vermelho-do-mangue (mangrove snapper)
Lutjanus griseus · Lutjanidae · predador
O pargo do mangue do Caribe e do Golfo do México. Esperto e desconfiado, vive em raízes de mangue, pedras e recifes e come mais à noite. Não ocorre no Brasil.
Também chamado de: vermelho-do-mangue, caranha-do-mangue, mangrove snapper, gray snapper
- tamanho comum
- 25–50 cm
- máximo
- 89 cm
- peso comum
- 0,5–3 kg
- recorde/máx.
- 20,0 kg
- profundidade
- 0–180 m
- água ideal
- 24–30 °C
a hora certa
de estar na água
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
—
hora a hora
toque ou arraste no gráfico para ler cada hora · no teclado, setasver tabela hora a hora
por que esse índice às —?
escolha o dia
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
o mês de pesca de relance
qual a melhor janela para a turma?
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
tendência das próximas semanas
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
tudo sobre o vermelho-do-mangue (mangrove snapper)
quem é o vermelho-do-mangue (mangrove snapper)
O vermelho-do-mangue, chamado de pargo prieto ou caballerote nos países de língua espanhola e de mangrove ou gray snapper em inglês, vive no Atlântico ocidental, da costa leste dos EUA e das Bermudas às Bahamas, ao Golfo do México e a todo o Caribe. Os jovens crescem em mangues, estuários e trechos baixos de rios; os adultos vão para recifes, costões e fundos de pedra, em geral até uns 50 m, às vezes em grandes grupos. Come à noite peixes, camarões, caranguejos e lulas. Vive até 30 anos. Os registros antigos no Brasil eram confusão com outras espécies, sobretudo a baúna (Lutjanus alexandrei). Nos mangues e recifes do Caribe e do México, é alvo clássico da pesca com isca viva e iscas artificiais.
curiosidades
- Na Flórida, os jovens chegam a entrar em água doce.
- Pode viver até 30 anos.
identificação
Corpo cinza-esverdeado a bronzeado, às vezes com tom avermelhado, sem barras nítidas no adulto. Focinho comprido e perfil da cabeça um pouco côncavo; dois caninos superiores grandes. Jovens com faixa escura do focinho ao olho e uma linha azul abaixo do olho. O dentão tem uma mancha clara triangular sob o olho; o cají tem barras claras no corpo e nadadeiras amarelas.
onde tem
Não ocorre no Brasil: os registros antigos eram identificação errada (Moura e Lindeman, 2007). Atlântico ocidental, de Massachusetts e das Bermudas às Bahamas, ao Golfo do México e a todo o Caribe, até a Venezuela e Trinidad e Tobago.
Habitat: Mangues, estuários e trechos baixos de rios (jovens); recifes, costões, fundos de pedra e naufrágios (adultos).
quando pescar
melhor época
No Golfo do México e no Caribe, a pesca melhora no verão do hemisfério norte, quando os adultos se juntam para desovar perto da lua cheia.
melhor horário
Noite e crepúsculo. Come sobretudo à noite e no crepúsculo; de dia fica em grupos junto a raízes e pedras e é muito desconfiado.
o que mexe com o vermelho-do-mangue (mangrove snapper)
sensibilidade As barrinhas mostram o quanto cada fator mexe com esta espécie. Cinco cheias: ela sente muito.
frio e frente fria
Frentes frias derrubam a atividade nos mangues rasos.
pressão atmosférica
Pressão estável favorece; logo depois de frente, a pesca cai.
lua
A desova acontece perto da lua cheia no verão do hemisfério norte.
chuva
Chuva forte suja os canais do mangue.
nível da água
No mangue, a vazante tira o peixe das raízes e o leva para os canais.
barulho
Muito desconfiado: chegue em silêncio e evite bater no casco.
vento
Vento forte atrapalha o arremesso preciso nas raízes.
maré
Maré em movimento é essencial; na estofa a pesca para.
profundidade
Jovens no raso dos mangues; adultos de 5 a 50 m em recifes e pedras.
como pescar
- vara
- 6'6" a 7', 10 a 20 lb
- molinete / carretilha
- molinete 2500 a 4000
- linha
- multifilamento 15 a 30 lb
- líder
- fluorocarbono 20 a 30 lb, 1 m
- anzol
- circle 1/0 a 3/0
iscas artificiais
- jig head de 1/4 a 1/2 oz com camarão artificial
- meia-água pequena
- streamer de fly
iscas naturais
- camarão vivo
- sardinha ou peixinho vivo
- caranguejo
acessórios
- chumbada leve
- alicate
dica de quem pesca
Líder fino de fluorocarbono e isca viva sem chumbo, deixada correr com a maré até as raízes, enganam o peixe mais desconfiado.
regras para o vermelho-do-mangue (mangrove snapper)
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Espécie fora da fauna brasileira. Não localizamos regra específica nos países do Caribe consultados; valem as regras gerais de cada país.
Não encontramos regra específica para esta espécie além das regras gerais da região.
pesque-e-solte
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Segure pela boca e pela barriga, tire o anzol com alicate e solte perto da raiz ou da pedra.
na cozinha
Carne branca e muito boa, frita, assada ou grelhada. Em áreas de recife do Caribe há registros de ciguatera.
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.01514, b = 2.96; FishBase (estimativa bayesiana, comprimento total)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
—
fontes e referências
Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
- científica FishBase — Lutjanus griseus (ficha da espécie)Nomes, distribuição, biologia, relação peso-comprimento, lista de países e referências. Página conferida em 13/10/2026. Na lista de países, o Brasil aparece como erro de identificação.
- científica Moura, R. L.; Lindeman, K. C. (2007). A new species of snapper (Perciformes: Lutjanidae) from Brazil, with comments on the distribution of Lutjanus griseus and L. apodus. Zootaxa 1422: 31-43.DOI conferido no Crossref. Descreve a baúna (Lutjanus alexandrei), antes confundida com estas espécies.
- científica Moura, R. L.; Lindeman, K. C. A new inshore snapper species (Lutjanidae) from Brazil and the distributional status of gray snapper and schoolmaster, Lutjanus griseus and L. apodus. Proceedings of the Gulf and Caribbean Fisheries Institute 60.O resumo afirma que L. griseus e L. apodus não ocorrem nas águas continentais do Brasil.
- científica IUCN Red List — Lutjanus griseus (avaliação global: Pouco Preocupante, LC, 10/10/2015)Avaliação global. Link indicado na ficha do FishBase (Lista Vermelha, versão 2025-2).
- científica Allen, G. R. (1985). FAO species catalogue. Vol. 6. Snappers of the world: an annotated and illustrated catalogue of lutjanid species known to date. FAO Fisheries Synopsis 125(6). Roma: FAO.
- científica Carpenter, K. E. (org.) (2002). The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vol. 3: Bony fishes part 2 (Opistognathidae to Molidae). FAO Species Identification Guide for Fishery Purposes. Roma: FAO.Capítulo Lutjanidae (Anderson Jr., W. D.).
espécies parecidas
de onde vem cada número
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
fontes desta consulta
quanto a previsão acerta
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app: