MS: mínimo 85 cm
Tamanho mínimo do pintado em MS. Conta como o único exemplar nativo da cota do amador.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
Pseudoplatystoma corruscans · Pimelodidae · predador
O grande bagre de couro do Pantanal, do Paraná e do São Francisco. Noturno, pesado e de puxada longa. Vulnerável na lista nacional.
Também chamado de: pintado, surubim, surubim-pintado
Escolha o lugar e a espécie. O índice, de 0 a 100, cruza tempo, sol, lua e maré com o jeito de cada peixe. Até 28 dias, com a confiança de cada dia.
Lendo o tempo em 3 modelos globais e 31 simulações…
Cada cartão traz o índice do dia (0 a 100) e, embaixo, a tira com o índice de cada hora, da 0h às 23h. da fraca à excelente.
Escolha quantos dias de pesca. Comparamos cada sequência pelo índice médio, descontamos dias com alerta ou defeso e mostramos as 3 melhores.
Linha: o valor do meio entre 31 simulações do modelo americano GEFS. Faixa: onde caem 8 de cada 10. Estreita, tendência firme; larga, incerteza alta.
Um dos maiores bagres de couro do Centro-Sul, passa de 1,5 m. Predador noturno: de dia fica em poços fundos e à noite sobe para a beira e para as bocas de baía atrás de tuviras, muçuns e curimbatás. É migrador e depende de rios livres para se reproduzir. Na rodada com tuvira, no Pantanal, é o peixe mais procurado. A puxada é pesada e longa, e o peixe procura galhada. Está na lista nacional como Vulnerável e tem regras rígidas: transporte vedado em MT, abate proibido no PR e janela de tamanho em MS. Confira a regra do estado antes de abater.
Cabeça muito longa e achatada, como uma pá. Dorso cinza-azulado, ventre branco bem separado. Flanco com muitas pintas pretas redondas e algumas faixas claras verticais estreitas, contornadas de preto. A cachara tem faixas escuras largas que se juntam em rede e poucas pintas. O 'ponto e vírgula' é híbrido de criação, com padrão misturado.
Pantanal (Paraguai, Cuiabá, São Lourenço, Miranda, Taquari, Aquidauana), alto Paraná (Paraná, Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema) e São Francisco (Três Marias, Pirapora, Januária, médio rio na Bahia).
Habitat: Poços fundos e canal do rio de dia; à noite, beira de barranco, bocas de baía e de corixo, praias de areia e remansos.
nativa nas bacias
estados
Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Paraná, Bahia, Rio Grande do Sul
Vazante e seca (abril a outubro) concentram o pintado nos poços e bocas de baía. Agosto a outubro é o auge no Pantanal. Na cheia ele se espalha pelo campo alagado.
Noite e crepúsculo. Come à noite e na virada do dia. O melhor horário vai do pôr do sol até umas 2 h e no clarear. De dia só morde no fundo do poço.
Friagem no Pantanal para o pintado por 2 a 3 dias. Volte a insistir quando a água recuperar a temperatura.
Pressão caindo antes de frente fria costuma dar boa noite de pesca; depois da frente, fraco.
Noites escuras (lua nova e minguante) rendem mais na beira. Na cheia ele fica mais no fundo.
Chuva fina à noite não atrapalha. Temporal com raio: saia do rio.
Rio vazando é o melhor momento: a água sai do campo trazendo tuvira e peixe pequeno para as bocas.
Barco ancorado, motor desligado e lanterna apontada para dentro do barco.
Pouco efeito no fundo.
Poço de 5 a 15 m de dia; beira de 1,5 a 4 m à noite.
iscas artificiais
iscas naturais
acessórios
Na rodada, a isca deve raspar o fundo. Sentiu a puxada, dê 2 a 3 segundos de linha e ferre firme e longo.
Pesca de pintado, cachara e jaú no Pantanal e em rios da bacia do Paraguai, com isca natural, descendo o rio de barco (rodada) ou parado no barranco e no poção.
guiaEntenda como o sonar enxerga debaixo d'água, o que cada risco da tela significa e como ajustar o aparelho para achar fundo, estrutura e peixe.
guiaComo funcionam os freios, como ajustar a tensão do carretel, usar o polegar e o que fazer quando a cabeleira aparece.
guiaO que significam os números e letras gravados na vara e como combinar vara, linha, isca e molinete ou carretilha para cada pesca.
Resumo das normas que encontramos, com a fonte de cada uma. A regra muda; antes de abater ou transportar, confira no órgão ambiental do estado.
Conservação: Já constava da lista anterior (Portaria MMA 148/2022). A pesca segue as regras da Portaria Interministerial nº 15/2024, mantidas durante a revisão do plano (art. 11 da Portaria GM/MMA nº 1.666/2026). Estados como PR proíbem a posse. Confirme no MMA/Ibama e no órgão estadual antes de abater.
