Colômbia: tamanho mínimo de 35 cm
Na bacia do Magdalena, Cauca e San Jorge, a picuda (Salminus affinis) só pode ser retida com 35 cm de comprimento padrão.
Fonte: Resolución INDERENA nº 025/1971 (tabela de tamanhos mínimos vigentes da AUNAP)
Salminus affinis · Bryconidae · predador
O dourado da bacia do Magdalena e dos rios do Caribe colombiano: prateado, com a cauda vermelha cortada por uma faixa preta. Vulnerável na Colômbia, tem tamanho mínimo de 35 cm.
Também chamado de: dourado-do-magdalena, picuda, rubio, dorada
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Parente do dourado brasileiro, porém menor: a FishBase registra 46,5 cm de comprimento padrão e 2,3 kg, além de um peixe de 80 cm pescado com vara no rio Nare, afluente do Magdalena. Vive nos rios da bacia do Magdalena-Cauca (como La Miel, Samaná, Sogamoso, San Jorge e Cesar) e em rios do Caribe colombiano (Sinú e Ranchería), além do rio Santiago, no Equador. É predador de peixes em águas correntes. Em Puerto Berrío, no Magdalena, as maiores capturas saíam em janeiro e fevereiro, no primeiro período de águas baixas do ano. Está na lista vermelha colombiana como Vulnerável, e na bacia do Ranchería como Em Perigo. Na pesca esportiva ataca colheres, jigs e iscas de meia-água em corredeiras, com saltos como os do dourado.
Corpo alongado e prateado, escamas com pequenas manchas avermelhadas, cauda vermelha com uma faixa preta horizontal que avança um pouco no pedúnculo, nadadeira anal avermelhada e uma faixa preta horizontal atrás do olho, sobre o opérculo. Tem 68 a 79 escamas na linha lateral. É o único Salminus da região; na Colômbia, o nome dorada também é usado para outro peixe, a sardinata (Brycon moorei).
Não ocorre no Brasil. Colômbia: bacia do Magdalena-Cauca e rios do Caribe (Sinú e Ranchería); Equador: bacia do rio Santiago. A FishBase considera erro de identificação o registro no Peru.
Habitat: Rios de água corrente, corredeiras e poços, de planície e de piemonte.
Águas baixas, principalmente janeiro e fevereiro no Magdalena; na cheia, a água barrenta espalha os peixes.
Dia, com picos no amanhecer e entardecer. Caça de dia, com picos cedo e no fim da tarde nas corredeiras.
Pouco relevante na região.
Tempo estável favorece.
Efeito pequeno.
Chuva forte turva o rio e derruba a pesca.
Águas baixas e limpas: o melhor cenário.
Moderado: aproxime-se das corredeiras com cuidado.
Pouco efeito.
Meia-água e superfície, nas corredeiras e saídas de poço.
iscas artificiais
iscas naturais
acessórios
Lance acima da corredeira e traga a isca cruzando a água rápida. Mantenha a linha tensa nos saltos.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Na Colômbia, o Libro Rojo (2012) o classifica como Vulnerável (VU) e, na bacia do rio Ranchería, como Em Perigo (EN). Prefira soltar.
Na bacia do Magdalena, Cauca e San Jorge, a picuda (Salminus affinis) só pode ser retida com 35 cm de comprimento padrão.
Fonte: Resolución INDERENA nº 025/1971 (tabela de tamanhos mínimos vigentes da AUNAP)
Peixe forte e saltador: tire o anzol rápido, apoie o corpo e solte de frente para a correnteza.
Carne branca e saborosa. Respeite o tamanho mínimo e, pelo estado da espécie, prefira soltar.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00912, b = 3.09; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.