Bacia do Paraná: mínimo 25 cm
Tamanho mínimo federal do mandi-amarelo na bacia do Paraná. Em MG a Portaria IEF 111/2003 também fixa 25 cm.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
Pimelodus maculatus · Pimelodidae · onívoro
O bagre amarelo e pintado dos barrancos do Paraná, do Pantanal e do São Francisco. Fácil de pegar, ferroada dolorida.
Também chamado de: mandi, mandi-amarelo, mandi-pintado
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Bagre pequeno e muito comum em rios e represas do Centro-Sul. Anda em cardumes perto do fundo e come de tudo: insetos, larvas, sementes, peixinhos e restos. É dos peixes que mais aparecem na pesca de barranco à noite, com minhoca ou massa. Briga bem para o tamanho. Os espinhos da nadadeira dorsal e das peitorais são serrilhados e a ferroada dói muito. Também é uma das iscas preferidas para pintado e jaú. Em MS e na bacia do Paraná o mínimo é 25 cm.
Corpo amarelado a dourado-claro, com 3 a 5 fileiras de pintas escuras arredondadas no flanco. Barbilhões longos. Espinhos fortes e serrilhados na dorsal e nas peitorais. Cauda bem bifurcada. O jundiá é cinza-pardo, sem fileiras de pintas. O barbado é prateado, sem pintas e com barbilhões em fita.
Rios e represas do alto Paraná, Pantanal, rio Uruguai e São Francisco.
Habitat: Fundos de areia e cascalho, barrancos, remansos e represas; corredeiras na migração.
nativa nas bacias
estados
São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe
Meses quentes são os melhores. Cai no inverno.
Noite e crepúsculo. Ativo do entardecer à madrugada; em água turva morde de dia.
Frio forte reduz a mordida.
Pouco efeito.
Pouco efeito.
Água turvando depois da chuva ativa o mandi.
Rio subindo devagar movimenta o cardume.
Pouco sensível.
Quase sem efeito.
Fundo, 1 a 6 m.
iscas naturais
acessórios
Isca no fundo, perto do barranco, logo ao escurecer. Pegue o peixe pela cabeça, por trás dos espinhos.
Para quem nunca pescou e quer um kit simples para pesqueiro, lago, represa ou rio calmo, com isca natural.
guiaO que fazer com anzol cravado, ferroada de arraia e de bagre, mordida de piranha, corte de linha, queimadura de sol, calor excessivo e afogamento. Não substitui curso de primeiros socorros nem atendimento médico.
guiaPara quem nunca pescou: licença, onde ir, um kit barato que funciona, como montar a linha com boia, como colocar a isca e o que fazer quando o peixe morder.
guiaComo levar criança para pescar sem sustos: colete e vigilância, anzol e espinho, equipamento que não embola, como manter a graça e o que a lei diz sobre licença para menores.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Tamanho mínimo federal do mandi-amarelo na bacia do Paraná. Em MG a Portaria IEF 111/2003 também fixa 25 cm.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
Tamanho mínimo do mandi-amarelo em MS.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 9º (redação do Decreto nº 15.375/2020)
Fonte: IN IBAMA nº 26/2009, Anexo (bacia do rio Paraná; normas estaduais mais restritivas prevalecem)
Fonte: Portaria IAT nº 650/2025, Anexo I (bacias interiores do PR, exceto Iguaçu e litoral)
Fonte: IN Semad-GO nº 17/2026, Anexo I, bacia do Paranaíba (só consumo no local; transporte zero)
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 11; IN IBAMA nº 201/2008
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada com linha de mão, vara, molinete ou carretilha, até 5 kg + 1 exemplar. Proibido pescar até 1.000 m de barragens, cachoeiras e corredeiras e até 500 m de confluências. Lagoas marginais têm defeso maior (veja o item seguinte).
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Nenhuma pesca nas lagoas marginais durante o período.
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Pesca amadora desembarcada, ou embarcada em barco sem motor. Só linha de mão ou vara, linha e anzol, um petrecho por pescador, até 5 kg. Proibido pescar em lagoas marginais, até 1.500 m de barragens, até 500 m de confluências e em trechos listados na norma (ex.: rio Turvo).
Fonte: IN IBAMA nº 193/2008
Pano úmido e alicate. Segure por trás dos espinhos e solte na água.
Carne branca e saborosa; frito inteiro ou em caldo.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00955, b = 3.09; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.