Tamanho mínimo do pintado em MS. Conta como o único exemplar nativo da cota do amador.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
Acima de 125 cm a captura é proibida em MS: devolva as matrizes grandes.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.375/2020 (altera o Decreto nº 15.166/2019), art. 9º - Semadesc/Imasul
O art. 19-B veda por 5 anos (desde 01/01/2024) transportar, armazenar e comercializar o pintado/surubim pescado em rios de MT. O amador só pode abater até 2 kg ou 1 exemplar para consumo no local (até 500 m do rio), e o art. 19-C exclui as espécies do art. 19-B: na prática, para esta espécie, só pesque e solte. A lei prevê avaliação após 3 anos (2027) que pode rever a lista. Lista conferida no texto consolidado publicado pela Sema-MT em 29/05/2026; a Lei 13.159/2025 não alterou a lista.
Fonte: Lei estadual MT nº 9.096/2009, arts. 19-B e 19-C (incluídos pela Lei nº 12.434/2024) - Sema-MT
No PR o pintado está entre as espécies com posse, abate e transporte proibidos nas águas interiores. Soltura imediata no mesmo local.
Tamanho mínimo federal do surubim/pintado na bacia do Paraná. Norma estadual mais restritiva prevalece.
Fonte: Instrução Normativa Ibama nº 26/2009 (normas de pesca da bacia do rio Paraná), Anexo
Tamanho mínimo do surubim em MG. Nos rios mineiros da bacia do Paraná vale o mínimo federal de 90 cm, mais restritivo.
Fonte: Portaria IEF-MG nº 111/2003 (tamanhos mínimos de captura em MG) - IEF/Semad-MG
Espécie Vulnerável na lista nacional. A Portaria MMA 355/2023 reconheceu o pintado como passível de pesca, desde que siga o Plano de Recuperação e as normas de ordenamento vigentes.
Fonte: Portaria MMA nº 355/2023
O pintado (Pseudoplatystoma corruscans) é Vulnerável desde a Portaria MMA 148/2022 e continua VU na lista de 2026. O uso é permitido só pelo plano de recuperação (Portaria MMA 355/2023) e pela PI MPA/MMA 15/2024, que fixa defesos e tamanhos mínimos por bacia: alto Paraguai 85 cm, Paraná 90 cm, São Francisco 80 cm, Uruguai 80 cm. Como a espécie já estava na lista, o prazo de 180 dias da Portaria 1.666/2026 (art. 12) NÃO se aplica a ela: vale o art. 11, que mantém o plano e as regras durante a revisão. Em out/2026 o plano seguia publicado no site do MMA. Restrições estaduais maiores: MT (transporte proibido até 31/12/2028), PR (só pesque-e-solte) e GO (espécies ameaçadas não podem ser capturadas, IN Semad 17/2026). Fique atento a uma eventual revisão do plano.
Ficam integralmente vedados o transporte, o armazenamento e a comercialização, por 5 anos a partir de 01/01/2024, de: cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã (Brycon spp.), pintado/surubim (Pseudoplatystoma spp.), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré (Cichla spp.). Para o amador: só pesque-e-solte. Essas 12 espécies não podem nem ser consumidas no local, já que a cota de 2 kg ou 1 exemplar exclui o rol do art. 19-B. A lei cita o jaú como Zungaro zungaro; incluímos também o jaú do Pantanal (Z. jahu) por precaução. Ainda podem mudar o rol: o §2º (exóticas e predadoras), o §3º (revisão por estudo) e a avaliação de 3 anos prevista para 2027. Notícia do TJMT de 02/06/2026 confirma as 12 espécies vedadas. O STF negou liminar nas ADIs contra a lei em 2024; não localizamos decisão de mérito.
O §10 do art. 19-A da Lei 9.096/2009 proíbe absolutamente a pesca de espécie que conste ou passe a constar em listas oficiais de ameaçadas ou sobrexplotadas. Isso alcança o pintado (VU) e, a partir de ~25/10/2026, o tambaqui.
Fonte: Lei estadual MT nº 9.096/2009, art. 19-A, §10 (Lei nº 12.434/2024)
É vedada a posse, o abate e o transporte dessas espécies nas águas interiores do Paraná (bacias do Paraná e do Atlântico Sudeste, exceto o rio Iguaçu e o litoral). Só pesque-e-solte, com soltura imediata no mesmo local.
A IN Semad 17/2026 exclui da captura as espécies ameaçadas da lista nacional, atualizada automaticamente a cada nova lista do MMA. Em Goiás, pintado, piracanjuba, matrinchã B. gouldingi e, depois de ~25/10/2026, as espécies novas da lista não podem ser abatidas.
O Decreto estadual 51.797/2014 declara ameaçados no RS: o dourado (EN na bacia da Laguna dos Patos, VU na bacia do Uruguai), o pintado (EN) e a piracanjuba (CR). O decreto não traz, ele próprio, regras de captura: confirme com a Sema-RS se há restrição de retenção. A boa prática é soltar.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 9º (redação do Decreto nº 15.375/2020)
Fonte: IN IBAMA nº 26/2009, Anexo (bacia do rio Paraná; normas estaduais mais restritivas prevalecem)
Permitido: Pesca amadora só de espécies não nativas e híbridos (tucunaré, tilápia, black bass, carpa, corvina etc.; o piauçu continua proibido), com linha de mão, caniço ou vara com molinete/carretilha, até 10 kg + 1 exemplar. Nos rios, só desembarcada; nos reservatórios, embarcada ou desembarcada. Proibido: lagoas marginais, isca de animal aquático, até 1.500 m de barragens e cachoeiras e até 500 m de confluências. Torneio só em reservatório e só com não nativas.
