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todos os destinos Beni, Bolívia · Riberalta · rio

río beni — riberalta

O porto do paiche na Amazônia boliviana. Aqui o pirarucu é espécie introduzida, pescada em lagoas de várzea do Beni e do Madre de Dios.

Riberalta fica no norte do Beni, perto do encontro do rio Beni com o Madre de Dios, e é o principal ponto de desembarque de paiche (pirarucu) do país. O paiche não é nativo da Bolívia: foi introduzido no norte da Amazônia boliviana há mais de meio século. Hoje ocupa lagoas de várzea das bacias do Beni, do Orthon e do Madre de Dios e responde por cerca de metade da pesca comercial desembarcada em Riberalta. A pesca esportiva é pouco estruturada: o visitante sai com pescadores locais para as lagoas e procura o peixe quando ele sobe para respirar. Também há pacu (como os bolivianos chamam o tambaqui) e tambaquí (a pirapitinga), que comem frutas na mata alagada na cheia e nas beiradas na vazante.

melhor época

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Seca, de junho a outubro, quando as lagoas de várzea baixam e o paiche fica mais fácil de achar.

Regras do lugar: Na Bolívia o paiche é espécie introduzida; não confirmamos veda nem tamanho mínimo próprios para ele. Valem a licença, o registro e as vedas fixadas pela IPD-PACU (Lei 938/2017). No lado brasileiro, o pirarucu tem regras próprias. Confirme as regras locais.

como chegar
Aeroporto com voos regionais. Por estrada, liga-se a Guayaramerín, na fronteira com Guajará-Mirim (RO). Para as lagoas, barco a partir do porto.
estrutura
Hotéis simples na cidade. Barco e guia se combinam com pescadores do porto; não espere lodge de pesca esportiva.
país
Beni, Bolívia

dica

Para o paiche, observe a lagoa em silêncio e espere a boiada: arremesse isca grande à frente do redemoinho. Leve equipamento pesado e alicate longo.

próximos 7 dias aqui

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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.

o que se pesca aqui

regras da bolívia

antes de pescar na Bolívia

A Lei 938/2017 (Pesca e Aquicultura Sustentáveis) define a pesca esportiva como atividade sem fins de lucro e entrega à IPD-PACU a emissão de licenças e o Registro Único Nacional de pesca. Requisitos, prazos e taxas ficam no regulamento da lei e em resolução do Ministério de Desenvolvimento Rural e Terras: confirme com a IPD-PACU ou com o operador. Em área protegida, o ingresso depende do SERNAP e, em território indígena, das organizações indígenas.

  • As vedas são fixadas pela IPD-PACU e devem ser anunciadas com pelo menos 30 dias de antecedência (Lei 938, art. 16). Na veda é proibido extrair, ter, transportar e vender a espécie protegida.
  • Proibido pescar com explosivos, armas de fogo, substâncias químicas e arrasto de fundo (Lei 938, art. 17).
  • Toda pessoa que pesca deve estar inscrita no Registro Único Nacional de Pesca e Aquicultura (Lei 938, art. 29).
  • No Território Indígena e Parque Nacional Isiboro-Sécure (TIPNIS), a pesca esportiva é com mosca e devolução obrigatória, em operação de turismo comunitário (SERNAP).

As regras e defesos do resto do app são brasileiros. Fora do Brasil, vale a norma do país e da província: confirme no órgão oficial.

fontes e referências

Informações de acesso, estrutura e temporada mudam: confirme com a pousada, o guia local ou a prefeitura antes de viajar.

  1. científica Van Damme et al. (2015) — The expansion of Arapaima cf. gigas in the Bolivian Amazon as informed by citizen and formal science (Management of Biological Invasions)Introduzido há mais de meio século; lagoas das bacias do Beni, Orthon e Madre de Dios; cerca de 50% da captura comercial em Riberalta
  2. oficial Estado Plurinacional da Bolívia — Lei nº 938/2017 (Pesca e Aquicultura Sustentáveis)Texto no FAOLEX (FAO)

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