comum do gênero. Os adultos aparecem sobre fundos de pedra e recifes, mas também em fundos planos até 85 m, em geral de 5 a 30 m; os jovens vivem mais no raso. Com dentes fortes, come caranguejos, ermitões, moluscos, vermes e ofiúros. É peixe de mesa importante no Caribe. No Brasil, foi registrado em recifes profundos do Nordeste. Na pesca amadora sai com isca natural no fundo, em anzol pequeno, e briga bem para o tamanho.

curiosidades

  • É a espécie mais comum do seu gênero nas Antilhas.
  • Come até ofiúros, parentes das estrelas-do-mar.
como reconhecer

identificação

Corpo alto e comprimido, prateado com reflexo lilás; bordas das escamas castanho-amareladas e o centro de cada escama com uma mancha vertical azul ou azul-esverdeada. Perfil da cabeça moderadamente inclinado. Há outras espécies de Calamus no Brasil, muito parecidas, que exigem atenção aos detalhes de cor. O sargo-de-dente tem barras pretas largas; o pargo-rosa é rosado.

como está a pesca de peixe-pena

Carregando os próximos 7 dias…

Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Das Bahamas ao Brasil, no sul do Golfo do México e em todo o Caribe. No Brasil, há registros em recifes profundos do Nordeste.

Habitat: Fundos de pedra e recifes e também fundos planos de areia; jovens em águas mais rasas.

litoral

Costa Nordestecosteiroplataforma
calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no ano
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Sai o ano todo; no Caribe é pescado em qualquer mês.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Diurno. Come de dia, revirando o fundo atrás de caranguejos e conchas.

clima, água e comportamento

o que mexe com o peixe-pena
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Peixe de água quente; a atividade cai com água fria.

pressão atmosférica

Mar mexido depois de frente fria derruba a pesca de fundo.

lua

Efeito pequeno.

chuva

Pouco efeito.

nível da água

Não se aplica no mar.

barulho

Moderadamente desconfiado.

vento

Vento forte dificulta manter a isca parada no fundo.

maré

Corrente fraca a moderada facilita a pesca de fundo.

profundidade

Em geral de 5 a 30 m.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
6' a 7', 8 a 17 lb
molinete / carretilha
molinete 2500 a 3000
linha
multifilamento 10 a 20 lb
líder
fluorocarbono 20 a 30 lb, 50 cm
anzol
anzol 1 a 1/0, forte (a boca é dura)

iscas artificiais

  • jig head pequeno com camarão artificial

iscas naturais

  • camarão
  • pedaço de caranguejo
  • marisco

acessórios

  • chumbada pequena
  • alicate

dica de quem pesca

Isca pequena e bem presa no anzol: com a boca forte e os dentes de esmagar, ele rouba isca mole.

o que a lei diz

regras para o peixe-pena

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Tire o anzol com alicate e solte logo; peixe resistente, volta bem ao fundo.

na cozinha

Carne branca e saborosa, boa frita ou assada. Há registros de ciguatera no Caribe.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.0195, b = 2.93; FishBase (estimativa bayesiana para o gênero e o formato do corpo, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Calamus pennatula (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento, lista de países e referências. Página conferida em 13/10/2026. O peso máximo foi estimado pela relação peso-comprimento.
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Calamus pennatula (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do ICMBio, publicada em 2025. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — Calamus pennatula (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 30/03/2011)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
  5. científica Mesophotic.org — Calamus pennatula (registros em recifes mesofóticos)Lista estudos com a espécie, entre eles um sobre peixes de recifes profundos do Nordeste do Brasil (Feitoza, Rosa e Rocha, 2005).
  6. científica Carpenter, K. E. (org.) (2002). The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae). FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes. Roma: FAO.Capítulo Sparidae (Carpenter, K. E.).
não confunda

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