Fonte: IN IBAMA nº 25/2009
Permitido: Só espécies exóticas ou híbridas, 3 kg + 1 exemplar por dia, com linha de mão, vara, caniço ou molinete/carretilha. Redes proibidas. Respeite as distâncias mínimas de barragens e represas.
Fonte: Portarias IEF nº 154/2011 (São Francisco), 155/2011 (Leste) e 156/2011 (Grande/Paranaíba)
Permitido: Pesca esportiva e conduzida só em reservatórios, em pesque-e-solte com anzol sem fisga (sem reter, transportar ou consumir). Subsistência: até 5 kg por dia, só para consumo doméstico.
Permitido: Pesca de subsistência de ribeirinhos e pesca científica autorizada. O Decreto 15.166/2019 (art. 11, §5º) admite pesque-e-solte só em fevereiro e só nas calhas dos rios Paraguai e Paraná. No resto do período não há nem pesque-e-solte. Confirme a portaria do Imasul de cada temporada.
Fonte: Decreto estadual MS nº 15.166/2019, art. 11; IN IBAMA nº 201/2008
Permitido: Todas as modalidades de pesca ficam proibidas nos rios, inclusive o pesque-e-solte (Lei 9.096/2009, art. 19-A). Exceções: subsistência desembarcada (3 kg ou 1 exemplar, sem transporte nem venda) e pesca científica. A Lei 13.159/2025 passou a admitir pesca desportiva licenciada em reservatórios de UHE/PCH, lagos naturais e rios de divisa, condicionada a estudo científico e a licença do órgão ambiental. Não confirmamos se essas licenças já são emitidas.
Permitido: Pesca amadora embarcada ou desembarcada com linha de mão, vara, molinete ou carretilha, até 5 kg + 1 exemplar. Proibido pescar até 1.000 m de barragens, cachoeiras e corredeiras e até 500 m de confluências. Lagoas marginais têm defeso maior (veja o item seguinte).
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Nenhuma pesca nas lagoas marginais durante o período.
Fonte: Portaria IBAMA nº 50/2007
Permitido: Pesca amadora desembarcada, ou embarcada em barco sem motor. Só linha de mão ou vara, linha e anzol, um petrecho por pescador, até 5 kg. Proibido pescar em lagoas marginais, até 1.500 m de barragens, até 500 m de confluências e em trechos listados na norma (ex.: rio Turvo).
Fonte: IN IBAMA nº 193/2008
Peixe pesado: não levante pela boca na vertical. Apoie o corpo com as duas mãos, mantenha na água o máximo possível e solte de frente para a correnteza. Cuidado com os espinhos peitorais.
Carne branca, firme e sem espinhas; moqueca, postas na brasa e ensopado. Só abata dentro da janela de tamanho e onde for permitido.
Relação peso-comprimento W = a·Lb (a = 0.00776, b = 3.08; FishBase). É uma média: peixe gordo ou magro pode variar de 10% a 20%.
peso estimado
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Os pesos de época (meses), o horário e as sensibilidades (frio, pressão, lua, vento, chuva, maré, luz forte, água turva e barulho) são estimativas editoriais do app, feitas a partir da literatura abaixo e da experiência de campo de pescadores e guias. Não são dado oficial nem medição feita para esta espécie e podem variar por região e ano. Defesos e regras legais aparecem na seção de regras, com norma e link.
O tempo vem de três modelos globais independentes, cruzados hora a hora: quando concordam, a confiança sobe; quando divergem, a faixa entre eles aparece no gráfico. Além de 16 dias, usamos o conjunto de 31 simulações do GEFS: se 20 das 31 preveem chuva, a chance de chuva é de 65%. Sol e lua são calculados por astronomia, sem incerteza.
O índice soma, com o peso de cada espécie: horário (curva da espécie ancorada no nascer e pôr do sol reais), lua (trânsitos, nascer e pôr, fase), pressão (tendência de 3 h e salto de 24 h), temperatura da água (no rio, estimada pela temperatura do ar; no mar, estimada por modelo oceânico), vento, chuva, nuvens, maré e o mês no ciclo da espécie.
Acerto medido no projeto de referência (4 regiões, 93 dias, previsto x observado): temperatura máxima erra em média 0,6 °C no dia seguinte e 1,7 °C em 7 dias; chuva de 5 mm ou mais é detectada 76% das vezes no dia seguinte e 57% em 7 dias. Detecção não é tudo: a taxa de alarme falso ainda não está publicada aqui, e 93 dias em 4 regiões ainda é amostra pequena. Agora também medimos todo dia, nos destinos do app:
O local fica salvo só neste aparelho e alimenta a previsão, o mapa e o "hoje" da página inicial.