rio mamoré — guajará-mirim
Rio barrento de fronteira com a Bolívia, terra de bagres grandes. Afluentes de água clara guardam tucunaré e peixes de escama.
O Mamoré passa em frente a Guajará-Mirim, com a cidade boliviana de Guayaramerín na outra margem. É rio de correnteza, barro e bagre: dourada, piraíba, pirarara, jaú e surubins nos poços e na saída das corredeiras. Os afluentes do lado brasileiro, como o Pacaás Novos, têm água mais clara e lagos com tucunaré, tambaqui e pirapitinga. Pescaria de fundo com isca natural e equipamento forte na calha, e de arremesso nos lagos.
melhor época
Seca, de junho a outubro, com poços definidos e lagos isolados.
Regras do lugar: Rio de fronteira: pesque só em águas brasileiras. Terras indígenas e o Parque Nacional de Pacaás Novos, na região, exigem autorização. Piracema na bacia amazônica. Confirme as regras locais.
- como chegar
- Aeroporto de Porto Velho e cerca de 330 km pela BR-364 e BR-425 até Guajará-Mirim.
- estrutura
- Hotéis e pousadas na cidade, barqueiros e guias locais, alguns barcos-hotéis nos afluentes.
- bacia
- Amazônica
dica
Na calha barrenta, isca natural com cheiro forte, como peixe fresco cortado, e chumbada corrida no fim do poço.
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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
o que se pesca aqui
fontes e referências
Informações de acesso, estrutura e temporada mudam: confirme com a pousada, o guia local ou a prefeitura antes de viajar.
- oficial ICMBio — Parque Nacional de Pacaás Novos
- oficial Ibama — Defesos continentaisDefeso da bacia amazônica em Rondônia