Híbrido produzido em piscicultura cruzando fêmea de tambaqui com macho de pacu. Cresce rápido, aguenta frio melhor que o tambaqui e virou o peixe-base dos pesqueiros do Centro-Sul. Briga com arrancadas fortes e pesadas. Não existe na natureza: quando aparece em rio, é escape de tanque ou soltura irregular. Por ser híbrido de espécies que vivem no Centro-Sul, pode cruzar com o pacu nativo e misturar a genética. Soltar tambacu em rio, lago ou represa sem licença é infração ambiental. Em pesqueiro, siga a regra da casa.
curiosidades
É feito com fêmea de tambaqui e macho de pacu; o cruzamento inverso é chamado paqui.
Pode ser fértil, por isso a soltura ameaça a genética do pacu.
como reconhecer
identificação
Corpo alto e redondo, entre pacu e tambaqui. Cabeça maior que a do pacu. Dorso escuro e parte de baixo do flanco e barriga mais escuras que no pacu, sem a metade inferior preta e nítida do tambaqui. Na prática: se não é claramente pacu (cinza com ventre claro) nem tambaqui, em pesqueiro é tambacu. Só exame genético confirma.
como está a pesca de tambacu (híbrido)
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Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Pesqueiros e pisciculturas de SP, MG, GO, MS, MT e PR. Escapes registrados em rios e represas das bacias do Paraná, Paraguai, São Francisco e Tocantins-Araguaia.
Habitat: Lagos de pesqueiro, tanques e represas; em rio, perto de pisciculturas.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado. Conservação: Risco de hibridização com o pacu nativo se solto na natureza.
Soltura em ambiente natural sem licença é infração
proibido soltar/introduzir em rios, represas e lagosSPMGGOMSMTPRconfirme no órgão
Introduzir espécie exótica ou fora da sua área natural sem parecer técnico e licença é infração ambiental federal. Isso inclui soltar peixe de tanque, pesqueiro ou aquário em rio ou represa. Em MG, o IEF informa que peixamento sem licença é proibido.
MT: introduzir espécie exótica sem licença gera multa
multa de R$ 6.000 a R$ 100.000MT
A lei de pesca de MT pune quem introduz espécies nativas, exóticas ou não autóctones sem autorização do órgão ambiental, com acréscimo por quilo ou exemplar.
exemplares podem ser acrescidos à cota, respeitado o defesoMS
Em MS, o tambacu (híbrido) está na lista de exóticas, alóctones e híbridos cujos exemplares podem ser somados à cota do pescador (1 nativo + 5 piranhas), respeitado o período de defeso.
MT: captura e transporte de exóticos têm regra própria
conforme Resolução Cepesca nº 02/2024MT
A Resolução Cepesca nº 02/2024 regulamenta a captura e o transporte de peixes exóticos nos rios das bacias do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins em MT. Confirme na Sema-MT os municípios e as condições antes de transportar.
pesque-e-solte Devolver o peixe vivo, rápido e com a mão molhada. Em defeso, nem sempre é permitido: vale o que a norma diz.
Em pesqueiro, siga a regra da casa. Em rio, não devolva: é híbrido fora do ambiente natural.
na cozinha
Carne gorda e saborosa; costela e banda assadas na brasa.
calculadora
quanto pesa sem tirar da água
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.0235, b = 3.0; estimado (média de pacu e tambaqui, FishBase)). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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fontes e referências
Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.