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previsão de pesca

tibiro

Oligoplites saurus · Carangidae · predador

MarEstuário

A guaivira pequena de praias, baías e mangues, que salta e ataca iscas de superfície em cardume. Atenção aos espinhos soltos da dorsal e da anal, que ferroam.

Também chamado de: tibiro, tibiro-branco, guaivira, solteira, salteira, cavaco

Ilustração científica de Tibiro
tamanho comum
20–27 cm
máximo
35 cm
peso comum
0,1–0,2 kg
recorde/máx.
0,3 kg
profundidade
0–10 m
água ideal
23–29 °C
local
período

Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…

a espécie

tudo sobre o tibiro

visão geral

quem é o tibiro

O tibiro é um carangídeo, da família dos xaréus e pampos, do Atlântico ocidental, da Nova Inglaterra à Argentina, e também do Pacífico oriental. Vive na costa, ao longo de praias de areia, em baías, canais e mangues, e entra em estuários e até na água doce, de preferência turva. Anda em cardumes grandes e rápidos que muitas vezes saltam fora d'água. Os jovens têm dentes em forma de incisivo e funcionam como limpadores de outros peixes; os adultos comem peixes e crustáceos. É menor que a guaivira (Oligoplites saliens) e passa pouco de 30 cm. Ataca colheres, iscas de superfície e moscas, o que o torna divertido no equipamento leve.

curiosidades

  • Os espinhos da dorsal e da anal ficam ligados a glândulas que tornam a ferroada dolorosa; o FishBase ressalva que o veneno ainda precisa ser confirmado.
  • Os jovens podem boiar parados na superfície, com a cauda dobrada e a cabeça para baixo.
como reconhecer

identificação

Corpo alongado e muito comprimido, dorso azul-esverdeado, flancos prateados, às vezes com reflexos dourados, e peitorais e cauda amareladas. Escamas em forma de agulha, embutidas na pele. Cinco espinhos quase separados à frente da dorsal e dois ou três espinhos soltos na anal. A maxila chega à borda de trás do olho. A guaivira é bem maior (passa de 40 cm) e de corpo mais alto; na dúvida, a separação segura exige contar os rastros das brânquias.

distribuição

onde tem

abrir no mapa grande

Todo o litoral brasileiro, em praias, baías, estuários e mangues. Fora do Brasil, da Nova Inglaterra à Argentina, com o Golfo do México e o Caribe, e no Pacífico oriental.

Habitat: Praias de areia, baías, enseadas, canais de mangue e estuários de água turva; entra na água doce.

litoral

Costa NorteCosta NordesteCosta SudesteCosta Sulcosteiro

estados

Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul

calendário e relógio

quando pescar

melhor época

época no anomelhor: nov–mar
janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez

Ocorre o ano todo no Norte e no Nordeste; no Sudeste e no Sul aparece mais nos meses quentes.

melhor horário

0h6h12h18h nascer ~6hpôr ~18h

Diurno. Caça de dia na superfície, com cardumes que estouram atrás de manjubas; manhã cedo e fim de tarde costumam ser os melhores momentos.

clima, água e comportamento

o que mexe com o tibiro
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.

frio e frente fria

Água fria tira os cardumes das praias do Sul.

pressão atmosférica

Tempo firme e quente é o melhor cenário.

lua

Pouco efeito.

chuva

Gosta de água turva, mas chuva forte demais espalha os cardumes.

nível da água

Em estuário, acompanha a maré e as manjubas.

barulho

Moderado: cardumes rasos fogem do barco barulhento.

vento

Marola leve ajuda; vento forte atrapalha o arremesso de iscas leves.

maré

Maré enchendo nas praias e nas bocas de canal costuma trazer os cardumes.

profundidade

Na superfície e na meia-água, de 0 a 3 m.

técnica, equipamento e isca

como pescar

vara
6'0" a 7'0", 6 a 14 lb, ação rápida
molinete / carretilha
molinete 1000 a 3000
linha
multifilamento 8 a 15 lb
líder
fluorocarbono 0,30 a 0,40 mm
anzol
anzóis finos nº 1 a 2/0; garatéias pequenas nas artificiais

iscas artificiais

  • colher pequena de 7 a 15 g
  • stickbait e hélice pequenos
  • streamer de 5 a 8 cm (fly 6 a 8)

iscas naturais

  • manjuba ou sardinha pequena
  • camarão

acessórios

  • alicate de bico
  • pano para segurar o peixe

dica de quem pesca

Recolha rápido: o tibiro persegue isca fugindo e costuma atacar no fim da puxada, perto do pescador.

o que a lei diz

regras para o tibiro

Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Não consta da lista nacional (Portaria GM/MMA 1.667/2026). Não localizamos norma federal específica para a espécie.

Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.

pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.

Segure com pano, alisando os espinhos da dorsal e da anal para trás: a ferroada dói e incha. Tire o anzol com alicate e devolva rápido.

na cozinha

Carne pouco valorizada; vendida fresca, salgada ou seca, e às vezes usada como isca para peixes maiores.

calculadora

quanto pesa sem tirar da água

Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00708, b = 2.88; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.

peso estimado

—

fontes e referências

Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.

  1. científica FishBase — Oligoplites saurus (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento, lista de países e referências. Página conferida em 13/10/2026. A lista de países inclui o Pacífico oriental, onde vive a forma às vezes tratada como subespécie (O. saurus inornatus).
  2. oficial Portaria GM/MMA nº 1.667, de 27 de abril de 2026 — Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (peixes e invertebrados aquáticos)Lista nacional mais recente. A espécie não consta dela (busca pelo nome científico no texto publicado no DOU, conferida em 13/10/2026).
  3. oficial ICMBio/SALVE — Ficha de Oligoplites saurus (avaliação nacional do risco de extinção)Avaliação nacional do risco de extinção feita pelo ICMBio, publicada em 2023. DOI conferido no Crossref.
  4. científica IUCN Red List — Oligoplites saurus (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 07/09/2018)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
não confunda

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